sexta-feira, 31 de maio de 2013

Pensamento do dia 31/05/2013


Especial: Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos)

Nota do blogue: Iniciarei hoje a transcrição de um ótimo livro de formação vocacional para meninos de 12 a 18 anos escrito pelo Padre J. Guibert (Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris), edição de 1937, CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO, assunto raro e muito necessário nos tempos atuais. Também tenho a intenção de reeditar esse livro futuramente, mas como isso não depende apenas da boa intenção mas também de outros fatores, colocarei essa intenção no Imaculado Coração de Nossa Senhora e que apareçam colaboradores que nos ajudem financeiramente nessa missão, ou seja, formar soldados para Cristo Rei.

Indigna escrava do Crucificado e da SS. Virgem,
Letícia de Paula

___________________


Þ Parte 2
Þ Parte 3
PREÂMBULO

Esta brochura é destinada aos jovens de doze para dezoito anos, nos quais se notam aspirações ou qualidades para a vida religiosa. Os meninos, raras vezes, são capazes de reparar os movimentos que a graça opera em seus corações. Quer por leviandade de espírito, quer por falta de instrução, têm apenas idéias confusas a respeito do que se passa em sua alma. Incapazes de explicar o que sentem, dominados às vezes por grande acanhamento, conservam, sepul­tados no fundo do coração, sinceros desejos de vida religiosa. Quantas vocações perdem-se desta maneira. Nas páginas seguintes, os jovens hão de encontrar as noções e os conselhos necessários para esclarecer sua consciência e guiar-se no ponto de vista da vocação. Pareceu que era melhor tratar da vocação em geral. Porque a grande questão a resolver para um menino, é saber onde é que vai tomar uma carreira para servir a Deus: no mundo ou na Igreja. Uma vez decidido este ponto, é sempre fácil descobrir o caminho particular que lhe convém.

Exercícios Espirituais para Crianças - Fim do homem (Segunda parte)

Acompanhe esse Especial AQUI.
Fr. Manuel Sancho, 
Exercícios Espirituais para Crianças
1955

PARTE PRIMEIRA
A conversão da vida do pecado à vida da graça
(Vida Purgativa. — 1.ª semana)


2. — Além disto, Deus é a vossa recompensa. Já vistes os trabalhadores como trabalham, com que afã, com que afinco? Por que assim trabalham? Pela recompensa que esperam. Depois do trabalho, estendem com dignidade a mão calosa, e lhes são dadas algumas notas ou moedas que significam bem-estar, alimento, roupa. Se a esses trabalhadores, em vez de lhes prometerem poucas moedas ou notas por dia, lhes prometessem uma diária cada vez maior, e, ao cabo de alguns anos, lhes dessem grandes propriedades que formassem um condado, e o título de conde por conseguinte, com que ânimo não trabalhariam eles! quantos sacrifícios não se imporiam para alcançarem tamanha ventura!

Maio com Maria: 28/29/30 e 31 de Maio


MAIO COM MARIA: Dia 28 - Maria, a Grande Senhora


MARIA, A GRANDE SENHORA

Santo Estevão, rei da Hungria, foi não menos célebre pela sua terna piedade para com Maria do que pelas eminentes qualidades que praticou no trono. Ele tinha tão profundo respeito pelo nome sagrado da Mãe de Deus que não ousava nem mesmo pronunciá-lo: chamava Maria de "a Grande Senhora". Todos os seus súditos, a seu exemplo, davam-lhe o mesmo título. E se acontecia que na sua presença se pronunciasse o nome de Maria, logo todos dobravam o joelho, para testemunhar sua veneração por um nome tão augusto.

(Fonte: "Maria ensinada à mocidade" - Livraria Francisco Alves, Rio, 1915)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Pensamento do dia 30/05/2013


A perfeita pobreza por São Boaventura

Nota do blogue: Agradeço ao amigo e leitor Fabrício pela transcrição do texto. Deus lhe pague a caridade.

CAPITULO III
A perfeita pobreza

1.      –  Também a virtude da pobreza é necessária à perfeição. Sem ela ninguém pode ser perfeito, como atesta Nosso Senhor, que no evangelho diz: Se queres ser perfeito, vá, e vende tudo quanto tens e o dá aos pobres.
Daí se vê que o cimo da perfeição evangélica consiste na excelência da pobreza. Não creia, portanto, ter chegado ao auge da perfeição quem ainda não é um imitador perfeito da pobreza evangélica. Porque Hugo de São Victor diz: “Por grande que seja a perfeição dos religiosos, não é, contudo, uma perfeição acabada se neles faltar o amor à pobreza.”

Exercícios Espirituais para Crianças - Fim do homem (Primeira parte)

Acompanhe esse Especial AQUI.
Fr. Manuel Sancho, 
Exercícios Espirituais para Crianças
1955

PARTE PRIMEIRA
A conversão da vida do pecado à vida da graça
(Vida Purgativa. — 1.ª semana)


I. FIM DO HOMEM

1. Qual é o fim ou destino da criança. — 2. Deus é a nossa recompensa. — 3. Motivos para se resolver a servir a Deus: a) por ser Ele nosso Criador; b) porque nos conserva. — 4. Finalidade das criaturas.

1. — Coisa difícil, meus filhos, é apoderar-se alguém da vossa imaginação, como é difícil alguém apoderar-se de um cachorrinho revoltoso ou de uma enguia escorregadia. É tão sério o que vos quero dizer, e vós sois tão inquietos e buliçosos! Mas, se considerardes que é importantíssimo o que vos quero dizer, mais importante do que todos os brinquedos do mundo, mais importante do que...

Festa do Corpus Christi

30/05 Quinta-feira Festa do Corpus Christi 
Festa de Primeira Classe 
 Paramentos Brancos 


Corpus Christi é uma expressão latina que significa Corpo de Cristo, é uma festa que celebra a presença real e substancial de Cristo na Eucaristia. Realiza-se na quinta-feira seguinte ao domingo da Santíssima Trindade que, por sua vez, acontece no domingo seguinte ao de Pentecostes. 

A origem de Corpus Christi 

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Pensamento do dia 29/05/2013


Exercícios Espirituais para Crianças - Exortação Preparatória

Nota do blogue: Rogo a Nossa Senhora, nossa Mãezinha que derrame graças sobre todas as criancinhas que lerem esse especial e fizerem esses santos exercícios. Lutemos e trabalhemos pela santificação dos pequeninos!

Acompanhe esse Especial AQUI.

Fr. Manuel Sancho, 
Exercícios Espirituais para Crianças
1955


EXORTAÇÃO PREPARATÓRIA

1. Necessidade e importância dos Exercícios. — 2. Jesus nos chama. Como a criança responderá ao chamado de Jesus. — 3. O que quer dizer "dias de retiro”, e como os praticará a criança. — 4. Exemplo.

1. — Um menino tinha de ir morar numa cidade e não sabia o caminho. Já lho estavam ensinando, mas ele ouvia distraído e respondia: “Irei de qualquer modo”. O caminho era difícil e escabroso, com veredas e atalhos que levavam a despenhadeiros. Ademais, nos matagais que beiravam o caminho havia cada lobo e cada raposa! Era horrível aquele caminho. Mas, com os bons conselhos que ao pequeno davam os que lhe queriam bem, ele teria evitado dificuldades, atravessando barrancos, saindo incólume de lobos e de perigos, e teria finalmente chegado à cidade onde o esperavam seus boníssimos pais. Mas qual! o pequeno estava distraído nos seus brinquedos e não atendia a razões... Assim, às cegas, empreendeu o caminho, e os lobos o comeram.

ESPECIAL: Educação Espiritual Infantil

Nota do blogue: Inicio hoje a transcrição de uma obra muito rara que aborda a educação espiritual infantil do Fr. Manuel Sancho, EXERCÍCIOS ESPIRITUAIS PARA CRIANÇAS. 

Indigna escrava do Crucificado e da SS. Virgem,
Letícia de Paula

P.S do dia 31/01/2014: (incompleto, mas livro já existente no blogue em PDF)



Quem é que não ouviu falar do Padre Sancho? Figura sobejamente conhecida no mundo das letras não menos do que no mundo das almas. Espírito infantil pelo seu caráter verdadeiramente de criança, esse espírito acha-se impresso em todos os seus escritos. Estilo fácil, ameno, cintilante o seu, muito pessoal, revela a sua alma grande de apóstolo da pena.

terça-feira, 28 de maio de 2013

Graça santificante - (Terceira parte)

Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

2 — Seus efeitos na pessoa

1.º Sendo a natureza uma potência de operações, necessita esta potência de um princípio operador que seja o centro atributivo e responsável das operações. Este centro é a pessoa. As ações, diz o axioma filosófico, atribuem-se à pessoa.

2.º E sendo a pessoa o centro atributivo e responsável das operações da natureza, segue-se logicamente que a pessoa participa da dignidade da natureza. Ora pela graça santificante a nossa natureza é deificada, há pois, também a deificação da pessoa.

Pensamento do dia 28/05/2013


OS QUATRO PRINCIPAIS INTERESSES DE JESUS

Nota do blogue: Agradeço ao amigo e leitor Fabrício pelo envio do texto. Deus lhe pague.


I. A glória de Seu Pai
Estudando o nosso divino Salvador, tal como nos é representado nos Santos Evangelhos, veremos que não há nada, se nos é permitido arriscar esta expressão, nada mais semelhante a uma paixão n’Ele dominante que o Seu tão vivo, tão ardente desejo da glória de Seu Pai.
Desde o dia em que, na idade de doze anos, deixou Maria para ficar em Jerusalém, até à Sua última palavra na Cruz, essa dedicação à glória de Deus sobressai em cada página do livro sagrado. Assim como d’Ele se disse, numa ocasião, que o zelo da casa de Deus O devorava, assim nós podemos dizer que era devorado por uma fome e sede contínuas da glória de Seu Pai.

A monstruosidade do feminismo

Fonte: SPES

Em http://omarxismocultural.blogspot.com.br/2013/05/maioria-das-mulheres-britanicas.html há um excelente artigo sobre o feminismo e o trabalho da mulher fora do lar. Apenas, porém, uma observação: o feminismo não deriva única e exclusivamente do marxismo, mas também do liberalismo. Ou se negará que feminismo, fim da família, etc., têm sua origem na Revolução Francesa, como, aliás, o próprio marxismo o tem?
Para o católico, liberalismo e marxismo são duas cabeças da mesma hidra, e eles tanto podem conviver ao fim e ao cabo, que o mundo atual nada mais é que uma espécie de amálgama de ambos. Para o católico, enfim, ou tudo na vida e na sociedade se ordena a Cristo Rei, ou as nações não passarão de pasto de demônios. Quem o diz? Não só os grandes doutores, não só Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino, mas também e sobretudo o magistério infalível da Igreja. Para comprová-lo, basta ler, entre outros, os seguintes documentos magisteriais:

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pensamento do dia 27/05/2013


MAIO COM MARIA: Dia 27 - O nome de Maria é doce sobretudo na hora da morte


 
Dulcíssimo é, pois, na vida, aos devotos de Maria, seu nome santíssimo, porque lhes alcança, como já vimos, graças extraordinárias. Muito mais doce, porém, ser- lhes-á na última hora, proporcionando-lhes uma suave e santa morte. Sertório Caputo, padre jesuíta, exorta a todos aqueles que assistem qualquer moribundo, que lhe digam freqüentemente o nome de Maria. Diz que este nome de vida e de esperança, proferido na hora da morte, basta para afugentar os inimigos e confortar os moribundos em todas as suas angústias.

Graça santificante

Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

1. — Graça santificante            

Que é a graça santificante?

A graça santificante é uma qualidade de ordem sobrenatural que Deus imprime na nossa alma para a aperfeiçoar no seu ser, e que é o princípio de efeitos maravilhosos na nossa natureza, na nossa pessoa, nas nossas faculdades e nas nossas operações.


1 — Seus efeitos na natureza humana
1 — Participação na natureza divina       

A graça santificante torna-nos participantes da natureza divina.

Graça

Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

Graça
1. — Graça santificante.
2. — Graça atual.
3. — Excelência da graça
4. — Meios de aquisição da graça.

1— O pé do Crucifixo está firmado num grande reservatório. O sangue corre, em fio, das chagas do Redentor para esse reservatório. E, em seguida, transforma-se em torrentes de graças que passam por sete canais para pequenos cálices.

2— O reservatório é a Igreja. Os sete canais são os sete sacramentos. Os pequenos cálices são os cristãos.

domingo, 26 de maio de 2013

MAIO COM MARIA: Dia 26 - O nome de Maria é suave na vida



Honório, santo anacoreta, dizia que o nome de Maria é cheio de divina doçura, e o glorioso S. Antônio de Pádua nele achava tanta doçura como S. Bernardino no de Jesus. O nome da Virgem Mãe, repetia ele, é alegria para o coração, mel para a boca, melodia para o ouvido de seus devotos. Muito grande era a doçura que achava nesse nome o venerável Juvenal, Bispo de Saluzzo. Lê-se em sua vida que se lhe notava nos traços do rosto a sensível doçura, que lhe ficara nos lábios, sempre que pronunciava o nome de Maria. Coisa idêntica sabe-se de uma senhora de Colônia, a qual contou ao Bispo Marsílio sentir sempre um sabor mais doce que o mel toda vez que pronunciava o nome da Virgem Santíssima. E, repetindo-o devotamente, o bispo experimentou a mesma doçura. No momento da Assunção da Senhora três vezes perguntaram-lhe os anjos pelo nome: Quem é esta que sobe pelo deserto, como uma varinha de fumo composta de aromas de mirra e de incenso? (Ct 3, 6). Quem é esta que vai caminhando como a aurora quando se levanta? (6, 9). Quem é esta que sobe do deserto inundando delícias? (8, 5). E para que lhe indagam com tanta insistência o nome? pergunta Ricardo de S. Lourenço. É para terem o prazer de ouvi-lo mais vezes, tão suavemente lhes soava aos ouvidos.

Pensamento do dia 26/05/2013


CENSURA E PROIBIÇÃO DE LIVROS

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.

A Igreja e seus mandamentos
por
Monsenhor Henrique Magalhães
Editora Vozes, 1946

CENSURA E PROIBIÇÃO DE LIVROS
6 de Dezembro de 1940

            Vamos estudar hoje um assunto interessante: a proibição da leitura de certos livros. Duas coisas temos a considerar: a censura dos livros e a proibição dos mesmos.[1]
            A Igreja tem o direito de exigir que seus fiéis, antes de publicarem certos livros, apresentem-nos à legítima autoridade, para o devido exame, sendo aprovados se nada contiverem contra o ensino da Igreja, e reprovados no caso contrário. A razão é que a Igreja tem o dever de afastar seus filhos de todos os perigos relativos à fé e aos costumes.
            O divino Mestre disse a Pedro: “apascenta as minhas ovelhas, apascenta os meus cordeiros” (Jo 21, 16-17). Ora, quem não vê nestas palavras, implicitamente, a ordem de velar pelo bem desse rebanho, pelo qual o Bom Pastor deu a própria vida?... — Livros maus são erva daninha, venenosa, que produz toda sorte de males morais e até a morte da alma. Nada mais próprio para corromper a fé moral do que as más leituras.

QUINTO MANDAMENTO DA IGREJA

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.

A Igreja e seus mandamentos
por
Monsenhor Henrique Magalhães
Editora Vozes, 1946

QUINTO MANDAMENTO DA IGREJA
de Dezembro de 1940

            Vamos examinar hoje o 5.° Mandamento da Igreja, que assim vem enunciado em nossos catecismos: “Pagar dízimos segundo o costume”. Outros compêndios acrescentam — pagar dízimos e primícias. Trata-se, como é claro, do auxílio ao culto divino, incluídos os sacerdotes que o exercem em benefício dos fiéis.
            Vejamos os fundamentos deste preceito. Somos criaturas de Deus, de quem recebemos tudo quanto somos ou possuímos. É justo, portanto, que demos a Deus uma parcela do que temos. Provamos assim que reconhecemos o domínio do Senhor, aderindo à eloquente expressão do Profeta Rei David quando cantou: “De Deus é a terra e quanto nela se contém; o orbe da terra e todos os que nele habitam” (SI 23, 1).

sábado, 25 de maio de 2013

MAIO COM MARIA: Dia 25 - María, nome santo


O augusto nome de Maria, dado à Mãe de Deus, não foi coisa terrena, nem inventada pela mente humana ou escolhido por decisão humana, como acontece com todos os outros nomes que são impostos. Este nome foi escolhido pelo Céu, e lhe foi imposto por divina disposição, como o atestam São Jerônimo, Santo Epifânio, Santo Antonino e outros. “Do Tesouro da divindade – diz Ricardo de São Lourenço – saiu o nome de Maria”. Dele saiu teu excelso nome, porque as três divinas pessoas, continua ele, te deram esse nome, superior a qualquer nome, à exceção do nome de teu Filho, e o enriqueceram com tão grande poder e majestade que, ao ser pronunciado teu nome, querem que, para reverenciá-lo, todos dobrem o joelho, no céu, na terra e no inferno. Mas, entre outras prerrogativas que o Senhor concedeu ao nome de Maria, vemos quão doce o tem feito para os servos desta Santíssima Senhora, tanto durante a vida como na hora da morte.
(Glórias de Maria – Santo Afonso Maria de Ligório)

Pensamento do dia 25/05/2013


Amor da Pátria - Final

Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

1. — Respeito
           
             Numa sociedade tudo vai bem ou mal conforme o poder é ou não respeitado.
            Quando o poder não é respeitado, a Pátria cai na anarquia, isto é, na insolência contra a autoridade decaída e sem prestígio, em desordens e vinganças de uns contra os outros.
            Quando, ao contrário, o poder é respeitado, tudo vai bem.
            O respeito pelo poder é, pois, uma das condições essenciais da paz e prosperidade da Pátria.
            Os cidadãos devem respeitar o poder porque todo o poder vem de Deus.
           Deus é o supremo Senhor de todas as coisas e por isso é quem tem direito a mandar em nós. Ora Deus exerce o seu domínio sobre nós por meio dos Seus representantes.

Amor da Pátria - Primeira parte


Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

            1. — Um quadro célebre. O Crucifixo de Wertz. Jesus pregado na Cruz e aos pés de Jesus Crucificado está estendido um soldado agonizante segurando com mão firme a sua querida bandeira.
            2. Jesus, cantando o Seu consumatum est, inclina a cabeça e diz a esse soldado que o amor ali prendia, canta tu também o teu consumatum est, porque também tu venceste e morres pelos teus irmãos.

I. — Pátria de Jesus

            O Filho de Deus fazendo-Se homem, tirou à descendência de Abraão o sangue das Suas veias, pediu à família dos Reis de Judá a mãe que o devia conceber, e o pai que o devia proteger na infância; pediu ao solo da Judeia o Seu berço; às leis e às tradições de Moisés a direção da Sua vida; ao Templo, o santuário da Sua oração, aos filhos de Galiléia os Seus Apóstolos, e ao mundo inteiro os seus ouvintes. Realizou-se o que havia sido predito: O Senhor, vosso Deus, fará nascer no meio de vós um profeta, da vossa roça, vosso irmão e vosso concidadão». (Deut.).

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Pensamento do dia 24/05/2013


São José, o protetor das famílias cristãs

Fonte: Mãe Cristãs


As vocações de Deus são imutáveis: o homem, o que foi neste mundo, se-lo-á eternamente no céu.
Se aplicarmos esta verdade a S. José, pressentiremos talvez a grandeza do seu papel no reino de Deus.
S. José é o homem sublime e a sua missão é incomparável. Herdeiro dos patriarcas e primeiro modelo dos discípulos de Jesus Cristo, possui as virtudes eminentes de todos os outros santos, mas excede-os a todos, em graça e em glória; e pode-se afirmar com Suarez que ele é um vulto excepcional e acima de toda a apreciação pelo lugar que ocupa na hierarquia dos bem-aventurados.
É o justo por excelência, o homem de Deus, o amigo de Deus, o servidor fiel e concentra em si todos os traços dos mais ilustres personagens do Antigo e do Novo Testamento.

MAIO COM MARIA: Dia 24 - Particular clemência de Maria para com os pecadores




“Consentis, Senhor, que façamos descer fogo do céu e os consuma?” — assim perguntaram ao Mestre João e Tiago, quando os samaritanos se recusaram a receber Jesus Cristo e sua doutrina. Respondeu-lhes então o Salvador: Não sabeis de que espírito sois? (Lc 9, 55). Queria dizer: Sou de um espírito todo de clemência e doçura; para salvar e não para castigar os pecadores, vim do céu e vós quereis vê-los perdidos? Falais em fogo e castigo? Calai-vos e nisso não me faleis mais, porque não é esse meu espírito! Ora, sendo o espírito de Maria completamente semelhante ao de seu Filho, não podemos pôr em dúvida seu natural compassivo. De fato, é chamada Mãe de Misericórdia e foi a própria misericórdia de Deus que tão compassiva e clemente a fez para todos. Assim o revelou a própria Virgem a S. Brígida. Por isso representa-a S. João revestida do sol: Apareceu um grande sinal no céu; uma mulher vestida do sol (Ap 12, 1). Comentando o trecho, diz S. Bernardo à Virgem: Senhora, revestistes o Sol (Verbo Divino) da carne humana, mas ele vos revestiu também de seu poder e de sua misericórdia.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Aos devotos de São Pio X


Aos devotos de São Padre Pio


As Lágrimas de Maria

Fonte: Mãe Cristã


Não esqueçais nunca — diz a seu filho o piedoso Tobias — as dores de vossa mãe.
Esta recomendação se entende principalmente com os nossos corações quando se trata de Maria, a mãe dos filhos de Deus. Nela vemos estampada toda a paixão de Jesus Cristo; pois assim como o disco do sol brilha ao mesmo tempo sobre as nossas cabeças e no fundo das águas límpidas em que se reflete, assim também se contempla, tanto na Cruz como no coração de Maria, a plenitude dos sofrimentos do Salvador dos homens.
É necessário que cada cristão, discípulo de Jesus Cristo, tome parte nos sofrimentos do Mestre, reproduzindo-os em si mesmo: “Hoc sentite in vobis quod et Cristo Jesu”. E si todas as almas fiéis se comovem à vista do Calvário imagine-se com que intensidade no coração da mãe de Jesus Cristo se deviam ter reproduzido os sofrimentos de Seu Filho.
Todavia não confundamos este mistério da compaixão cristã com a piedade maternal. Sem dúvida sofreu Maria as angústias da mais extremosa das mães e a sua alma, como um vasto e tranquilo oceano, refletiu em sua profundidade todas as torturas morais e corporais do Gólgota.

MAIO COM MARIA: Dia 23 - Maria é toda clemência e bondade



O autor dos Discursos sobre a Salve Rainha diz que Maria é a terra prometida pelo Senhor, na qual manava leite e mel. Quer assim mostrar-nos de modo bem intuitivo a grande bondade dessa Rainha para conosco, miseráveis e deserdados. S. João acrescenta que Maria tem entranhas de tanta misericórdia, que merece ser chamada não só misericordiosa, mas a própria misericórdia. Por causa dos infelizes foi Maria constituída Mãe de Deus e colocada para lhes dispensar misericórdia, ensina-nos S. Boaventura. Considera em seguida a imensa solicitude que ela tem para todos os miseráveis, bem como a sua grande bondade que acima de tudo deseja socorrer aos necessitados. Essa consideração leva o Santo a dizer:Quando olho para vós, ó Maria, parece-me não ver mais a divina justiça, mas a divina misericórdia somente, da qual estais cheia. Em suma, tanta lhe é a piedade que, como diz o Abade Guerrico, seu amoroso coração não pode cessar um momento de ser misericordioso conosco.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

Amor da família - Parte Final

Nota do blogue: Acompanhar esse Especial AQUI.
Cônego Júlio Antônio dos Santos
O Crucifixo, meu livro de estudos - 1950

Vocação

            Que é a vocação?
            A vocação é o chamamento de Deus.
            Quantas espécies há de vocação?
            Há duas espécies principais de vocação: A vocação que consagra a vida ao serviço de Deus, e a vocação para a vida cristã no mundo.
            1.º A vocação para o serviço de Deus é susceptível de três formas:
            — A vocação religiosa acrescida da vocação para estado eclesiástico: é a dos religiosos.
           — A vocação religiosa sem a vocação para o estado eclesiástico é a das religiosas e dos religiosos não padres.
            — A vocação para o estado eclesiástico sem a vocação religiosa é o do clero secular.
            2.º A vocação para a vida cristã no mundo é o estado de celibato no mundo, é o das almas chamadas à virgindade para se entregarem mais facilmente aos exercícios de piedade e à prática das obras de misericórdia, e o estado do matrimônio.

O Crucifixo

Fonte: Mãe Cristã 

O crucifixo é o livro de rezas do cristão, é o breviário da fé, o epítome da ciência divina, o instrumento das bênçãos, o topo de todas as virtudes e o símbolo das esperanças imortais. Fato admirável! Este símbolo, tão singelo quão sublime, está ao alcance de todas as idades; fala e compreende todas as línguas; corresponde a todas as necessidades, todas as condições, a todas as situações; instrui e consola; sustenta os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os fiéis e os pecadores, os sábios e os ignorantes; resume em si todas as exortações e todas as prédicas; é a figura tangível de todos os mistérios de nossa redenção. Que humano coração poderá conservar-se indiferente e frio em face de um benfeitor generoso? Ora, o Crucifixo é imagem daquele que nos salvou e que livrou do opróbrio a nossa família e da servidão todos os nossos antepassados.
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