segunda-feira, 30 de novembro de 2015

O COMBATE DE CADA UM - Parte I

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.
 

O COMBATE DE CADA UM

Acabamos de dizer: todos devem lutar.
Mas a luta não é para todos da mesma maneira.
A tentação é, ao mesmo tempo, geral e relativa.
Examinemos os principais elementos desta relatividade.

1.º Elemento de relatividade: o temperamento

Há indivíduos que se impressionam muito facilmente mas outros não; uns comovem-se por um dá cá uma palha, outros ficam impassíveis ou “apáticos”. Mas é fácil de se compreender como entre os dois extremos opostos tem lugar toda a gama dos intermédios; e assim como se não passa bruscamente da grande claridade, do meio-dia, às trevas da meia-noite, assim entre os dois extremos, entre si muito distintos, de que falamos, se intercalam todas as modalidades da transição.
Podeis observar, desde logo, como é complexo o problema!
Não compreende somente dois termos: os suprassensíveis e os infrassensíveis, mas ainda um número incalculável de tipos médios.
São tantos quantos indivíduos!

2.º Elemento de relatividade: as crises

Ocasiões em que devemos especialmente recorrer ao Santo Anjo da Guarda

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


3 Ocasiões em que devemos
especialmente recorrer ao Santo Anjo da Guarda
 

1.º — Há ocasiões na vida em que nos sentimos pequenos, ou, pelo menos, desconfiados de nossas forças, ante a empresa com que vamos arcar.
É claro que sobretudo nessas ocasiões é preciso recorrer ao santo Anjo da Guarda.
Preparas-te para fazer a Santa Comunhão? Pede ao teu Anjo da Guarda que te ajude.
Trata-se de escolher estado de vida? Suplica ao teu Anjo que te ilumine, te dirija, te guarde do mau caminho.
Queres cumprir bem com as tuas obrigações no ofício que escolheste ou que te impuseram? Faze por merecer, com oração e obséquios, e ajuda do teu Anjo da Guarda. Enfim faze de modo semelhante se te vês a braços com um concurso, um exame, ou outra qualquer tarefa digna, que te traga preocupado. Sempre é ao teu melhor amigo, o santo Anjo da Guarda, que deves recorrer, e tem confiança que de uma forma ou de outra ele te ajudará. Para isto te foi ele dado por Deus. E se ele te não pudesse valer to não teria dado Deus.

sábado, 28 de novembro de 2015

Promoção de livros, até dia 29/11/2015!

Segue algumas promoções do site Cultor. Confiram o site para adquisição e maiores pesquisas! Não percam!




POR APENAS 21,60


POR APENAS 12,00


POR APENAS 13,20


POR APENAS 12,00


POR APENAS 12,00


POR APENAS 15,00


POR APENAS 12,00

A MILÍCIA - O combate geral

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.
 

A MILÍCIA 
O combate geral 
O pensamento sintético desta brochura é este: “A Castidade é um heroísmo!” E o seu título: a “Grande Guerra”.
O subtítulo há de ser a exortação do Sagrado Livro: “Levantem-se os jovens e combatam”, (2 liv. Sam. 2-14); ou as palavras de Jó: “A vida do homem sobre a terra é um combate”, (Jó 7-1); ou o versículo do Eclesiástico: “Peleja… pela tua alma e combate até a morte”, (Ecl. 4-33); ou ainda as divisas de S. Paulo: “Sê bom soldado de Cristo Jesus”, (2 Tim. 2-3); “Combate o bom combate”, (1 Tim. 4-7); Esgrime à direita e à esquerda”, (2 Cor. 6-7).
S. Paulo, ótimo batalhador deste “bom combate” descreveu, peça por peça, o equipamento dos soldados valentes; “Revesti-vos com as armaduras de Deus para poderdes resistir no dia da prova e permanecer de pé depois de haverdes levado tudo de vencida”. “Sede fortes, cingi-vos de verdade, tomai a couraça da justiça, embraçai o escudo da Fé, com o qual possais aparar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação e a espada do espírito”. (Efes. 6-13).

A ação divina oferece-nos a cada instante bens infinitos, e dá no-los à medida da nossa fé e do nosso amor

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


CAPÍTULO III
A ação divina oferece-nos a cada instante bens infinitos, 
e dá no-los à medida da nossa fé e do nosso amor

            Se nós soubermos considerar cada momento como a manifestação da von­tade de Deus, aí encontraremos tudo o que o nosso coração pode desejar. Com efeito, que há de mais razoável, de mais perfeito, de mais divino, do que a von­tade de Deus? O seu valor infinito pode porventura aumentar, com a diversidade de tempos, de lugares, de coisas? Dan­do-vos o segredo de a encontrar em tudo e a cada momento, tendes o que há de maus precioso e de mais digno dos vossos desejos. Que desejais pois, almas santas? Dai livre curso ao vosso fervor, estendei os vossos desejos para além de toda a medida e de todo o limite: tenho com que o encher. Não há momento em que vos não faça encontrar tudo quanto podeis desejar.

Confiança irrestrita no Santo Anjo da Guarda

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


2 Confiança irrestrita no Santo Anjo da Guarda 

Duas coisas nos poderiam abalar a confiança no Anjo da Guarda: o temor excessivo do perigo e a dúvida do seu socorro.
Em ambas as atitudes grande injúria faríamos ao Santo Anjo. Seria admitir ou falta de fidelidade da sua parte, ou de sabedoria e prudência, ou de poder.
Aliás, a ofensa tem alcance inda mais considerável. Vai atingir o mesmo coração paterno de Deus, que nos teria assim confiado a um guarda incapaz de proteger-nos.
Não é tal a atitude do verdadeiro crente e devoto do Santo Anjo da Guarda. Muito pelo contrário, ele faz suas as palavras de S. Bernardo: “Que podemos nós temer sob a proteção de tão grandes guardas?” — Quid sub tantis custodibus timeamus?

quinta-feira, 26 de novembro de 2015

SUPER PROMOÇÃO - CULTOR!

Esta promoção será válida somente enquanto durarem os estoques no período de 26/11/2015 (a partir das 20h) até 30/11/2015 
(até as 10h), EXCLUSIVAMENTE na loja virtual (www.cultordelivros.com.br). 
Frete não incluso. Promoção não cumulativa.

AOS JOVENS DE VINTE ANOS!

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



AOS JOVENS DE VINTE ANOS! 
Para vós é que eu escrevo este livro!
Possuís o precioso dom da juventude: sois por isso incomparavelmente ricos, e praza aos céus que possais dar o devido valor a tão grande tesouro!
Vossos corações batem acelerada e fortemente. Vossos olhos faíscam, e por tal forma cintilam, que muito é de admirar não hajam ainda queimado os que os têm, pois irradiam tão vivo e ardente calor. Vossas almas juvenis agitam-se em busca de ideais.
Sois tão generosos!…
Sois tão fracos!
Vossas almas são de um cristal fragilíssimo!
Muito belo é o cristal irisado e sonoro! mas é mister preservá-lo dos choques!

* * *

“SANTO ANJO DO SENHOR, EU TENHO CONFIANÇA EM VÓS!”

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


Capítulo IX 

“SANTO ANJO DO SENHOR,
EU TENHO CONFIANÇA EM VÓS!”

O verdadeiro devoto do santo Anjo da Guarda tem nele, naturalmente, a mesma confiança que a criancinha, pequenina, tem em sua Mamãe. Supérfluo é estarmos a exortar a uma criança a que tenha confiança em seus pais.
Da mesma forma, ao que crê na presença do seu Anjo, e sabe pela fé que esse espírito celestial vela sobre as nossas almas com o afeto e solicitude de uma mãe, supérfluo nos parece ainda exortá-lo a essa confiança.
Ora quem confia se entrega. É, pois, nosso dever entregar-nos ao santo Anjo da Guarda e confiar-nos à sua solicitude.
É o Santo Anjo o melhor guarda de nossa alma — a confiança que nele devemos depositar é sem limites — com especial confiança devemos a ele recorrer em algumas ocasiões — eis o que exporemos neste capítulo.

1 O santo Anjo é o melhor guarda de nossa alma

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

COMPÊNDIO DE TEOLOGIA ASCÉTICA E MÍSTICA - ADOLPHE TANQUEREY

(Clique no título acima e saiba mais)


DESCRIÇÃO
ADOLPHE TANQUEREY | 823 PÁG. | TEOLOGIA | BROCHURA. 

O caráter sistemático, a profundidade de conceitos, 
o enraizamento nos mestres da espiritualidade cristã 
e as bases escriturísticas e teológicas sólidas 
fazem desta obra um clássico imprescindível.

A ação divina é tanto mais visível aos olhos da fé, quanto são mais opostas as aparências sob as quais se esconde

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


CAPÍTULO II
A ação divina é tanto mais visível aos olhos da fé, 
quanto são mais opostas as aparências sob as quais se esconde

            A alma iluminada pela fé está bem longe de julgar das coisas como aque­les que as medem pelos sentidos, igno­rando o tesouro inestimável que elas en­cerram. O que sabe que uma pessoa disfarçada é o rei, procede de modo bem diferente quando dia chega, do que aquele que vendo a figura dum homem vulgar, o trata segundo a aparência ex­terior. Do mesmo modo a alma que vê a vontade de Deus nas mais pe­queninas coisas, nas mais desoladoras e angustiantes, recebe tudo com igual alegria, com igual reverência e júbilo; o que outros temem e fogem com horror, honra-se ela de o receber, abrindo-lhe de par em par as portas do coração. A bagagem é pequena, os sentidos desprezam-na; mas o coração, sob essa apa­rência vil, reverência do mesmo modo a majestade real; e quanto mais ela se abate para vir em segredo e sem ruído, tanto mais o coração se sente penetrado de amor.

AO BENÉVOLO LEITOR

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


AO BENÉVOLO LEITOR 
Minha atitude deveria ser a de absoluto silêncio, e o é de fato quanto à apreciação do livro do R. Pe. Hoornaert.
Nada há mais a dizer-se, quando um Pe. Vermeersch — o grande moralista da atualidade, e um Pe. Luiz Gonzaga Cabral, ilustrado quanto Vermeersch, dedicado amigo dos jovens como Hoornaert, analisam, pesam e não regateiam encômios ao belo livro “Le combat de la Pureté”, a que, relevem-me a ousadia, para o vernáculo dei por título: “A GRANDE GUERRA”.
Para a apresentação do admirável livro do Pe. Hoornaert, em português, nenhum com maior competência, inteira justiça e mais elevado critério poderia fazê-lo como o R. Pe. Cabral que, no Brasil, especialmente nesta legendária Metrópole do Salvador, é o abnegado apóstolo, o amigo sincero, o grande propulsor dos nobres entusiasmos desta nossa bela, generosa e forte mocidade.
Não teve outro intuito o meu diminuto esforço senão o de fazer bem aos nossos jovens heróis, dar-lhes o pábulo de uma leitura sadia, pura, reconfortadora e doutrinal nessa quadra difícil — a de 20 anos, e de lhes proporcionar armas seguras e bem escolhidas para a luta, gloriosa e necessária, de todos e de todo instante.

Modo prático de reparar as nossas ofensas

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


3 Modo prático de reparar as nossas ofensas 

Reparar sem um sincero desejo de não tornar a cometer as injúrias feitas não é reparar. É agravar a culpa.
A culpa é um roubo e o fruto deste roubo é irrestituível.
A reparação é, portanto, a compensação que se dá em face da impossibilidade da restituição. Supõe o desejo de restituir o que se roubou, caso fosse possível. Ora, a disposição de restituir o roubado é incompatível com a de praticar outro roubo. Daí a necessidade de resolução de não tornar à ofensa, em quem quer que queira realmente reparar.
Isto, por sua vez, supõe o arrependimento da ofensa feita. Arrependimento, portanto, e resolução de emenda é condição sine qua non em toda verdadeira reparação.
Mas isto, ainda que indispensável, é apenas a condição. Não é tanto a reparação mesma, quanto o primeiro passo na vida de reparação ou, melhor ainda, a cessação da vida de ingratidão.
A reparação mesma, diz S. Bernardo que consistirá em fazer sobretudo todos aqueles atos que sabemos serem do agrado dos Anjos: in his maxime exercendum nobis, in quibus novimus Angelos delectari.

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

EXCELÊNCIAS DA SANTA MISSA - São Leonardo de Porto-Maurício

Nota do blogue: Quando conheci a Tradição Católica foi o primeiro livro que li. Recomendo vivamente.




São Leonardo de Porto-Maurício
(clique no título acima para saber mais)


DESCRIÇÃO
SÃO LEONARDO DE PORTO-MAURÍCIO | 
100 PÁG. | ESPIRITUALIDADE | BROCHURA. 

Os tesouros, por grandes e preciosos que sejam, não podem ser estimados se não forem conhecidos. Eis por que muitos não têm pelo santo Sacrifício da Missa o amor que deveriam ter, porque este tesouro, a maior maravilha e a maior riqueza da Igreja de Deus, é um tesouro oculto, um tesouro muito pouco conhecido.

A fim de colocá-lo ao alcance de todos, este livro contém apenas três capítulos. No primeiro faz-se uma curta introdução sobre a excelência, a necessidade e as vantagens da Santa Missa, no segundo se expõe um método piedoso e prático para dela participar com fruto, e no terceiro registram-se alguns exemplos próprios para estimular as pessoas a assistir à Santa Missa todos os dias.

Em suma, é um Tesouro Oculto que é revelado. Se souberes dele aproveitar, enriquecerás de todos os bens para a vida e para a morte, para o tempo e para a eternidade.

LIVRO SEGUNDO - DA AÇÃO DIVINA E DA MANEIRA COMO ELA TRABALHA SEM CESSAR NA SANTIFICAÇÃO DA ALMA / A ação divina este presente em toda a parte e sempre, ainda que não seja visível senão aos olhos de fé.

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


LIVRO SEGUNDO
DA AÇÃO DIVINA E DA MANEIRA COMO ELA TRABALHA SEM CESSAR NA SANTIFICAÇÃO DA ALMA

CAPÍTULO I
A ação divina este presente em toda a parte e sempre, 
ainda que não seja visível senão aos olhos de fé.

            Na mão de Deus todas as criaturas estão vivas; os sentidos não percebem senão à ação da criatura, mas a fé vê em tudo a ação divina. Ela crê que Jesus Cristo vive em tudo e opera em toda a extensão dos séculos; que o me­nor momento e o menor átomo encerram uma porção dessa vida escon­dida e dessa ação misteriosa, a ação das criaturas é um véu que cobre os pro­fundos mistérios da ação divina. Jesus Cristo, depois da ressurreição, surpreen­dia os discípulos com as suas aparições; apresentava-se-lhes sob figuras que o encobriam; e logo que se manifestava, desaparecia. Este mesmo Jesus, que está vivo e sempre operante, surpreende ainda as almas que não têm a fé bastante esclarecida.

O amor paciente e benigno com que nos tolerou o Santo Anjo da Guarda

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


2 O amor paciente e benigno com
que nos tolerou o Santo Anjo da Guarda
 

“Pequei e muito pequei, e não recebi o que merecia em castigo: et ut eram dignus non recepi.” Nem sequer nos faltou, depois de tantas faltas, a amizade do Anjo da Guarda. No entanto, uma injúria somente basta para separar velhos amigos, e converter em ódio a antiga amizade.
E isto por que? Porque a amizade humana em motivos humanos se fundamenta, e estes são instáveis. Não assim a amizade que nos têm os Anjos. Fundamenta-se em motivos espirituais, tais como o amor de Deus, de quem somos filhos de adoção, o preço de nossa alma, que foi o Sangue de Cristo — e, estes motivos são constantes, imutáveis. Constante é, portanto, a amizade que nos têm os Anjos, apesar das nossas culpas. Não há dúvida que estas enfraquecem a sua amizade para conosco, tanto mais quanto maior for a nossa culpabilidade, e menores as atenuantes da falta.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

APRESENTAÇÃO

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



APRESENTAÇÃO
do Pe. Luiz Gonzaga Cabral, S.J. 

Nos séculos XIV e XV travou-se entre a França e a Inglaterra a porfiada luta que ficou na História com o nome de Guerra dos 100 anos.
A Alemanha no século XVII foi o teatro de outra guerra intestina, conhecida pela designação de Guerra dos 30 anos.
Entre a França coligada com as principais potências europeias e a Inglaterra unida à Prússia, feriu-se no século XVIII a Guerra dos 7 anos.
Dir-se-ia que as guerras rotuladas pelos anos da sua duração simbolizavam, no seu mesmo decrescer, a tendência para o abrandamento dos costumes e a aversão sempre maior aos longos períodos de beligerância.
Em verdade, se o critério dos instintos ferozes da guerra fosse o dos anos decorridos no porfiar de uma mesma campanha, a principal guerra do século XX teria podido reforçar a observação já feita, pois a sua duração foi de 4 anos apenas, com que se escalonariam essas fases de lutas, no decorrer de cinco para seis séculos, na seguinte estatística de um ralentamento animador: Século XV, 100 anos — século XVII, 30 anos — século XVIII, 7 anos — século XX, 4 anos.
Como porém, os horrores da guerra não têm como único, nem sequer como principal fator o tempo; a última destas quatro fases de luta, a contemporânea, a mais curta em duração, foi exatamente a que recebeu — não sem algum sacrifício da vernaculidade clássica à índole glótica da França — o nome de GRANDE GUERRA.

AINDA A NOSSA DÍVIDA DE AMOR

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


Capítulo VIII 

AINDA A NOSSA DÍVIDA DE AMOR


Duas partes compreende a nossa dívida de amor: amor de reconhecimento e amor de reparação.
Do amor de reconhecimento já falamos no capítulo anterior. Resta-nos o amor de reparação.
É ele necessário?
Basta fazer um exame de consciência servindo-nos da leitura que fizemos até aqui. Temos sido para com o Santo Anjo da Guarda aquilo que deveríamos ser? Correspondemos, do modo devido, ao benefício da sua contínua assistência? Temo-lo amado? Temo-lhe dado alegria? Temos merecido os seus especiais cuidados, ou, pelo contrário, temos desmerecido até os seus cuidados mais comuns?…
Reparar é pagar ou restituir amor. Devíamos amor aos Anjos e não lho pagamos no tempo oportuno; pagá-lo-emos agora pela reparação.
Capacitar-te-ás da necessidade desta restituição pensando na nossa má correspondência para com os Santos Anjos, na sua paciência para conosco, e em como lhes podemos praticamente dar satisfação.

1 A nossa má correspondência aos
cuidados do Anjo da Guarda


Um rápido olhar à nossa vida passada nos convencerá de uma coisa: que os nossos pecados foram tão numerosos que nos seria impossível contá-los. Mais fácil nos fora contar as estrelas do céu…
Mas vamos restringir o campo de visão do nosso passado. Assestemos os óculos de alcance de nossa memória para as faltas de omissão somente. Aparecerão como enormes rombos no batel do nosso viver, rombos tão numerosos que teriam sido suficientes para nos fazer naufragar.

domingo, 8 de novembro de 2015

ESPECIAL: A Grande Guerra

Nota do blogue: Agradeço a alma generosa que me enviou esse arquivo para publicação. Deus lhe cumule de graças. Esse livro foi o grande motivador da feitura desse blogue. Espero que esse ESPECIAL ajude muitas almas a combater o bom combate.


A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.




PREFÁCIO
do Revmo.
P. A. Vermeersch, S.J.

Forçosa é a guerra à tirania das nossas paixões, em nossa peregrinação pela terra. É lei tanto de ordem e de subordinação laboriosa, como também de harmonia e de unidade, de liberdade e de paz.
As aparências austeras da obrigação ocultam, porém, sua encantadora e sublime beleza a uma mocidade que, loucamente pródiga de si, sacrifica ao prazer sua integridade moral, e que não hesita arruinar em outros o que ela não soube respeitar em si mesma.
Uma depravação mais consciente e mais requintada na malícia, acrescenta a calúnia à tentação: a lei da castidade é impossível. É, se quiserem, o patrimônio de seres fracos.
“Fraco”, o homem que nutre ambições celestiais; forte, o incapaz de uma coragem que o levanta acima do sensualismo animal?
“Fraco”, o que disputa às inteligências puras o prêmio da nobreza; forte, o que se avilta?
“Fraco”, o magnânimo que por amor de Deus e dos seus semelhantes se esquece de si; forte, o egoísta que só se preocupa de vis prazeres?
“Fraco”, o cavaleiro do direito, forte, o escravo de desejos desordenados?

A ALMA RELIGIOSA - Padre Pinamonte

(clique no título acima para saber mais)


DESCRIÇÃO

PADRE PINAMONTE, S.J | 338 PÁG. | BROCHURA | ESPIRITUALIDADE. 

Fac simile da edição de 1882, também conhecido como "A alma religiosa na solidão" ou "Retiro espiritual", é um clássico de espiritualidade do jesuíta Padre Pinamonte, composto de meditações para dez dias de retiro.

Alegria do Santo Anjo quando correspondemos ao seu amor

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


3 Alegria do Santo Anjo quando
correspondemos ao seu amor
 

Nada há que nos cause tanta tristeza como ver-nos mal correspondidos em nossa dedicação por alguém, e nada que mais puramente nos alegre do que ver que a nossa dedicação provoca reconhecimento e o nosso afeto correspondência.
Exemplo frisante é a alegria de um pai e de uma mãe que veem os próprios filhos a crescer dóceis a seus desejos e mandados, morigerados e estudiosos; e o do mestre que vê crescer cada dia mais em saber os discípulos pelos quais se dedica.
Bem sabem, os que o experimentam, como é doce colher os frutos da própria fadiga e indústria.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...