sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

DOCE CAVALHEIRO


Doce cavalheiro, que o semblante me é enigma
Sinto a tua presença, e isso me reanima.
Almas desde sempre unidas, num doce ato de crer
Na espera de um encontro, que alegre nosso viver.

Doce cavalheiro, que me tira noites de sono
A imaginar o teu toque, tua respiração e teu gosto.
Estarei aqui, mesmo se as estrelas apagarem,
Mesmo que o sol escureça e teus olhos não mais brilharem.

Estarei aqui, meu Doce cavalheiro, a enxugar as tuas lágrimas
Em tua dor serei sustento e amparo em tuas lástimas.
Estarei aqui, meu Doce Cavalheiro, unida ao teu coração
A espera de um ósculo eterno que selará nossa união.

Autoria: Letícia de Paula
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