domingo, 24 de janeiro de 2016

5 — Mais são os que estão a nosso favor do que os que estão contra nós

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


5 — Mais são os que estão a nosso favor
do que os que estão contra nós
 

Foi no tempo em que Benadad, rei da Síria, estava em guerra com o rei Joram, que governava Israel. Ora, vivia nesse tempo em Israel um grande profeta, chamado Eliseu. Este desvendava a Joram quanto tramava Benadad no mais secreto dos seus conselhos com os seus ministros e generais.
Pode-se imaginar a ira de Benadad quando soube do procedimento de Eliseu. Jurou que o havia de capturar, custasse o que custasse, e que daria o prêmio merecido, a morte.
Passados tempos foi Eliseu com Giesi, seu servo, a uma cidade chamada Dotan, a doze milhas de distância. Soube-o Benadad, e mais que depressa fez armar carros e soldados, e lá chegando já noite fechada, limitaram-se a distribuir as tropas em volta da cidade, de modo a ficar inteiramente cercada.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

ALERTA! - Parte V

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


3.º Principio 
Acontece que alguns, sendo ainda muito crianças praticaram certos atos contrários à pureza. Só mais tarde, ao ouvirem um sermão ou durante um retiro, se capacitam da ação cometida na infância, e dizem consigo: “Mas o que eu então pratiquei era coisa gravemente proibida!” Terão eles caído em pecado mortal? Não. Peca-se só quando há consciência da ação praticada.
Se presentemente eles reconhecerem o caráter de culpabilidade da ação, outrora praticada e a aprovarem, assumem, neste caso, a responsabilidade do ato, pois que nele se realizaria a gravidade objetiva juntamente com a malícia subjectiva. Mas trata-se de uma ação outrora cometida. Ora naquela época, por hipótese, ignorava-se que o objeto da culpa fosse, em si, pecado mortal. Não foi o pecado portanto perpetrado. A não ser, está claro, que esta ignorância fosse voluntariamente admitida, não teria havido senão a gravidade material do pecado e de modo algum o elemento moral de responsabilidade, necessário ao constitutivo do crime.

O Anjo de Isaac / A escada de Jacó e os Anjos que por ela subiam e desciam

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


3 — O Anjo de Isaac 

Um dia Deus, para experimentar até onde ia a obediência de Abraão, ordenou-lhe que lhe oferecesse Isaac em sacrifício sobre uma montanha.
Ora, Abraão amava ternamente a seu filhinho Isaac. Mas, achando-se que devia sobretudo obedecer a Deus, que é o autor da nossa vida, resolveu-se prontamente a cumprir com a ordem de Deus. Fez um feixe de lenha, pô-lo às costas de Isaac, tomou do cutelo com que o devia imolar, empunhou um tição para ascender a lenha e partiu para o monte Mória.
Enquanto caminhavam, eis que Isaac começou a perguntar: “Meu pai, a lenha e o fogo estão aqui; mas onde está a vítima para ser sacrificada?” E Abraão respondia: “Meu filho, Deus a dará…” Depois de muito caminhar chegaram ao monte Mória, e Abraão fez um altar de pedra e dispôs a lenha sobre ele. Em seguida, ligou Isaac com a corda, pô-lo sobre o altar… e puxou do cutelo.

A ação divina continua nos corações a revelação começada nas segredas Escrituras; más as letras de que se serve para a escrever, só no grande dia da eternidade serão visíveis

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O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


CAPÍTULO V
A ação divina continua nos corações a revelação começada nas segredas Escrituras; más as letras de que se serve para a escrever, só no grande dia da eternidade serão visíveis

            Jesus Cristo, diz o Apóstolo, era on­tem, é hoje e será até ao fim dos séculos. Desde a origem do mundo, era como Deus o princípio da vida das almas justas; a sua humanidade, desde o pri­meiro instante da Encarnação, partici­pou desta prerrogativa da sua divindade. Opera em nós todo o tempo da nossa vida: o tempo que há-de decorrer até ao fim do mundo não é mais do que um dia, e este dia é um dia cheio de Jesus. Jesus Cristo viveu e vive ainda; come­çou em si mesmo e continua nos seus santos uma vida que não acabará nunca, ó vida de Jesus que se estende e so­breleva a todos os séculos; vida que em cada momento vai realizando novas atividades. Se o mundo todo não é capaz de compreender tudo o que se poderia escrever da vida de Jesus, do que fez e do que disse sobre a terra; se o evange­lho não nos debuxa senão alguns pe­quenos traços dela; se a primeira hora é tão desconhecida e tão fecunda, quan­tos evangelhos haveriam de escrever-se para fazer a história de todos os momen­tos desta vida mística de Jesus Cristo, que multiplica ao infinito as maravilhas e as multiplica eternamente, pois todos os tempos, propriamente falando são apenas a história da ação divina?

Masculinidade: o que está acontecendo com os homens de Deus?

Nota do blogue: Segue aula de continuação sobre a masculinidade.



Masculinidade: o que está acontecendo com os homens?

Nota do blogue: Segue uma aula do Padre Paulo Ricardo muito interessante sobre a questão da masculinidade. Um assunto muito pouco abordado entre os tradicionalistas.


sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

ALERTA! - Parte IV

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


2.º Princípio 
Será possível cair-se em pecado grave durante o sono, por sonhos ou outras quaisquer impressões?
Nem gravemente nem levemente, pois é um contrassenso o imaginar-se que se dá consentimento enquanto se está dormindo. O sono é, numa pessoa, incompatível com o seu consentimento.
E durante a semivigília? por exemplo, pela manhã e à noite, no estado indeciso entre o de consciência e o de sono?
O problema é mais delicado.
A inconsciência é lentamente progressiva: até que grau chegou ela já? Avantaja-se ela ao estado consciente ou subsiste este ainda, ao menos substancialmente? Se realmente há já semivigília, já não subsiste senão uma semiconsciência e, então já se pode cometer pecado venial, nunca porém, mortal, que por definição supõe deliberação plena e perfeito consentimento.
O princípio é muito simples (seja qual for a sua aplicação talvez difícil de resolver-se): há ainda, sim ou não, conhecimento e volição?

* * *

2 — Dois Anjos salvam Ló e sua família do incêndio de Sodoma

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

 

2 Dois Anjos salvam Ló e sua família do incêndio de Sodoma 

Ló morava numa cidade que se tornou famosa pela vida infame que levavam seus habitantes. Essa cidade se chamava Sodoma. Só ele permanecia ileso da geral pestilência e desregramento de costumes. Ora bem, como castigo de seus nefandos pecados Deus Nosso Senhor, justíssimo Juiz, condenou ao fogo a cidade com todos os seus habitantes, assim como três cidades mais, pecadoras como Sodoma. Mas Ló era inocente. Por isso Deus quis salvá-lo antes que o fogo caísse sobre a cidade. Isto se deu do seguinte modo.

sábado, 2 de janeiro de 2016

ALERTA! - Parte III

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


1.º Princípio 
Os escrupulosos devem viver tranquilos. Enganam-se e fazem a Deus injúria se imaginam que a vida cristã é um terreno minado, em que a gente se afunda, sem se dar pelo perigo, uma como mata escura, semeada de armadilhas e de ratoeiras para feras.
Não! Não! Deus não é embusteiro e enganador.
Não se comete pecado mortal, sem que se saiba e perfeitamente se saiba, sem que se queira e resolutamente se queira.
“Tenho, dizeis vós, pavor de cometer um pecado mortal!”
E não sabeis que o que mais vos deve tranquilizar é exatamente este temor? O fato de se temer grandemente uma coisa, é prova de se não desejar tal coisa!
Santo Inácio, a quem Leão Daudet recentemente apelidava, “O rei dos psicólogos… O príncipe dos psicólogos” (Daudet, “Les oeuvres dans les hommes”), Santo Inácio, repito, nas suas “Regras para o conhecimento e discernimento dos escrúpulos” julga que o tormento dos escrúpulos “por algum tempo é utilíssimo à alma… pois a ajuda eficazmente a torná-la mais simples e mais pura, desviando-a inteiramente mesmo da aparência do pecado, conforme diz S. Gregório: É próprio de almas santas ver faltas mesmo onde as não há: ‘Bonarum mentium est, ibi culpam agnoscere ubi culpa nulla est’.[1]
“O inimigo (Satanás) repara atentamente se a alma é pouco escrupulosa ou se é timorata. Se é timorata, esforça-se por torná-la extremamente delicada, para assim mais facilmente a precipitar na dúvida e no abatimento. Se observa, por exemplo, que ela não consente nem no pecado mortal, nem no venial, nem mesmo em coisa onde haja sombra de pecado deliberado, então, já que não pode fazê-la cair, nem sequer na aparência de falta, envidará todos os esforços para fazer-lhe crer que há pecado onde realmente não há pecado algum.

Parte II EXEMPLOS OU MANIFESTAÇÕES VISÍVEIS DOS ANJOS, NO VELHO E NOVO TESTAMENTO E NA HISTÓRIA ECLESIÁSTICA

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


Parte II 

EXEMPLOS OU MANIFESTAÇÕES
VISÍVEIS DOS ANJOS, NO VELHO E NOVO TESTAMENTO E NA HISTÓRIA ECLESIÁSTICA


Capítulo I 

OS ANJOS NO ANTIGO TESTAMENTO 

Muitos são os passos da Sagrada Escritura em que se referem os favores e benefícios que os Anjos de Deus fizeram aos homens, que são, diz a mesma Escritura, “pouco inferiores aos Anjos: minuisti eum paulo minus ab Angelis.”
Mais de quarenta manifestações de Anjos enumera nos livros santos o P. Cornélio a Lápide, que é um dos mais doutos intérpretes da Escritura. E o Catecismo Romano diz: “Está cheia a história dos santos deste gênero de exemplos…” (P. IV, cap. 9). Escolheremos, dentre esses muitos exemplos do Velho Testamento, alguns mais interessantes e de maior edificação, resumindo-os quando conveniente.

1 Um Anjo socorre a Agar e seu filhinho
Ismael já desfalecente pela sede

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