terça-feira, 27 de julho de 2010

Presença da mãe no lar, confiança dos filhos!

Presença da mãe no lar, confiança dos filhos!


A confiança tem origem muitos humildes. Elabora-se, desde os primeiros anos, no bebê que, naturalmente, orienta sua simpatia para as pessoas que lhe prodigalizam cuidados. Ele desconfia dos estranhos e, em caso de medo ou perigo, estende, instintivamente, os braços para sua mãe, ou sua babá. A confiança em relação à mãe dependerá, pois, em grande parte, dos cuidados, maiores ou menores, que ele tenha recebido. É essa a razão, pela qual, uma criança dá preferência à babá, se esta tiver-lhe prodigalizado os primeiros cuidados.

A mãe decidida a conquistar a confiança de seu filho, jamais deverá, salvo impossibilidade manifesta, entregar a outrem seus primeiros cuidados.

A confiança exige um contato permanente. Ora, acontece, frequentemente, que a mãe, aproveitando-se do fato de a criança ser bastante grande para ocupar-se sozinha, abando-a a seus brinquedos e ocupações infantis, sem, jamais, imiscuir-se nessa parte. Por preguiça, ou porque deixa-se absorver por preocupações mundanas e caseiras, ela perde, mais ou menos, o contato com o filho.

Para que isto não aconteça, ser-lhe-á preciso interessar-se por tudo que ocupa e atrai a criança, ajudando-a a desenvolver suas atividades, a inventar brinquedos e ocupações agradáveis. Em resumo, seria necessário que o filho sentisse que a presença da mãe e, um pouco mais tarde, a do pai, contribuem para despertar o interesse que ele manifesta pela vida, pelas coisas. pelas histórias, pelas construções, etc...

(Excertos do livro: Pequeno Tratado de pedagogia, pelo cônego J.Viollet)

PS: Grifos meus.
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