sábado, 29 de outubro de 2016

CRIANÇA E O DIA DE DOMINGO


É indispensável que o dia de domingo seja um dia diferente para as crianças.

Os pais podem incutir na alma dos pequenos uma devoção para esse dia. Fazer com que preparem e escolham a "roupa de missa", ou seja, a melhor roupa; se ela recebe uma mesada propôr que separe uma pequena parte que será distribuída nos 4 domingos para o momento do ofertório, mas orientando que o mais importante é se ofertar a Deus. Lembrar da importância do silêncio na missa, mas nunca nos esqueçamos que se trata de crianças. Evitar qualquer tipo de barganha com a criança do tipo: fique quietinha e depois te compro uma pipoca.

Não, a partir de uma certa idade a criança tem que participar dos momentos com os pais que lhes explicarão tudo em linguagem que sua idade possa compreender.

Letícia de Paula

MISSÃO DIVINA

Educar uma prole requer tempo, preparação, renúncia. Não é algo simples. Educa-se o intelecto, a moral, o físico e o espiritual. Isso exige acompanhamento, observação, métodos e sacrifícios. 

Que uma mulher queira trabalhar fora para se sentir útil, realizada, tudo bem, mas sua obrigação, desde que assume um casamento é com a família e em especial com os filhos, pois esses são subordinados diretos dela. Trabalho, estudo são pontos secundários e sua alegria deve ter origem nessa missão cumprida e não noutras.

Esse princípio não tem nada de burguês e nem de opressor, esse princípio é divino.

Letícia de Paula

CORRUPÇÃO MORAL E A MÚSICA



Uma das melhores formas de se evitar corrupção moral de crianças é educá-las musicalmente. 

Desde o ventre materno a criança já deve ouvir boas músicas. Com os primeiros anos de vida viver num ambiente onde os pais têm esse costume.

Nada de galinha pintadinha, que nada tem de instrução e belo, muito menos essas músicas mundanas que levam à sensualidade e à escravidão corporal. 

Se soubéssemos a importante da música na formação da vontade jamais faríamos descaso dela na vida de nossos pequenos.

____________

Algumas sugestões de músicas:

* Canções de Santa Maria — são ótimas em letra, ritmo e variedade de instrumentos, muito valiosas para formarem os ouvidos infantis, além de muitas serem animadas. (acha-se no youtube).

* Palavra cantada — é muito bom também, em especial o Cd Pauleco e Sandreca. Existe um diferencial na preparação do vídeo, som de instrumentos mais nítidos.

* Fortuna — Um trabalho bem legal de música e teatro.

* Existem algumas músicas clássicas boas, por exemplo: Yo-Yo Ma, Kathryn Stott, Jacques Ibert - trois pièces brèves, I. Allegro - Carion, como ensina Carlos Nadalim no link abaixo:

SOBRE ALGUNS DEVERES DOS EDUCADORES


1. Dar o exemplo.

2. Buscar uma vida de formação sobre educação.

3. Rezar para bem cumprir a missão de educadores e rezar pela santificação dos educandos.

4. Colocar a formação espiritual e moral acima da educação intelectual, pois será as duas primeiras educações que darão base para que o educando tenha uma vida intelectual saudável. A educação física já é algo mais nato, se assim posso dizer.

5. Não abrir mão da autoridade, porém sem cair no autoritarismo.

6. Fugir dos excessos. A criança precisa ser criança e ter uma educação pautada no equilíbrio.

7. Oferecer uma educação provinda da alegria.

8. Paciência para com o educando e para consigo, pois a impaciência gera o desespero e a desistência.

9. Vigilância.

10. Domar a vontade própria e presar pela boa formação da criança. Alguns educadores tornam-se cegos diante do amor pelo educando e agem mais pelos sentimentos do que pela razão, isso pode prejudicar seriamente uma educação firme que possibilite uma visão mais real da vida aos educandos.

Letícia de Paula

DESENVOLVIMENTO SOCIAL INFANTIL

O que mais tem por aí são pessoas defendendo que a educação em colégios, em especial nos primeiros anos de vida (creches), é importante para o desenvolvimento social da criança.

Posso falar? Isso é uma das maiores falácias que existe.

Misturam num liquidificador crianças de vários níveis sociais, com diferentes educações e religiões, algumas com problemas emocionais sérios, e depois colocam essa mistura em forminhas politicamente corretas, liberais e relativistas.

"Somos todos iguais, independente das diferenças".

O desenvolvimento social pode-se dar de diversas formas.

Aprendendo uma arte marcial, música, algum curso, com os amigos do prédio ou rua, primos, enfim... não há necessidade de deixar uma criança 8 horas por dia, de segunda a sexta num ambiente corrompível com essa justificativa barata e egoísta.

O maior desenvolvimento social que uma criança precisa é com sua primeira sociedade, a saber: sua família.

Letícia de Paula

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Um padre é condenado pelo STJ a pagar 60 mil reais

Um padre é condenado pelo STJ a pagar 60 mil reais em indenização por interromper um assassinato (aborto).

Algumas observações:

1- O Padre Lodi é condenado, e o desembargador que deferiu o habeas corpus -- solicitado pelo padre -- não. Como assim? não há uma hierarquia aqui a ser obedecida? não seria correto ambos serem indenizados se realmente a ação fosse temerária?

2- O Tribunal ou Desembargador concedeu a ordem, não foi por obediência ao cidadão, mas por verificar que naquele caso, o juiz estava de fato agindo com ilegalidade e abuso de poder. Logo, essa condenação ao Padre Lodi inutiliza a lei. BRASIL LIXO.

3- A criança viveu mais algumas horas depois de nascida, mesmo depois de ter sido vítima das medicações dadas à mãe para o aborto induzido. Do que morreu essa criança? ela sofria de síndrome de Body Stalk, mas fizeram uma autopsia para comprovar qual a morte real dessa criança? Síndrome ou envenenamento por medicações fortes?

4- Só tenho uma coisa a dizer a esse padre: BRAVO!

Letícia de Paula

ESCOLAS OCUPADAS



Um garoto de 16 anos morre dentro de uma escola ocupada por delinquentes. Algumas observações:

1- A morte realmente se deu por conta de uma briga entre drogados? Tenho eu cá minhas dúvidas.

2- Suspeito e vítima entram na escola ocupada tranquilamente, usam drogas, brigam, ocorre um ASSASSINATO lá dentro e o movimento Ocupa Paraná alega que eles não fazem parte da ocupação. Sei...

3- Ocupa Paraná, ao se referir ao garoto morto, em nota diz: "mesmo não sendo um dos estudantes que ocupavam a escola é também vítima de um sistema que oprime e que não corresponde aos anseios da juventude." — Vítima do sistema? ou seria vítima de uma ocupação feita por bandidos?

4- Já se esperava por uma morte nessas ocupações mas vinda da polícia, assim poderiam culpar o governo Temer e a própria polícia, mas veio do meio deles e é claro, será abafado e culpam "o sistema que oprime" (tópico 3).

5- O governador do Paraná, em nota diz: "É ainda mais gravíssimo e lamentável, porque aconteceu no interior de uma escola ocupada, que deveria estar cumprindo a sua missão de irradiar a luz do conhecimento e a formação da cidadania." — É sério? "missão de irradiar luz e conhecimento" um ensino com base em Paulo Freire, Piaget, Rousseau, e outros delinquentes? não me faça rir.

Todos esses delinquentes, baderneiros são crias do PT e dessa esquerda desmoralizante e bandida, únicos responsáveis moralmente por esse assassinato.

Letícia de Paula

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Hierarquia respeitada


A hierarquia de uma família deve ser respeitada e vivida diante dos filhos. Todas as desavenças devem ser tratadas em particular, jamais diante dos pequenos.

Outra coisa que deve ser evitada é fazer dos filhos seus ouvintes de queixas, exemplo: "Seu pai não tem paciência comigo, só sabe assistir futebol e dormir." ou então: "Sua mãe fala demais e me tira do sério". Se nem os adultos conseguem fazer um bom juízo dessas queixas quanto mais as crianças.

Outro ato deplorável e que arruína a autoridade dos pais é o pai ordenar algo e a mãe permitir a mesma coisa segundos depois (ou vice-versa). Isso faz com que a palavra de ambos perca crédito diante das crianças. Se não estamos bem com nosso cônjuge resolvamos a situação com conversa e maturidade e não descontando em ações que só as crianças tendem a perder.

Letícia de Paula

PAI OU AMIGO?


Existe uma falácia nos tempos atuais de que o pai tem que se colocar como igual perante ao filho, ter os mesmos comportamentos para ser respeitado. Tolice, pois a criança PRECISA ter um porto seguro, uma voz de condução e isso parte dos pais.

Deve-se tratar o filho de forma que ele se sinta seguro para desabafar, perguntar, questionar mas sem afetação na imagem paterna. Amigo de colégio e de futebol é uma coisa, o pai é outra. A amizade provinda dessa relação é algo mais profunda e sobrenaturalizada. Isso não significa que não possa haver momentos de descontração, aliás, deve, mas jamais seu filho deve te tratar por um igual, ele precisa ter um referência de autoridade e que essa referência seja o pai, jamais o professor de história ou um picareta qualquer.

Letícia de Paula

Autoridade dos pais



Uma forma muito comum de se perder a autoridade diante dos filhos são as inúmeras intervenções sem muito critério. Exemplifico.

Uma mãe que passa o dia todo brigando com o filho, "Pedro, não suba na cadeira", "não beba água gelada", "eu estou mandando desligar essa TV", "Pedro, pare agora com essa gritaria", etc. Essas intervenções, geralmente feitas em alto tom, só servem para desautorizar os pais perante os filhos.

Se um dia a mãe for intervir por algo realmente de critério como numa mentira cometida ou pelo fato dos filhos não quererem ir à missa, eles não darão grande importância e não saberão distinguir a gravidade de uma falta leve e uma grave.

O ideal é sempre conversar com os filhos, abaixados (na altura deles) e em tom suave de voz, explicando o que você quer deles, com autoridade mas também suavidade e quando precisar intervir com mais pegada, se assim posso dizer, eles perceberão que determinado assunto tem sua gravidade.

Mas ainda sim, gritos e descontrole não são permitidos, pois só servem para desautorizar os pais.

Letícia de Paula

domingo, 2 de outubro de 2016

BIBLIOFILIA


CAPÍTULO VIII -- A revelação do momento presente é-nos mais útil, porque se dirige diretamente a nós

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


CAPÍTULO VIII
A revelação do momento presente é-nos mais útil,
porque se dirige diretamente a nós

            As palavras que Deus pronuncia expressamente para nós, são as que propriamente falando, nos instruem bem. Não é pelos livros nem pela investigação curiosa das histórias, que nos tornamos sábios na ciência de Deus. Esses meios não produzem, por si mesmos, senão uma ciência vã e confusa, capaz somente de ensoberbecer. O que nos instrui é o que hora a hora, momento a mo­mento, nos vai sucedendo; isso é o que forma em nós a ciência experimental, que Jesus Cristo quis adquirir antes de ensinar. Era de fato a única em que podia crescer, segundo a expressão do Evangelho, pois como Deus não há grau algum de ciência especulativa que Ele não possuísse. Mas se esta ciência foi útil ao próprio Verbo Encarnado, a nós é-nos absolutamente necessária para fa­larmos ao coração das pessoas que Deus manda ao nosso encontro.
            Só conhecemos perfeitamente o que a experiência nos ensinou pela realidade do sofrimento. Essa é a verdadeira escola do Espírito Santo que ao coração fala pa­lavras de vida; desta fonte deve brotar tudo aquilo que dizemos aos outros. O que lemos, o que vemos, não se torna ciência divina senão por esta fecundi­dade, esta virtude e esta luz que lhe dá o adquirido. Tudo isso não é senão como uma massa que necessita de fermento e deve ser condimentada pelo sal da experiência. E quando não há senão ideias vagas sem este sal, o homem é como um visionário que sabe todos os caminhos de todas as vilas e cidades, mas que se perde ao ir para a sua própria casa.

            Portanto é preciso escutar a voz de Deus, momento a momento, para ser douto na teologia virtuosa, toda ela prá­tica e experimental. Não te importe o que se diz aos outros. Ouve o que se diz para ti e a ti; e terás o bastante para exercitar a tua fé, pois esta linguagem interior de Deus exercita-a, purifica-a e aumenta-a pela sua mesma obscuridade.

CAPÍTULO VII -- A ação divina é tão indignamente tratada por muitos cristãos

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J



CAPÍTULO VII
A ação divina é tão indignamente tratada por muitos cristãos, nesta manifestação de cada dia, como Jesus Cristo o foi pelos Judeus em sua própria carne

            Ó quantas infidelidades se encontram no mundo! Ó como se pensa indignamente de Deus, pois sem cessar temos a ousadia de observar à ação divina o que não faríamos com o mais pequeno artista na sua arte. Queremos reduzir a ação de Deus às regras e aos limites imaginados pela nossa débil razão. Que­remos reformá-la! Tudo são queixas, tudo murmurações!
            Surpreende-nos e desperta a nossa indignação o tratamento dado a Jesus pelos judeus. Ó divino amor! ó vontade adorável! ó ação infalível! Como vos consideram! Por ventura a vontade divina pode proceder fora de propósito ou fora de razão? Mas eu tenho um negócio e falta-me tal coisa; tiram-me os meios necessários; este homem atravessa-se em tão santas obras: ora isto não é completamente absurdo? Esta doença apodera-se de mim, sendo que eu não posso absolutamente prescindir da saúde. E eu digo que a vontade de Deus é a única coisa necessária; e assim tudo o que ela não dá é inútil.
            Não, ó queridas almas, nada vos falta. Se vós soubésseis o que são essas coisas que chamais reveses, contratem­pos, contrariedades, onde não vedes senão sem-razões e despropósitos, experimentaríeis extrema confusão; repreen­der-vos-íeis a vós mesmas das vossas murmurações, como de verdadeiras blas­fêmias; mas não pensais nisso. Porém tudo isso não é senão a vontade de Deus; e esta vontade adorável é blasfemada pe­los seus queridos filhos, que a desco­nhecem!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...