terça-feira, 31 de maio de 2016

Amantes de livros


Relato amigo

Nota do blogue: É com muito carinho que recebemos esse relato amigo. Deus seja louvado sempre!

Letícia de Paula

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"O blog a grande guerra me ajudou muito na minha formação católica. Pelo fato de sempre abordar diversos temas, especialmente para donzelas, foi algo que influenciou muito em minha caminhada de aprendizagem.

As postagens são sempre instrutivas, os livros fornecidos são de um conhecimento inesquecível, verdadeiras raridades. Sempre que alguém precisa de ajuda, eu não hesito em recomendar o blog para que a pessoa possa usufruir dos conhecimentos ali presentes. Todas adoram. Eu, como administradora de um blog, sempre busco artigos edificantes para publicar.

Em todos os quesitos o blog a grande guerra é bom e não me resta dúvida que ele é importante para a conversão de muitos."

Letícia Zanin


11. MOSTRAR CONSTÂNCIA E CONTINUIDADE

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.

11. MOSTRAR CONSTÂNCIA E CONTINUIDADE

A educação exige continuidade. Se mudais de opinião ou de humor a cada instante, desconcertareis a criança. Semelhantemente, se, por faltas idênticas, mostrais ora indulgência, ora severidade, a criança, que possui uma lógica rigorosa, se perturba, e, cedo, perde a cabeça.
• É nos primeiros anos, sobretudo, que se adquirem os hábitos. Qualquer que seja o temperamento da criança, quaisquer que sejam os seus atavismos, é fácil orientar a “plantinha tenra” no caminho do bom-senso. Seja pela ordem, pelo respeito, pela higiene, pela polidez; seja pela lealdade, pela aceitação alegre das pequenas dificuldades da vida, pela aquisição dos reflexos da caridade — nada vale mais do que a constância para criar hábitos que, ao se tornarem autênticos traços psicofisiológicos, tudo facilitarão.
Mas, enquanto não se criar o hábito, é preciso não largar a presa.

segunda-feira, 30 de maio de 2016

10. DAR O EXEMPLO

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.

10. DAR O EXEMPLO

Quereis obter alguma coisa dos vossos filhos... começai por dar o exemplo. O exemplo pode muitas vezes substituir tudo, mas é insubstituível.
• Conselho sem exemplo, discurso sem alcance. O exemplo é quase sempre o mais eficaz dos conselhos.
• O exemplo serve, a um templo, de modelo e apoio. De modelo, porque o conhecimento das virtudes pelas crianças é a princípio imitação: é por imitação que a criança aprende a falar e a agir. De apoio, porque dele a criança precisa: o que se lhe ordena ou pede, sobretudo quando se trata de algo novo, é difícil para ela. Cumpre que ela se domine, vença as suas repugnâncias. Para ter coragem é preciso encontrar estímulo. A melhor ajuda é o exemplo dos que a cercam.
• Nada como o exemplo para animar a criança, mostrando-lhe por evidência palpável que o que se lhe pede para fazer é realmente possível.

domingo, 29 de maio de 2016

3.ª aula - Os efeitos da pornografia na alma

Nota do blogue: Estamos divulgando esse curso da Pornografia do Padre Paulo Ricardo. Ele aponta fatos novos e soluções eficientes para vencer esse mal. Nessa 3.ª aula ele aborda a pornografia e os efeitos na alma, nas duas anteriores tratou dos efeitos físicos e psíquicos.

Interessante o apontamento dele de que a pornografia não é apenas um pecado de luxúria, mas também de acídia (preguiça) e uma tristeza profunda por ter que deixar o "homem velho".

Vale a pena conferir.

2.ª aula - A pornografia mata o amor

Amante de livros!


9. CONSERVAR A CALMA E O DOMÍNIO DE SI MESMO

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.



9. CONSERVAR A CALMA E O DOMÍNIO DE SI MESMO

São precisos tanto mais calma e autodomínio em educação quanto o ritmo da criança, é diferente do que assinala o adulto. Além disso, perdida em seu sonho interior, a criança não compreende à primeira vista o que dizeis. Se vossa voz é demasiado forte ou estridente, o seu aparelho auditivo só registra sons destituídos de significação. Agitada, ralhada, sacudida, a criança perde o pouco de controle que tem de si mesma, afoba-se, torna-se desajeitada, tímida, medrosa. Se tais fatos se repetem com freqüência, arrisca-se a adquirir o famoso complexo de inferioridade que dela fará um vencido pela vida ou um revoltado.
• Quando a criança se aplica a fazer o melhor que pode, convém deixá-la tanto quanto possível entregue ao seu tempo, que normalmente é mais longo do que o do adulto, para todos os gestos cuja execução exige uma coordenação e uma exatidão que não são inatas. Certos psicólogos já notaram que os “Depressa! depressa! avia-te...” longe de provocar a ação, complicam-na para quem deve cumpri-la, tornando-a de qualquer modo “mais custosa”. 
• Não é sempre fácil conservar a calma. Aos numerosos cuidados pessoais que acabrunham os que têm encargo de família se acrescentam a trepidação da vida moderna, o rápido desgaste dos nervos, sobretudo quando a casa não dispõe mais do que de uma peça precária ou insuficiente.
Todavia, cumpre a todo preço conservar vossa calma. Obtereis dez vezes mais resultados com dispêndio dez vezes menor de energia nervosa. O equilíbrio de vossos filhos, bem como a sua confiança em relação a vós, acham-se em jogo.

sábado, 28 de maio de 2016

TESTEMUNHO

Nota do blogue: O site A GRANDE GUERRA recebeu esse e-mail e confesso que me emocionei muito, pois só quem me conhece realmente sabe das lutas que enfrentei para manter esse site ativo, dúvidas se ele era da vontade de Deus, minhas limitações, ataques, enfim... Deus seja louvado por esse testemunho, que os bons escritores que ajudaram na conversão dessa jovem sejam lembrados com muito carinho e mais feliz ainda por ter ganhado uma amiga com tanta garra como essa guria.

Letícia de Paula

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"A Paz de Cristo!

Meu nome é Jenyfer, tenho 17 anos. Sou protestante, contudo tenho estudado e pedido graças constantemente a Deus para conhecer plenamente a Verdade e Sua boa vontade. Amo Santo Tomás de Aquino, os Doutores da Igreja e a forma como os Santos amam à Deus, considero todos eles como irmãos mais velhos, a quem devo imitar. Diante desse desejo ardente de conhecer os desígnos de Cristo pra mim, necessito de bons materiais; leituras espirituais e apologéticas, com o fim de conhecer a Verdade Católica tal como é, e não como os protestantes a conceberam. Diante disso, pela recomendação de um grande amigo, encontrei uma mina de ouro neste Blog, A grande guerra! Os artigos sobre o Calvário e a Missa, de Fulton Sheen; As Belezas e dores de Maria, do Pe Júlio Maria, a quem amo muito, e a amizade que fiz com um novo irmão mais velho a quem não conhecia; Santo Afonso Maria de Ligório! Que sabedoria, santidade e perfeição emanam dos escritos deste homem! Aprendi a fazer penitência e mortificações, a guardar o silêncio para uma vida de amizade com Deus e principalmente a meditar sobre as Dores da Virgem Maria! Graças inenarráveis me estão sendo concedidas pela leitura, meditação e principalmente prática de tais doutrinas.

Venho então humildemente agradecer por me ter concedido respostas de tantas orações. Apenas Nosso Senhor sabe o quanto foi bom a minha alma ter acesso à Verdade, e os grandiosos frutos que serão gerados a partir disso para Sua própria Glória. Que Deus recompense infinitamente vocês, e ilumine a todos que direta ou indiretamente colaboraram nesse projeto. Contem sempre com minhas orações!

Um abraço especial à Letícia de Paula! Obrigada por tudo caríssima, Deus lhe abençoe grandemente.

Atenciosamente, Jenyfer Carolina."


Em tempo: Se por acaso os escritos do Site serviram de auxílio ou conversão na sua vida e queira compartilhar para edificação dos irmãos em Cristo, escreva-nos agrandeguerra@gmail.com Seu testemunho será publicado com muito carinho. 

6.ª Arma: a ideia-força

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



6.ª Arma: a ideia-força

“Uma ideia assemelha-se, no homem, a estaca de ferro que os escultores metem dentro da estátua; serve-lhe de tutor e de amparo”. (Taine. Th. Graindorge).
É uma armação interior.
Serão necessários muitos princípios? Não tantos.
Com o volver dos anos, dá-se em nossa vida intelectual, um fenômeno de simplificação, não por empobrecimento mas por coordenação. Tudo se reduz a alguns princípios diretivos.
Os grandes gênios serviram-se geralmente de poucos princípios mas tão ricos, que todo o seu sistema nele se compendiava e todos os corolários derivavam-se, logicamente, desses poucos teoremas.
Deus é o ato único de um pensamento, de um só, mas infinitamente fecundo.
Para o verdadeiro sábio, as investigações que, ao princípio, não eram senão simples seixinhos, ao fim se aglomeraram tão fortemente que formaram um bloco único.
Do mesmo modo, na ordem moral, se há de operar uma síntese semelhante.
Os santos foram, por vezes, homens de uma só ideia, de uma só máxima.
Tu mesmo não deves sobrecarregar tua vida espiritual.
Não permitas em ti a dispersão.

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Amantes de livros!


Literatura: uma barca no meio do oceano

Fonte: Blog do [cultor]

Por Rafael Ruiz, “Literatura e crise – Uma barca no meio do oceano”, p. 20-26.

Por que lemos? Perguntava-se muitas vezes C.S. Lewis. Resposta: para saber que não estamos sós. Para aprender a construir prédios, para saber sobre cálculos e alíquotas, para fazer tabelas e gráficos temos muitos cursos e disciplinas, contudo, para saber como ser humanos e não cair sozinhos no abismo da desumanização, só podemos aprender com o que os outros seres humanos – aqueles que foram os mais humanos dos humanos – nos deixaram na arte, na música, nas letras, na poesia, nos romances.
Holden, a personagem criada por Salinger em O Apanhador no campo de centeio, é um colegial que procurou a conversa com o Prof. Antolini porque se encontrava confuso, desnorteado e, principalmente, revoltado com o estado de coisas na sociedade em que vivia. A conversa foi ficando, para Holden, cada vez mais pesada, mesmo assim, o Professor deu-lhe uma dica preciosa antes de despedi-lo. Um conselho para poder sobreviver no meio daquela sociedade que Holden já detestava:

5.ª Arma: a devoção à Santíssima Virgem

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


5.ª Arma: a devoção à Santíssima Virgem

Maria é a “padroeira titular da pureza”.
Ela não é somente Virgem, é a santa Virgem, a Virgem das Virgens, a Imaculada.
Quando as ladainhas enumeram as joias de sua coroa mística, insistem em fazer brilhar, uma por uma, as pérolas da sua pureza.
Mãe puríssima…
Mãe castíssima…
Mãe inviolada…
Mãe isenta de corrupção…
Rainha dos Anjos…
Rainha das Virgens…
Rainha concebida sem pecado…
É a Torre de marfim: o marfim é um corpo puro e branco.
Ela é, ó jovem que travas o duro “combate da pureza”, a torre de fortaleza donde pendem mil escudos, os escudos dos valentes…

* * *

quinta-feira, 26 de maio de 2016

4.ª Arma: a oração

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



4.ª Arma: a oração

Crês no Evangelho? Pois então medita estas palavras: “Este gênero de demônios só se vence pela oração e pelo jejum”; ou ainda estas: “Vigiai e orai para que não entreis em tentação”. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. (Mar. 14-38).
Quando mesmo houvesses expulsado Satanás do coração, por uma generosa confissão, não vás pensar que ele se dê, tão facilmente, por vencido: “Quando o imundo espírito tem saído do homem, anda por lugares secos, buscando repouso e não acha. Então diz: voltarei para minha casa donde saí. E vindo ele a acha desocupada, asseada e ornada. Então vai e toma consigo outros sete espíritos piores do que ele…” (Mat. 12-43).
Não confies pois em tuas próprias forças, quero dizer: em tua fraqueza!

quarta-feira, 25 de maio de 2016

Amantes de livros!

Esta é uma imagem de um livro muito interessante e raro que ensina a costurar, 
publicado em Dublim, na Irlanda, na segunda metade do século XIX.


3.ª Arma: a estima da “vida da graça”

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



3.ª Arma: a estima da “vida da graça”

Se perguntássemos a um bom número de homens: “quantas espécies de vida há no homem?” olhar-nos-iam muito admirados e responderiam: “Quantas vidas? se bem me recordo, há três: a vida vegetativa, semelhante a das plantas; a vida sensitiva, comum a todos os animais; e a vida intelectual, que nos é própria”.
Responderiam bem, mas não diriam tudo.
Temos uma quarta vida, muito real. Está isto claramente expresso no capítulo IV da Epístola aos de Galácia, no capítulo VIII, Epístola aos Romanos e em S. João relatando o ensinamento do Mestre: “Eu sou a videira, vós sois os sarmentos”.[1]
Os efeitos formais da vida sobrenatural podem reduzir-se a seis:
1.º) O homem possui, em si, uma vida divina. É o que diz o apóstolo S. Pedro: “Vós vos tornais participantes da vida divina”; e o mesmo diz S. João: “Ego sum vitis”.
2.º) O cristão, em estado de graça, é o templo do Espirito Santo.
S. Paulo, por cinco vezes, lembra esta verdade.
De longe correm para visitar as grandiosas basílicas: S. Pedro em Roma, S. Sofia em Constantinopla, o Sagrado Coração em Montmartre. Não deves, porém, esquecer-te de entrar, algumas vezes, no Santuário vivo, neste cenáculo íntimo que se chama teu “coração”.
3.º) Os cristãos, que possuem o tesouro da graça, são filhos de Deus. Não é um simbolismo, mas uma verdade objetiva: “Filii Dei nominemur et simus”. (I Jo. 3-1).

terça-feira, 24 de maio de 2016

8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO

Uma das condições essenciais da educação cristã consiste em que o âmbito familiar realize uma atmosfera espiritual em que as almas desabrochem e se elevem espontaneamente. A influência exercida nas crianças se apóia melhor no conjunto harmonioso de uma multidão de fatos aparentemente insignificantes do que em manifestações excepcionais ou em discursos solenes.
• À religião não é qualquer coisa que se pespegue no indivíduo, muito menos uma roupa com a qual nos vistamos ou da qual nos desembaracemos à vontade, segundo os dias e as circunstâncias. É preciso que o clima da casa tenha por base uma fé que tudo informe para tudo transfigurar, sem trazer sombras.

2.ª Arma: a Confissão - 2.ª Parte

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


* * *
O demônio detestando (e tem razão) a confissão, levanta contra ela muitas objeções.

1.ª “É coisa incômoda”

— Pois não. Não acredito que haja um homem no mundo que se confesse, por mera diversão.
Mas bem vês, é forçoso escolher um destes dois incômodos. Ou acusarás esse teu pecado ao confessor e Deus sela-lhe os lábios com um segredo, que é o mais estrito e tremendo de todos os segredos profissionais, sendo o confessor um homem mas um homem que representa a Deus e que é, por assim dizer, Jesus sensível, a tal ponto que tu lhe dizes, com verdade: “a vós meu Pai, que fazeis as vezes de Jesus Cristo”, ou então aquele pecado que não revelaste, em confissão, será publicado no Juízo Final, diante de todos e do mesmo confessor a quem o ocultaste. Que vergonha, e desta vez estéril e não mais redentora!
Tais são os dois incômodos. Coteja-os, e escolhe um dos dois.

2.ª “O confessor se espantará”

— Ora essa! estou certo que, eu mesmo, de antemão faria, a tua confissão.
E tu não terias mais que dizer: “sim… tantas vezes”.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Pornografia mata o amor

Nota do blogue: Ótima aula (Pornografia mata o amor) do Padre Paulo Ricardo. Irei publicar a série de aulas desse curso. São num total de quatro sendo que a primeira trata sobre Pornografia, um novo tipo de droga

Nessa segunda aula ele fala da conversão de um ex-ator pornográfico que hoje faz apostolado e cita o vídeo -- elaborado por esse ex-ator -- que divulgo abaixo do vídeo da aula. São 16 minutos mostrando rapazes (foto apenas do rosto), a data do falecimento e a causa. A maioria morreu de Aids, alguns se mataram... rapazes lindos fisicamente, mas percebam o olhar deles... vazio! Rezemos, amigos e lutemos para que nossas crianças tenham um futuro mais digno.

Letícia de Paula




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Amantes de livros

Biblioteca del Convento dell'Osservanza di Siena.

7. CRIAR UM CLIMA DE AFETO VIRIL

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


7. CRIAR UM CLIMA DE AFETO VIRIL

A criança tem necessidade de muito afeto — não um afeto molemente dado, mas um afeto tão viril quanto terno.
• Na América, na Áustria, em certas creches, a pretexto de uma puericultura científica, chegara-se a proibir todo contato com os bebês. As enfermeiras, enluvadas e com máscaras afiveladas ao rosto, tratavam as crianças de acordo com os últimos princípios da luta contra os micróbios. Naturalmente, era proibido beijar. Os resultados quanto ao desenvolvimento psíquico das crianças foram desastrosos. Inquéritos comparativos feitos no seio de famílias pobres e mesmo miseráveis, que viviam sem higiene, com mães por vezes negligentes, revelaram um desenvolvimento afetivo mais satisfatório. Mesmo com amas medíocres, mas que guardavam contato humano com as crianças de peito, o desenvolvimento ulterior se efetuava em condições bem melhores.

2.ª Arma: a Confissão - 1.ª Parte

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


2.ª Arma: a Confissão

Os soldados feridos nos combates eram transportados para as ambulâncias.
Apresentavam-se, ali, num como confuso cenário de sofrimentos.
Certos peitos atados com bandas rubras a modo de lúgubre “grão cordão” da Legião de Honra.
Imagine-se que um médico descobrisse um mágico preparado capaz de, num minuto, refazer aquelas carnes, cicatrizar aquelas horríveis chagas, restituir a integridade daquelas forças perdidas…
“Que estranha suposição!” dirás…
Não é suposição. É pura verdade.
Corações de milhares de jovens estão feridos mortalmente pelo pecado.
Para curá-los, Deus inventou um remédio maravilhoso, infalível: a Confissão.
O confessionário é a ambulância onde se curam os corações feridos, a boa “cruz vermelha” das almas…
“Meu Deus! murmuras, não tendes coisa mais nova para apresentar do que a confissão? Como é velho esse remédio!…
Já é coisa arcaica”.

domingo, 22 de maio de 2016

Amantes de livros


A Estratégia da defesa / 1.ª Arma: a Comunhão

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


A Estratégia da defesa


Descrevemos a tática do mal, falemos agora da tática do bem.
O arsenal do vício está muito bem provido de terríveis engenhos bélicos.
O arsenal da virtude possui também suas armas defensivas.
Entremos a examiná-las:

1.ª Arma: a Comunhão

O Salutaris Hostia!
Bella premunt hostilia,
Da robur.

Ó hóstia de Salvação!
A guerra nos oprime,
Dai-nos força.

6. CRIAR UM CLIMA DE CONFIANÇA

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.



6.     CRIAR UM CLIMA DE CONFIANÇA

Ainda mais do que as observações diretas e pessoais, é o clima que os pais souberam criar em casa que mais profundamente modela a alma dos filhos.
• Uma atmosfera que se respira e que vos penetra insensivelmente: não será sobretudo isso que oxigena o vosso comportamento?
• Um clima de confiança facilita o desabrochar, o progresso, o esforço. A criança se sente desde cedo moralmente obrigada a fazer o melhor que puder.
• A desconfiança constrange, inibe; pior ainda, suscita por vezes o desejo de agir mal.
• Não é necessário que, por princípio, a família seja o lugar onde se repreende.
• A alegria de viver, fruto da certeza de ser compreendido e amado, desempenha um papel importante na vida da criança. Uma mãe nervosa, excitada, cheia de queixas, um pai casmurro, voltando à noite fatigado, sem achar nenhum prato a seu gosto, ralhando sem cessar, distribuindo sem proporção racional pancadas e castigos — nada como isso para fazer a criança voltar-se para dentro de si mesma, esperando a “evasão”.

sexta-feira, 20 de maio de 2016

Amantes de livros


Domingos Sávio: o grande pequeno santo

Fonte: Blog do [cultor]

“Antes morrer que pecar”

Na Itália do século XIX, num tempo em que a Igreja atravessava terríveis provações, a breve e impressionante história de São Domingos Sávio, que aos quinze anos foi coroado por uma morte santa, desenrola-se ao lado da história de outro santo: Dom Bosco. Este grande fundador, que soube equilibrar a ousadia e a prudência sem nunca buscar o prestígio, era um construtor de obras sólidas. De família humilde, foi educado na fé por sua mãe viúva. Viu-se refletido nos pobres meninos de rua, que muitas vezes eram presos por pequenos roubos em busca de alimento. Sabia que fora preservado daquela vida apenas pelo cuidado de sua mãe, e, tomado de compaixão, iniciou a sua grande obra.

“É à volta de um problema quase único, o da infância infeliz e abandonada, que Dom Bosco concentra o essencial da sua atividade. Mas a importância desse problema, soube ele compreendê-la tão profundamente, e levar os seus contemporâneos a medi-la, que sobre essa base vai edificar uma obra grandiosa”.[1] O encontro e a influência de dois santos, Dom José Cottolengo e Dom José Cafasso, fizeram-no conhecer a fundo a miséria humana, e com eles aprendeu que “a caridade tem exigências sem limites e que, quando nos pomos ao seu serviço, temos de aceitar ser devorados por ela”.[2]
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