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segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Confissão frequente


(O Cristão no tribunal da Penitência - Frei Frutuoso Hockenmaier, 1949)

Mas, dirás, de nada me aproveita a confissão. Estou sempre na mesma, recaio constantemente nos mesmos pecados!

A tua objeção esconde um sofisma dos mais sutis.

Se vives escravizado a qual­quer mau hábito, nem por isso hás de per­der a coragem. Extingue-se o incêndio e fica o braseiro do rescaldo. Para o apagar, é preciso ainda muita água. As labaredas do pecado, uma confissão as apagou; mas fica o braseiro do mau hábito, e esse só a abundante chuva de graças que dá a con­fissão frequente, o extinguirá.

Confessa-te, pois, com frequência. Aban­donar-te ao desespero seria crime enorme, pois levar-te-ia à perdição eterna.

Coragem! E quando os maus hábitos apertarem contigo, diz: "Não, agora não hei de pecar”. E sempre que a tentação volte; lhe hás de responder com o mesmo falar. E se, apesar disso, te acontecer à desgraça de recair, vai logo a confessar-te. A primeira queda arrastar-te-ia a uma se­gunda, terceira, e a muitas outras, se ime­diatamente te não levantasses amparado à graça do Sacramento.

E se a força do mau hábito outra vez te fizer cair, não desanimes por isso. Ora, torna a orar, e teima em ir buscar a força e o vigor que te faltam, na frequência da Confissão e na recepção da Sagrada Euca­ristia. Ao fim, hás de ver, serás tu o ven­cedor.

terça-feira, 1 de abril de 2014

A MORTIFICAÇÃO

Nota do blogue: Agradeço ao amigo Rafael Horta pelo envio. Deus lhe pague.


Pe. Garrigou-Lagrange, O.P.,
Les Trois Ages de la Vie Intérieure

Sobre a mortificação cristã, notemos, em primeiro lugar, duas tendências extremas e errôneas: de um lado o naturalismo prático que é tão frequente e no que caíram os quietistas, e de outro lado, a orgulhosa austeridade jansenista, que está muito afastada do proceder do amor de Deus. A verdade se ergue como o cume em meio desses dois extremos, que representam os desvios contrários dos erros.

O Naturalismo Prático, na Ação e na Inanição

sábado, 15 de março de 2014

Reflexão de Columba Marmion para a Sexta-Feira Santa


Tudo é perfeito no sacrifício de Jesus; tanto o amor que O inspira, como a liberdade com a qual Ele o conclui. Perfeito também no dom oferecido: Cristo Se oferece a Si mesmo, inteiro: a alma e o corpo são moídos pelas dores; não há dor que Jesus não tenha conhecido.

Havia tomado para Si todas as iniquidades dos homens e como que as vestira, e no Jardim das Oliveiras, durante a terrível agonia, sentia pesar sobre Si toda a cólera da justiça divina. Previa que para muitos homens Seu sangue seria derramado em vão, e essa visão levava ao cúmulo o amargor de Sua santa alma.

Se lermos com atenção o Evangelho, veremos que os sofrimentos de Jesus foram dispostos de tal sorte, que todos os membros do Seu corpo sagrado foram atingidos, todas as fibras de Seu coração foram rasgadas pela ingratidão da multidão, o abandono dos Seus, as dores de Sua mãe; que a Sua santa alma sofreu todas as avanias e todas as humilhações que se possam infligir a um homem.

Mas Cristo aceitou tudo.

domingo, 19 de janeiro de 2014

A Realeza de Cristo sobre a História - Pe. Julio Meinvielle

Fonte: Grupo Dom Bosco


Há uma verdade fundamental da dogmática cristã que a chamada nova teologia busca obscurecer ou debilitar. É a Realeza universal de Cristo sobre toda a criação e por isso mesmo sobre a história. Sem embargo, esta verdade constitui a substancia mesmo do kerygma evangélico, que consiste na pregação do Reinado de Deus e de seu Cristo sobre a terra. A Nova Teologia obscurece e diminui a luz desta verdade porque ela se opõe diretamente ao laicismo da vida e da história que em sua versão liberal, socialista e comunista impera hoje sobre os povos. O laicismo constitui a substancia do mundo moderno e a nova busca pactuar com o mundo moderno. Logo se vê impelida a ofuscar e a diminuir uma verdade que tão radicalmente se opõe à sua intenção profunda.

sábado, 4 de janeiro de 2014

EXPLICAÇÃO DO CREDO por São Francisco Xavier

Por Teodomiro Tadeu Viana Franco


Folgai, cristãos, de ouvir e saber como Deus, criando, 
fez todas as coisas para serviço dos homens. 

SCHURHAMMER, ep. 58, em português. Ensinava-se cantando, ao gosto das crianças. 
( t. I, páginas. 352- -354), onde nos fala da catequese rítmica de S. Francisco Xavier, 
tão vulgar no seu tempo.

Primeiramente, criou os céus e a terra, os anjos, o sol, a lua, as estrelas, o dia com a noite, as ervas, os frutos, aves e alimárias que vivem em a terra, o mar e os rios, os peixes que vivem em águas; e acabadas de criar todas as coisas, por derradeiro criou o homem à Sua imagem e semelhança.

E o primeiro homem que Deus criou foi Adão, e a primeira mulher Eva. E depois que Deus criou Adão e Eva, no paraíso terreal, os bem-disse e casou e lhes mandou que tivessem filhos e povoassem a terra de gente. E de Adão e Eva viemos todas as gentes do mundo.

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sermão sobre o conhecimento e a ignorância - São Bernardo de Claraval

(Sermão 36 sobre o Cântico dos Cânticos)

I- O conhecimento das letras é bom para a instrução, mas o conhecimento da própria fraqueza é mais útil para a salvação. Aqui estou para cumprir o que vos prometi; aqui estou para satisfazer vosso desejo; aqui estou, também, obrigado pela dívida que tenho para com Deus, a Quem sirvo.

Como vedes, três são as razões que me impelem a pregar: o compromisso assumido, o amor fraterno e o temor a Deus.

Se me abstivesse de falar, pela minha boca condenar-me-ia. Mas o que acontece se eu falar? Também neste caso, corro o mesmo risco, o de ser condenado pela minha própria boca: por pregar e não praticar o que prego. Ajudai-me, pois, com vossas orações, para que eu possa sempre falar o que é necessário e, com minha conduta, praticar o que prego.

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O Combate Espiritual por Dom Lorenzo Scúpoli – Capítulo V

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

Se é preciso gloriar-se, é de minhas fraquezas que me gloriarei!”
(II Coríntios 11,30)
DE UM ERRO DE MUITOS, QUE TEM A PUSILANIMIDADE POR VIRTUDE

É uma ilusão comum a muitos tomar como virtude o medo e a confusão que tomam conta da alma depois do pecado. Enganados pelo sentimento de dor que se mistura com a inquietação, estas pessoas não se apercebem que seus problemas nascem de um orgulho oculto e uma presunção tola. Elas confiam em suas próprias forças; e quando, pela experiência do erro, percebem que estas forças não lhes são suficientes, elas se perturbam e ficam surpresas com suas quedas, sendo para elas algo inesperado; e vendo derrubado o apoio frágil que lhes asseguravam, elas caem no desânimo e medo.
Não sucede assim ao humilde, o qual confiando só no seu Deus e nada presumindo  de si, em qualquer falta que ele cometa, ainda que lhe pese e esteja arrependido amargamente, ele não se inquieta nem se espanta, pois a tocha da verdade ilumina-o para que enxergue que tudo o que lhe sucedeu é proveniente de sua miséria e sua fraqueza.

O Combate Espiritual por Dom Lorenzo Scúpoli – Capítulo IV

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

Não sabeis que o vosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a Deus no vosso corpo,
e no vosso espírito, os quais pertencem a Deus
.”
(1 Coríntios 6:19-20)
COMO SE PODE SABER SE TEMOS DESCONFIANÇA DE SI MESMO E A CONFIANÇA EM DEUS

Parece às vezes ao servo presumido, que tem alcançada a desconfiança de si e a confiança em Deus, e em verdade não é bem assim. Apurareis esta verdade a partir do efeito que as quedas produzirão sobre vós.
Porque, se estas quedas vos inquietam e vos afligem, e se elas vos tiraram a esperança de jamais avançar na virtude, isto é um sinal de que não colocastes vossa confiança em Deus, mas em vós mesmos.

domingo, 29 de dezembro de 2013

O Combate Espiritual por Dom Lorenzo Scúpoli – Capítulo III

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

“Porque já é manifesto que vós sois a carta de Cristo, ministrada por nós, e escrita, não com tinta, mas com o Espírito do Deus vivo, não em tábuas de pedra, mas nas tábuas de carne do coração. E é por Cristo que temos tal confiança em Deus; Não que sejamos capazes, por nós, de pensar alguma coisa, como de nós mesmos; mas a nossa capacidade vem de Deus“
(2 Coríntios 3:3-5)
DA CONFIANÇA EM DEUS

Ainda que a própria desconfiança seja tão necessária neste Combate, como vimos; contudo, se só dela temos por defesa, seremos em breve forçados a nos pôr em fuga ou a nos tomar como vencidos e desarmados pelo inimigo. Daí vem que além da desconfiança de nós mesmos, necessitamos da total confiança em Deus, d'Ele só e n'Ele só esperarmos todo o bem, todo o socorro e as graças que asseguram a vitória. (cf. Sl 60:11-12 ; 2Co 1:9 )
Ponde vossa confiança no Senhor e estareis seguros;”
(2 Crônicas 20:20)

O Combate Espiritual por Dom Lorenzo Scúpoli – Capítulo II

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

“Vigiai e orai, para que não entreis em tentação;
na verdade, o espírito está pronto, mas a carne é fraca.”
(Mt 26:41)
 A DESCONFIANÇA DE NÓS MESMOS

A desconfiança de nós mesmos, nos é necessária neste combate de tal maneira, que sem ela devemos ter por certo que não só não poderíamos conseguir a desejada vitória, como não venceríamos a menor das paixões. (Mt 26:41)
Importa que desta verdade fiquemos bem persuadidos, porque nossa natureza corrompida nos empurra a ter uma vã e errada estimação de nós mesmos. Apesar de sermos um nada verdadeiramente, nem por isso deixamos de nos persuadir de que prestamos para alguma coisa, e que sem fundamento algum presumimos poder alcançar por nossas forças. (cf. Lc 17:10 ; Ro 6:16-23)

O Combate Espiritual por Dom Lorenzo Scúpoli – Capítulo I

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

“Então, meu filho, fortalece-te na graça do Cristo Jesus. O que ouviste de mim na presença de numerosas testemunhas, transmite-o a pessoas de confiança, que sejam capazes de ensinar a outros. Como bom soldado do Cristo Jesus, assume a tua parte de sofrimento.

Ninguém que esteja engajado
no serviço das armas se embaraça nos negócios da vida civil,
se deseja agradar a quem o alistou. Igualmente o atleta, na luta esportiva,
só recebe a coroa, se lutar segundo as regras.”

(II Tm 2 : 1-5)
EM QUE CONSISTE A PERFEIÇÃO CRISTÃ; O QUE É NECESSÁRIO COMBATER PARA ADQUIRI-LA; E AS QUATRO COISAS NECESSÁRIAS NESTE COMBATE

Se quereis, ó alma cristã, atingir o auge  da perfeição, vos unir estreitamente a Deus, e vir a ser um mesmo espírito com Ele, é necessário para a conclusão bem sucedida desse projeto (o maior e mais nobre que se possa imaginar) que saibamos antes em que consiste a verdadeira e perfeita espiritualidade. Porque muitos, sem cuidar de outra coisa, a fazem consistir no rigor da vida, na mortificação da carne, nos cilícios, nos jejuns e outras asperezas semelhantes e trabalhos corporais. Outros, em particular as mulheres, entendem que já tem muito adiantado o caminho para perfeição quando rezam muitas orações, participam de muitas missas e longos Ofícios Divinos, e frequentemente visitam às igrejas e se aproximam do santo Altar para comungar. Muitos outros (entre os quais talvez alguns, que revestidos de hábito religioso) imaginam que a perfeição depende plenamente de frequentar o Coro, do silêncio, da solidão e da observância da disciplina regular.

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

UMA CARTA DE ELISABETE DA TRINDADE- CARMELITA DESCALÇA

Por um indigno escravo de Nosso Senhor


CARTA Nº 183.
CARTA ENVIADA À SR.TA FRANCISCA DE SOURDON
Deseja ensinar-lhe o segredo da felicidade: fixar o olhar em Deus. Exorta-a a construir para si uma cela interior e nela refugiar-se com simplicidade na oração.
CARMELO, NOITE DE QUINTA – FEIRA ( ? DE 1904)
JM+JT
Sim, minha querida, rezo por você e guardo-a em minha alma, junto ao Senhor, nesse pequeno e íntimo santuário  onde o encontro todas as hora do dia e da noite. Nunca estou sozinha. Meu Cristo está sempre ali, sempre orando em mim, e eu me uno à oração dele.
Minha Francisca, você me causa dó porque vejo perfeitamente que você se sente infeliz, mas lhe garanto que é somente por culpa minha. Tranquilize-se, pois ainda não a julgo maluca, porém apenas com os nervos abalados e hipersensíveis; e quando você passa por essas crises, acaba fazendo seus familiares sofrerem. Oh! Quanto gostaria de ensinar-lhe o segredo da felicidade como o Senhor o ensinou a mim! Você diz que não tenho preocupações nem sofrimamentos; e na verdade sou muito feliz, como nunca o fui assim. Oxalá, porém, você soubesse como podemos ser completamente felizes, mesmo estando no meio das contrariedades! Precisamos manter o olhar sempre fixo no Senhor. No começo, quando sentimos que tudo se amotina em nosso interior, precisamos esforçar-nos; mas, com a prática da paciência e com a ajuda de Deus, acabamos superando tudo.

Não te inquietes…

Por um indigno escravo de Nosso Senhor

Deve-se tratar dos negócios com muito cuidado, mas sem inquietação nem ansiedade

Grande diferença há entre os cuidados dos negócios e  a inquietação, entre a diligência e a ansiedade. Os anjos procuram a nossa salvação com o maior cuidado que podem, porque isto é segundo a sua caridade e não é incompatível com a sua tranquilidade e paz celestial; mas, como a ansiedade e a inquietação são inteiramente contrárias à sua bem-aventurança, nunca as têm por nossa salvação, por maior que seja seu zelo.
Dedica-te, Filotéia, aos negócios que estão ao teu encargo, pois Deus, que os confiou a ti, quer que cuides neles com a diligência necessária; mas, se é possível, nunca te entregues ao ardor excessivo e ansiedade; toda inquietação perturba a razão e nos impede de fazer bem aquilo mesmo por que nos inquietamos.

domingo, 1 de dezembro de 2013

O valor do tempo

Por um indigno escravo de Nosso Senhor


 O valor do tempo

"Só o não fazer bem nenhum é já um grande mal" (S. Francisco de Sales)."

Se observamos atentamente a vida de muitos cristãos, acharemos que eles não parecem estar no mundo para mais nada senão para não fazerem coisa alguma, ou, ao menos, coisas de proveito. Todas as horas do dia e da noite são gastas em atender ao corpo, à sua pessoa, à sua comodidade e bem-estar, sem as empregarem nalguma ocupação útil, sem terem um ideal digno e elevado, sem trabalharem nem pouco nem muito por Deus, pela sua alma, nem pelo bem do próximo. A cama, a mesa, o jogo, a conversa, o passeio, o café, o teatro, as excursões recreativas..., eis aqui o único campo que estes personagens inúteis cultivam; eis aqui os ídolos a quem eles prestam culto. Estão inteiramente dominados pelo vício da ociosidade; levam uma vida só de gozo e moleza; de cristãos não têm senão o nome. 

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

A alegria dum sacerdote

Por um indigno escravo de Nosso Senhor


Ao terminar a costumada visita aos paroquianos doentes, quando entrava na igreja o jovem padre vê uma senhora vir  ao seu encontro:
    -- Senhor Prior, venha a casa de um homem que está muito doente! Ele retornou da África há pouco tempo. É contra a Religião e até diz que não o receberá, mas venha! Ninguém me pediu para o chamar, mas o senhor é sacerdote e ele é uma alma para salvar.
    Um paroquiano que ouviu a conversa intrometeu-se: -- Ora, Senhor Padre, lá o senhor não vai conseguir fazer nada. Não vale a pena incomodar-se, pois já é quase noite e está a cair neve. Vá para a casa paroquial descansar.
    Ao padre nem pareceu  ter ouvido a sugestão do paroquiano. E disse: -- Eu vou agora mesmo, pois  receio não dar tempo de  atender o pobre homem. Vou cumprir  meu dever! – respondeu prontamente o sacerdote, que pôs toda a confiança em Deus.
    Depois de dura caminhada noturna chegou e entrou numa casa miserável. O ar era irrespirável. Numa cama perto da lareira o doente  tossia forte e quase ao desespero. A seu lado, a idosa mãe lhe fazia companhia, agasalhada num cobertor.  
    Ao ver o sacerdote a mulher levantou-se muito surpreendida e o homem doente, ainda com ar de rapagão, muito zangado, gritou-lhe:

terça-feira, 12 de novembro de 2013

DAS SECURAS ESPIRITUAIS


Posuit me desolatam, toto die moerore confectam — 
“Pôs-me em desolação, afogada em tristeza todo o dia” (Thren. 1, 13).


Sumário. O Senhor prova os que o amam com securas e tentações. Quando, pois, te achares em tal provação, não percas a coragem, mas entrega-te com abandono inteiro à misericórdia divina. Faze continuamente atos de humildade e resignação, confessando que mereces ser tratado assim e ainda pior. Não omitas sobretudo nenhuma das tuas boas obras e orações, muito embora as faças sem gosto e contra vontade. Virá o tempo em que serás bem pago por tudo.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Obrigação de vários estados

Por Thiago Maria


OBRIGAÇÕES DOS CHEFES DE FAMÍLIA

1- Sustentar a família conforme o próprio estado.
2- Não dissipar os bens da família em jogos nem em vaidades.
3- Pagar pontualmente o ordenado aos criados, jornaleiros.
4- Vigiar sobre os costumes de seus filhos e dependentes.
5- Procurar que frequentem a palavra de Deus e os santos Sacramentos.
6- Corrigí-los com prudência.
7- Castigá-los sem paixão de ira etc.
8- Tratá-los com benevolência.
9- Tê-los ocupados.
10- Assistí-los em suas doenças.
11- Edificá-los com o bom exemplo.
12- Encomendá-los a Deus, e proporcionar-lhes bons mestres, patrões etc.
13- Procurar a devida separação entre filhos e filhas, e pessoas de diferente sexo.
14- Não admitir pessoa alguma que possa, com suas conversações, ou de qualquer outra maneira, ser motivo de escândalo à família.

Fiesta de Cristo Rey, por Benito Baur O.S.B.

Fonte: En Gloria y Majestad

"El Señor es Rey."

   1. Un día de acción de gracias al Padre por haber constituido Rey y Señor de todo a su divino hijo, que tan profundamente se anonadó en su pasión y muerte. Un día de acatamiento al Hombre-Dios, a Jesucristo, al cual se le ha concedido todo poder sobre el cielo y sobre la tierra. "Él domina de un mar a otro, desde el río (Éufrates) hasta los últimos confines de la tierra. Le acatan todos los reyes de la tierra. Le sirven todos los pueblos" (Gradual). Acatémosle y sirvámosle también nosotros, hoy y siempre.

sábado, 26 de outubro de 2013

Para a Salvação é necessário o sacrifício da vontade própria


Qui facit voluntatem Patris mei, qui in coelis est, ipse intrabit in regnum coelorum — “O que faz a vontade de meu Pai que está nos céus, esse entrará no reino dos céus” (Matth. 7, 21).

Sumário. O que faz a vontade de Deus, entrará no céu; o que não a faz, não entrará. Se portanto quisermos ser salvos, renunciemos à nossa vontade própria, e entregando-a sem reserva a Deus, digamos freqüentes vezes cada dia: Senhor, ensinai-me a cumprir a vossa vontade santíssima; protesto não querer senão o que quereis Vós. Para que estejamos sempre dispostos a cumprir a vontade divina, é utilíssimo que desde de manhã nos representemos as contrariedades que nos possam suceder durante o dia.

Saber Esperar. Un texto de Fray María Rafael



12 de julio de 1936 - 25 años
Meditaciones de un trapense - San Isidro

Saber esperar

En la Trapa tenemos los trapenses un consuelo muy poco conocido en el mundo... Aquí en la casa de Dios y separados del bullicio de los hombres, se ve de una manera palpable lo corto que es todo lo que pasa con el tiempo... En el mundo también, pero es de otra manera.

El mundo cuando comenta la rapidez de la vida lo hace con un “dejo" de tristeza; se lamenta de la brevedad de todo... El hombre vive muchas veces del recuerdo… y lo que pasó ¿de qué le sirve?... No se enmienda, sigue buscando en la vida que aún le queda, lo que no encontró en la vida que vivió. Le llegan los años últimos y en estos aún nota más la nostalgia de lo que pasó, y lo breve de todo… triste vejez la del mundo.

En la Trapa, al monje lo que fue ya no le importa… Solamente tiene el inmenso consuelo de saber que lo que aún le queda, ha de pasar. ¿Qué hacer, pues sino esperar? Y con qué alegría y paz se espera, lo que es cierto ha de venir.

Qué paz da al alma pensar, que lo que espera, ni los hombres ni los acontecimientos pueden impedir su llegada... Cada día que pasa, es un día más que nos acerca al comienzo de la verdadera vida.

Lo que para el mundo es el fin, para el monje es el principio. Todo llega, todo pasa..., sólo Dios permanece.