quinta-feira, 31 de março de 2016

Música 24 horas

Queridos amigos,
salve Maria.

A GRANDE GUERRA de visual novo e voltamos com a Boa Música.
Enquanto lê se delicia com um som de primeira qualidade. [Menu na lateral]

Rezem por esse pequeno apostolado! Por favor.

Unidos no coração do Crucificado!
Letícia de Paula

CAPÍTULO VI - O amor divino dá-se a nós por meio de todas as criaturas, as quais o comunicam, mas o ocultem, parecendo-se assim às espécies eucarísticas

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

O ABANDONO À DIVINA PROVIDÊNCIA
pelo
P.J.P de Caussade, S.J


CAPÍTULO VI
O amor divino dá-se a nós por meio de todas as criaturas, as quais o comunicam, mas o ocultem, parecendo-se assim às espécies eucarísticas       

Quantas verdades tão grandes, se en­contram escondidas, ainda mesmo aos olhos dos cristãos que se julgam mais ilustrados! Quão poucos, entre eles, compreendem que toda a cruz, toda a ação, toda a inclinação da ordem de Deus, nos dá a Deus de um modo que não pode explicar-se melhor senão comparando-o com o mais augusto mistério. E contudo, nada há mais certo. Tanto a razão como a fé, não nos revelam a presença real do amor divino em todas as criaturas e em todos os acontecimentos da vida, tão certo como a palavra de Jesus Cristo e da Igreja nos ensinam a presença da carne sagrada do Salvador sob as espécies eucarísticas?

sábado, 26 de março de 2016

Padre Pio - Agonia


"Meu Anjo da guarda velai para que as minhas faculdades se concentrem todas na agonia de Jesus e nunca mais se desprendam... No termo da sua vida terrestre, depois de se nos ter inteiramente entregue no Sacramento do seu amor, o Senhor dirige-se ao Jardim das Oliveiras, conhecido dos discípulos, mas de Judas também. Pelo caminho ensina-os e prepara-os para a sua Paixão iminente convida-os, por Seu amor, a sofrer calúnias, perseguições até à morte, para os transfigurar à semelhança dele, modelo divino. No momento de começar a sua Paixão amaríssima, não é nele que pensa; pensa em ti."

segunda-feira, 21 de março de 2016

Notícia

Queridos leitores,
salve Maria.

Sei que o blogue anda meio monótono e repetitivo, sem muito movimento, mas isso tem acontecido por conta de algumas mudanças que ocorreram no âmbito pessoal, todavia, já estou conseguindo me organizar e logo o fluxo das publicações será outro.

Peço orações de todos e conto com um pouco mais de paciência.
Agradeço a fidelidade de todos e contem com as minhas orações.

Unidos no Coração do Crucificado,
Letícia de Paula

sábado, 19 de março de 2016

ATAQUE - Parte XII

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


9.ª Cilada: os maus companheiros[1]

Deveríamos isolá-los.
É o que fazemos com os “apestados”.
Estão infeccionados: não devem contaminar os demais!
Nos hospitais, os contagiosos vivem apartados.
Na idade média, fundaram-se as “gafarias”. Quando os leprosos delas saíam, tocavam uma pequena sineta, para darem tempo de fugirem deles!…
Mais depressa se houvera de fugir das más companhias!… propagam a impureza.
São uma verdadeira lepra, a das almas.
Um morfético pode afinal ter uma bela alma.

sexta-feira, 18 de março de 2016

ATAQUE - Parte XI

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


8.ª Cilada: as “amizades particulares”

Nos internatos, onde os jovens vivem em íntima convivência e onde não encontram o derivativo normal da família para a expansão de suas ternuras, é muito comum aparecer, entre eles, aquelas relações sentimentais e perigosas a que chamamos: “amizades particulares”.
Dão-se elas, geralmente, dum mais velho para um mais moço.

quinta-feira, 17 de março de 2016

ATAQUE - Parte X

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


7.ª Cilada: as leituras

“A orientação dos maus livros é uma espécie de dinamite moral”. (P. Bourget).

Não teríamos o mau gosto de submeter a uma segunda prova a vossa coragem voltando a tratar o assunto das leituras, se, de todos os lados, não ouvíssemos:
“Conhecemos bem essas orientações.
Quiséramos alguma coisa mais prática.
É o que certamente ficará mais gravado na memória.
Depois de tantas regras, seria para desejar um pouco de documentação…
Citações ou exemplos, sendo possível”.
Sim, é possível, muito possível. Vamos a isso.
Mãos à obra.

TRATADO DO AMOR DE DEUS



(Clique no título acima e saiba mais)

S. FRANCISCO DE SALES | 606 PÁG. | ESPIRITUALIDADE | BROCHURA. 
Edição portuguesa traduzida sobre a edição crítica 
publicada pelas Religiosas da Visitação D' Annecy.

quarta-feira, 16 de março de 2016

ATAQUE - Parte IX

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


6.ª Cilada: o cinema

Ou antes o “cine”… a não ser que abreviando-se mais, se venha a dizer o “ci”, só, mais nada. Não temos mais tempo de dizer, cinema: nesta nossa vida trepidante, tudo corre tão apressado!…
— “Pode o cinema ser empregado em serviço da virtude?”
“Pode”, pois não…
Mas, na prática? Muitos mais filmes se exibem, não é verdade, de Salomé, dançando, do que S. Luiz de Gonzaga, orando.
As heroínas das fitas são Marias Madalenas… antes porém, da conversão! e S. João Berchmans é bem insulso ante Landru, estrangulador de mulheres.
Existem bons cinemas, é inavegável, até favorecidos (talvez a título de se evitar piores) por membros do clero.

terça-feira, 15 de março de 2016

ATAQUE - Parte VIII

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


5.ª Cilada: o baile

“Bidue saltavit
Et placuit”.
Dois dias dançou
E agradou.
(Epitáfio de um jovem romano da decadência).

Há o baile e bailes: o baile honesto, em família, e o de que são excluídos os pais (admirável!…), porque, segundo a expressão, não de um logrador, mas de uma jovem da alta sociedade: “se os pais estão presentes, a gente não está à vontade”.
Há dança e danças: pavana doutrora, tango de hoje: o minuete, em que se saltitava com graça, e o saracoteio moderno, cujos movimentos são, cafrealmente, executados: e os tais balanços são como de pinguins.
Quereis que vos dê o meu parecer sobre danças: mas de qual delas se há de falar?
Não basta, para se julgar da moralidade de um baile, conhecer a dança, porque a mesma dança pode ser executada correta ou incorretamente.

segunda-feira, 14 de março de 2016

ATAQUE - Parte VII

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


4.ª Cilada: a ociosidade

“O que nada faz está próximo do fazer mal”. (Franklin).

Diziam os antigos: “Otium malorum omnium origo”, a ociosidade é a mãe de todos os vícios.
A inação é má conselheira. O tempo das férias é mais perigoso para a castidade do que o das aulas. O que, então, infelizmente mais descansa é a virtude.
Adota um “horário” para empregares o dia.
Ocupa o tempo do melhor modo: se quiseres, em formar uma coleção ou com a fotografia ou na esgrima, seja mesmo a fumar.
Pouca coisa é, mas sempre é alguma coisa; e este pouquito é mais que nada. Ocupa-te pois… para não criares mofo.

domingo, 13 de março de 2016

ATAQUE - Parte VI

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


3.ª Cilada: o levantar-se e o deitar-se

Eis os dois momentos perigosos.
Nos primeiros e últimos instantes do dia é que as tentações nos assaltam mais eficazmente.
O leito, que parece não ser mais do que um macio reclinatório para o nosso repouso, é, muita vez, uma como arena, em que o jovem mais luta pela conservação da sua pureza.
Repare-se nas circunstâncias: a ocasião do descanso, o vago bem estar, a imaginação vagueando, desembaraçada das preocupações do dia, a moleza da vontade e o menor domínio de si mesmo proveniente do estado de semiconsciência.
A preguiça matinal é, de todas a mais perigosa.

sábado, 12 de março de 2016

LIVRO: A DIVINIZAÇÃO DO SOFRIMENTO


(Clique no título acima e saiba mais)


DESCRIÇÃO
ADOLPHE TANQUEREY | 172 PÁG. | BROCHURA | ESPIRITUALIDADE. 

Nosso Senhor Jesus Cristo quis sofrer em nós, fez suas as nossas dores, enobreceu-as e divinizou-as, tornando-nos assim participantes, como sua Mãe Santíssima, de sua obra redentora. Deste modo, a dor, tão incompreensível para nós, adquire sentido através de Cristo. Participando de seus sofrimentos na terra, participaremos também um dia de sua glória, e assim a obra de nossa divinização se completará. Esse livro expõe, por isso, os sofrimentos de Jesus, os de Maria e os nossos próprios, para a melhor compreensão desta doutrina.

ATAQUE - Parte V

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


2.ª Cilada: a curiosidade

O jovem sente-se impressionado com sensações misteriosas e deseja conhecer certos problemas da vida e da origem dela, por ouvir fazerem-lhe alusões frequentes.
Conhecer! Colher o doce fruto da árvore da ciência!…
E então começam as investigações furtivas nos dicionários, em brochuras especiais e nos livros de medicina; e não faltam por vezes os bilhetinhos clandestinos e questiúnculas aos amigos. O grande mal está em que os ensinamentos ministrados por maus camaradas é que lhes dão a conhecer as realidades da vida, que os deixará para sempre maculados!

terça-feira, 8 de março de 2016

23 — A devoção dos Santos Anjos instrumento de apostolado nas escolas católicas

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


23 A devoção dos Santos Anjos instrumento  de apostolado nas escolas católicas 

“Hoje mais um anjo se foi juntar aos Anjos do Paraíso…” Assim os irmãos de hábito do P. Fernando Jeantier, da Companhia de Jesus, lhe anunciaram a passagem para a eternidade.
Nasceu o P. Jeantier em 1799, na aldeia de Liesle, não longe de Besançon.
Durante o seu longo viver, de 79 anos, todo se empenhara em cultivar em si mesmo e em instilar nos outros a devoção aos santos Anjos.
Foi recompensado nesta vida, na hora da morte. Morreu no dia da aparição de S. Miguel Arcanjo, e, nas orações da agonia, ao pronunciar o sacerdote oficiante as palavras “em nome dos Anjos e Arcanjos, em nome dos Tronos e das Dominações, em nome dos Principados e Potestades, em nome dos Querubins e Serafins”, todo se lhe iluminou o rosto num celeste sorriso. Não puderam os religiosos presentes, que lhe conheciam a vida, reter as lágrimas.

segunda-feira, 7 de março de 2016

22 — O Anjo da Guarda nos assiste na hora da morte

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


22 — O Anjo da Guarda nos assiste na hora da morte 

São tantos os exemplos de santos que foram assistidos pelo Anjo da Guarda na hora da morte, que só esta narrativa daria para compor um livro.
Escolhemos entre esses os que seguem:
Estava S. João Gualberto para morrer, quando viu junto a si um jovem de dulcíssimo semblante, que se pôs a servi-lo. Perguntou então aos seus religiosos: “Por que não levastes convosco ao almoço este jovem que aqui está?” — Estes, que não viam o Anjo disseram: “mas de que jovem nos falais, ó pai?” — “Falo-vos, respondeu o santo, desse belíssimo jovem que com tanto cuidado me está servindo…”

domingo, 6 de março de 2016

21 — Os santos Anjos ministram a comunhão a um santo e jovem peregrino

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


21 — Os santos Anjos ministram a comunhão a um santo e jovem peregrino 


Estanislau Kostka viveu apenas 18 anos e foi um grande santo.
Tinha pouco mais de quinze anos quando se deu o que vamos narrar.
Era polonês, mas cursava então as letras em Viena, e com o irmão Paulo, pouco escrupuloso em religião, hospedara-se em casa de um senhor da seita dos luteranos.
Nesta casa, objeto muitas vezes dos maus tratos do irmão, e cansado talvez por penitências e vigílias, caiu em gravíssima doença, que em breve o levou às portas da morte. Inocente como era, não eram “os medos da fria morte” que lhe davam cuidado. Era-o a iminência de uma morte sem viático. Morrer, sem poder dar um último amplexo no grande companheiro do nosso exílio, o divino Senhor Sacramentado! Pedi-lo a Paulo fora inútil. Seria mais fácil ao fanático luterano, dono da casa, permitir que entrasse o próprio demônio em sua residência, do que Jesus sacramentado nas mãos de um sacerdote católico.

sábado, 5 de março de 2016

20 — Os santos Anjos amam as famílias verdadeiramente cristãs

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


20 — Os santos Anjos amam as famílias
verdadeiramente cristãs
 

S. Antonino, que foi elevado à sede episcopal de Florença no ano de 1413, passando um dia pela paróquia de S. Ambrósio, viu, sobre uma pobre casinha de uma pobre rua, um festivo coro de Anjos. Sem trepidar, dirigiu-se à casa para ver quem nela moraria. Entrou, e viu uma pobre viúva com três filhas que descalças e mal vestidas se aplicavam ao trabalho.
Vendo tanto trabalho, e ao mesmo tempo tanta pobreza, exortou-as à confiança em Deus, e lhes prometeu auxílio. De fato deu ordens para que fossem socorridas abundantemente, e assim se fez.
Ora bem, passados tempos, passou o santo pela mesma rua e pela mesma casa. E que viu? Uma miséria ainda maior: sobre a casa tripudiavam demônios. Tomado de horror e de zelo, ainda desta vez atravessou a soleira da porta confiante e livremente, e se viu no meio de suas já conhecidas ovelhas. Pôs-se a interrogá-las, e descobriu que os subsídios que ele ordenara que lhes trouxessem, lhes havia trazido uma abundância a que não estavam habituadas, e que, abandonando o trabalho e a oração, passavam o tempo em divertimento e passeios mundanos.

sexta-feira, 4 de março de 2016

ATAQUE - Parte IV

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


O perigo para todos

A defesa é sempre regulada pelo ataque.
O essencial é, antes de se iniciar o combate, conhecer os planos do inimigo para lhe frustrar a tática. Daqui vem, durante a guerra, a grande importância dos aviões de reconhecimento e das patrulhas de exploração. Todos os meios usaram os alemães para alcançarem vitória: os “42”, as bombas incendiárias, os terrenos minados, a guerra química mediante gases asfixiantes, epispásticos, esternutatórios, lacrimogênios.
Também o demônio lança mão de todos os meios para nos perder: os “42” dos grandes ataques, bombas incendiárias de manifestações ardentes, esses princípios deletérios, que são para ele outros tantos “gazes asfixiantes”, o terreno minado de relações perigosas.
A estratégia de Satanás é fecunda em ciladas e em estratagemas bélicos.
Caro jovem, vamos apresentar-vos aqui algumas destas multíplices ciladas:

1.ª Cilada: as conversações

18 — Amor de Deus e dos seus Anjos pela oração/ 19 — Os devotos da Virgem especialmente amados dos Anjos

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


18 — Amor de Deus e dos seus Anjos pela oração 

O exemplo que segue é tirado da vida de S. Isidro, que foi um pobre agricultor das cercanias de Madri. Mas era tão pobre que nem terras tinha para cultivar. Por isto, para sustento seu e de sua filha, teve que trabalhar nas terras de um cidadão de Madri, chamado Juan de Vergas.
Ora, Isidro se habituara a não pegar dos seus instrumentos de trabalho sem primeiro dirigir a Deus as suas orações. Para isso, levantava-se bem cedo, e dirigia-se à igreja, principalmente à de N. Senhora de Arocha, para ouvir a santa Missa e praticar as suas devoções.
E chegada a hora do trabalho, ia-se pontualmente para o campo.
Não faltou, entretanto, quem o acusasse de faltar com o seu dever empregando-se a rezar em vez de trabalhar. “É um rezador, disseram ao patrão de Isidro, e passa a manhã a visitar igrejas…”

quinta-feira, 3 de março de 2016

LIVRO MISSÃO ABREVIADA

(clique no título acima e saiba mais)

DESCRIÇÃO
MANOEL JOSÉ GONÇALVES COUTO | 984 PAG. | ESPIRITUALIDADE.

Foi o livro mais editado em Portugal no século XIX: é superior a 140.000 o número de exemplares que atingiu a tiragem das suas 16 edições, entre 1859 (1.ª edição) e 1904 (16.ª edição). A presente edição digitalizada em papel especial e fidelíssima ao texto original, mostra todo conteúdo dessa singular obra que apresenta um roteiro exigente de vida para o cristão, com riqueza de doutrina e inúmeros conselhos práticos.

ATAQUE - Parte III

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


Alguém praticou por tal forma um mal; pois bem: daí por diante, será tentado desse modo e muito mais do que sob qualquer outro.
Muito se ilude quem pensa achar-se já curado completamente do seu mal: a cada um dói a sua cicatriz![1]
Paul Goy, em seu livro Pureza Racional, chega a afirmar que “as tentações não são mais do que excitações, previamente, consentidas”.
A afirmação não é rigorosamente exata, porque quem nunca consentiu, também pode ser tentado. Mas força é reconhecer que existe uma admirável “memória dos sentidos”,[2] e que o homem conserva, em razão do psiquismo rememorativo, uma terrível propensão para repetir a culpa especial que ele, uma vez, cometeu.

17 — Quanto amam os Santos Anjos a esmola e as boas obras em geral

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


17 — Quanto amam os Santos Anjos
a esmola e as boas obras em geral
 

A confirmar quanto já dissemos sobre o valor, diante de Deus e seus Anjos, das obras de misericórdia, vem o seguinte exemplo, escolhido entre muitos outros semelhantes das vidas dos santos.
Passara um dia o grande apóstolo de Roma, S. Felipe Néri, pelas ruas dessa cidade, quando se lhe apresentou um mendigo, que se lhe prostrou diante, no ato de lhe pedir esmola.
Caridoso como era, não lhe negou o santo as poucas moedas que consigo trazia. Mas o mendigo, em vez de lhas tomar das mãos, recusou-se, e lhe disse sorrindo: “eu queria ver que é que farias…” E, tais palavras ditas, desapareceu.

quarta-feira, 2 de março de 2016

LIVRO SELETA DE ORAÇÕES


(Clique no título acima e saiba mais)

VÁRIOS AUTORES | 232 PÁG. | ESPIRITUALIDADE | ENCADERNADO. 
Uma seleção de orações, devoções, cânticos e antífonas (com partituras) 
habituais do cristão em versão bilíngue (português-latim).

ATAQUE - Parte II

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


Perigos pessoais 
Quando com atenção examinamos o nosso estado fisiológico, descobrimos haver em cada um de nós um “ponto fraco”. Será segundo os indivíduos, o sistema cardíaco, pulmonar, renal, arterial, etc.
Se prometerdes não rir dar-vos-ei o termo usado pelos médicos: dão-se essas “idiossincrasias”.
Vós me prometestes não rir…
A idiossincrasia é o modo especial como cada individuo reage sob a ação dos germens patogênicos e de quaisquer agentes ou, segundo Littrê, é: “a disposição própria a cada individuo, em virtude da qual as mesmas causas produzem, nos diversos indivíduos, efeitos diferentes”.
“Não existem doenças, mas só doentes”: afirmam os médicos. Quer isto dizer que os caracteres da doença se diversificam com a variedade dos organismos por ela atacados.
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