sexta-feira, 27 de maio de 2016
Literatura: uma barca no meio do oceano
Fonte: Blog do [cultor]
Por Rafael Ruiz, “Literatura e crise – Uma barca no meio do oceano”, p. 20-26.
Por que lemos? Perguntava-se muitas vezes C.S. Lewis. Resposta: para saber que não estamos sós. Para aprender a construir prédios, para saber sobre cálculos e alíquotas, para fazer tabelas e gráficos temos muitos cursos e disciplinas, contudo, para saber como ser humanos e não cair sozinhos no abismo da desumanização, só podemos aprender com o que os outros seres humanos – aqueles que foram os mais humanos dos humanos – nos deixaram na arte, na música, nas letras, na poesia, nos romances.
Holden, a personagem criada por Salinger em O Apanhador no campo de centeio, é um colegial que procurou a conversa com o Prof. Antolini porque se encontrava confuso, desnorteado e, principalmente, revoltado com o estado de coisas na sociedade em que vivia. A conversa foi ficando, para Holden, cada vez mais pesada, mesmo assim, o Professor deu-lhe uma dica preciosa antes de despedi-lo. Um conselho para poder sobreviver no meio daquela sociedade que Holden já detestava:
quarta-feira, 25 de maio de 2016
Amantes de livros!
Esta é uma imagem de um livro muito interessante e raro que ensina a costurar,
publicado em Dublim, na Irlanda, na segunda metade do século XIX.
terça-feira, 24 de maio de 2016
8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO
Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.
8. CRIAR UM CLIMA CRISTÃO
Uma das condições essenciais da educação cristã
consiste em que o âmbito familiar realize uma atmosfera espiritual em que
as almas desabrochem e se elevem espontaneamente. A influência exercida
nas crianças se apóia melhor no conjunto harmonioso de uma multidão de fatos
aparentemente insignificantes do que em manifestações excepcionais ou
em discursos solenes.
• À religião não é qualquer coisa que se pespegue
no indivíduo, muito menos uma roupa com a qual nos vistamos ou da qual nos
desembaracemos à vontade, segundo os dias e as circunstâncias. É preciso
que o clima da casa tenha por base uma fé que tudo informe para tudo
transfigurar, sem trazer sombras.
segunda-feira, 23 de maio de 2016
Pornografia mata o amor
Nota do blogue: Ótima aula (Pornografia mata o amor) do Padre Paulo Ricardo. Irei publicar a série de aulas desse curso. São num total de quatro sendo que a primeira trata sobre Pornografia, um novo tipo de droga.
Nessa segunda aula ele fala da conversão de um ex-ator pornográfico que hoje faz apostolado e cita o vídeo -- elaborado por esse ex-ator -- que divulgo abaixo do vídeo da aula. São 16 minutos mostrando rapazes (foto apenas do rosto), a data do falecimento e a causa. A maioria morreu de Aids, alguns se mataram... rapazes lindos fisicamente, mas percebam o olhar deles... vazio! Rezemos, amigos e lutemos para que nossas crianças tenham um futuro mais digno.
Letícia de Paula
Letícia de Paula
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7. CRIAR UM CLIMA DE AFETO VIRIL
Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.
7. CRIAR
UM CLIMA DE AFETO VIRIL
A criança tem necessidade de muito afeto — não um
afeto molemente dado, mas um afeto tão viril quanto terno.
• Na América, na Áustria, em certas creches,
a pretexto de uma puericultura científica, chegara-se a proibir
todo contato com os bebês. As enfermeiras, enluvadas e com máscaras
afiveladas ao rosto, tratavam as crianças de acordo com os últimos
princípios da luta contra os micróbios. Naturalmente, era proibido beijar. Os
resultados quanto ao desenvolvimento psíquico das crianças foram
desastrosos. Inquéritos comparativos feitos no seio de famílias pobres
e mesmo miseráveis, que viviam sem higiene, com mães por vezes
negligentes, revelaram um desenvolvimento afetivo mais satisfatório. Mesmo
com amas medíocres, mas que guardavam contato humano com as crianças de
peito, o desenvolvimento ulterior se efetuava em condições bem melhores.
domingo, 22 de maio de 2016
6. CRIAR UM CLIMA DE CONFIANÇA
Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.
6.
CRIAR
UM CLIMA DE CONFIANÇA
Ainda mais do que as observações diretas e pessoais,
é o clima que os pais souberam criar em casa que mais profundamente modela a
alma dos filhos.
• Uma atmosfera que se respira e que vos
penetra insensivelmente: não será sobretudo isso que oxigena o
vosso comportamento?
• Um clima de confiança facilita o desabrochar, o
progresso, o esforço. A criança se sente desde cedo moralmente obrigada a
fazer o melhor que puder.
• A desconfiança constrange, inibe; pior ainda,
suscita por vezes o desejo de agir mal.
• Não é necessário que, por princípio, a família
seja o lugar onde se repreende.
• A alegria de viver, fruto da certeza de ser
compreendido e amado, desempenha um papel importante na vida da criança.
Uma mãe nervosa, excitada, cheia de queixas, um pai casmurro, voltando à
noite fatigado, sem achar nenhum prato a seu gosto, ralhando sem cessar,
distribuindo sem proporção racional pancadas e castigos — nada como isso
para fazer a criança voltar-se para dentro de si mesma, esperando a
“evasão”.
sexta-feira, 20 de maio de 2016
Domingos Sávio: o grande pequeno santo
Fonte: Blog do [cultor]
Na Itália do século XIX, num tempo em que a Igreja atravessava terríveis provações, a breve e impressionante história de São Domingos Sávio, que aos quinze anos foi coroado por uma morte santa, desenrola-se ao lado da história de outro santo: Dom Bosco. Este grande fundador, que soube equilibrar a ousadia e a prudência sem nunca buscar o prestígio, era um construtor de obras sólidas. De família humilde, foi educado na fé por sua mãe viúva. Viu-se refletido nos pobres meninos de rua, que muitas vezes eram presos por pequenos roubos em busca de alimento. Sabia que fora preservado daquela vida apenas pelo cuidado de sua mãe, e, tomado de compaixão, iniciou a sua grande obra.
“Antes morrer que pecar”
Na Itália do século XIX, num tempo em que a Igreja atravessava terríveis provações, a breve e impressionante história de São Domingos Sávio, que aos quinze anos foi coroado por uma morte santa, desenrola-se ao lado da história de outro santo: Dom Bosco. Este grande fundador, que soube equilibrar a ousadia e a prudência sem nunca buscar o prestígio, era um construtor de obras sólidas. De família humilde, foi educado na fé por sua mãe viúva. Viu-se refletido nos pobres meninos de rua, que muitas vezes eram presos por pequenos roubos em busca de alimento. Sabia que fora preservado daquela vida apenas pelo cuidado de sua mãe, e, tomado de compaixão, iniciou a sua grande obra.
“É à volta de um problema quase único, o da infância infeliz e abandonada, que Dom Bosco concentra o essencial da sua atividade. Mas a importância desse problema, soube ele compreendê-la tão profundamente, e levar os seus contemporâneos a medi-la, que sobre essa base vai edificar uma obra grandiosa”.[1] O encontro e a influência de dois santos, Dom José Cottolengo e Dom José Cafasso, fizeram-no conhecer a fundo a miséria humana, e com eles aprendeu que “a caridade tem exigências sem limites e que, quando nos pomos ao seu serviço, temos de aceitar ser devorados por ela”.[2]
Um novo tipo de droga - Pornografia
"O cérebro humano, diante do excesso de sexo, reage da mesma forma que o cérebro de um viciado em drogas."
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