quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

RECONSTRUA



Sabe o porquê de não termos tantos relatos de santos na sociedade atual como acontecia na Idade Média, onde a França, por exemplo, era local de grandes personalidades santificadas?! Pois não há, nos dias atuais, pais que peçam a Deus filhos santos, que se consumam por isso numa educação firme e reta.

Essa educação voltada apenas para o físico e intelecto não gera santos. Precisamos sangrar, precisamos combater essa pedagogia desmoralizante, é preciso incutir nas almas infantis o amor a Deus e as coisas de Deus. Restaurar a família, a hierarquia, a Fé.

Enquanto os pais não priorizarem a educação espiritual e moral nos filhos, sofrendo para serem santos e darem exemplo disso, enquanto ficarmos apenas no "catolicismo anestésico", onde se evita todo o sofrimento em busca de prazeres mundanos, o mundo será privado de grandes personalidades santificadas.

Pais "jujubas", filhos "jujubas", sociedade "jujuba".

LEVANTA-TE DE TUA COMODIDADE e peça filhos santos a Deus, trabalhe por isso. Reconstrua, reconstrua, reconstrua.

sábado, 18 de fevereiro de 2017

RETORNO E NOVIDADES


Queridos amigos e irmãos em Cristo,
salve Maria.

Quem acompanha o blog A grande guerra desde o começo, percebeu que ele passou por grandes e diversas mudanças no decorrer desses 8 anos. 

Num tempo bem movimentado, noutro parado.

Assumiu projetos para feituras de livros, digitalizações, entre tantas coisas ocorridas aqui.

Quantos e-mails recebi sobre dúvidas, testemunhos e pedido de ajuda, uma satisfação imensa. Quantas vezes também senti vontade de desistir e jogar tudo para o alto, porém, eu nunca desisti desse espaço, pois, pela verificação dos frutos, a continuidade em audiência, e por ter sobrevivido a tantas misérias dessa que escreve, eu só tenho uma certeza: esse blog não é meu, esse espaço é de Deus.

Agradeço o carinho e venho dizer que voltarei a ser mais ativa aqui, pois, por um determinado tempo, quis me "aventurar" em apostolados em outros meios sociais e me arrependi.

Segue algumas novidades:

1. Abrirei a opção de comentários no site, visando melhorar a interação entre os leitores.

2. Retornarei com a LISTA DIÁRIA das atualizações do site, portanto, se você quiser receber as novidades, mande um e-mail para: agrandeguerra@gmail.com com o título: LISTA DIÁRIA, eu acrescentarei seu e-mail nessa lista (já existe essa opção mecânica, mas eu preciso uma personalizada, gosto de conhecer meus leitores).

3. Possivelmente eu publicarei alguns vídeos [farei um canal no youtube] falando um pouco sobre algumas coisas que li — sobre formação infantil e feminina — não sei para quando, mas ainda nesse ano.

4. Voltarei a transcrever alguns livros raros sobre educação e espiritualidade. Preciso retomar "minha caça ao tesouro" nos sebos, por isso, quem puder ajudar com alguma "esmola" para a aquisição de novas obras, ajude.

5. Divulgarei e comentarei algumas obras lidas nesse ano de 2017.

Por ora é isso, amigos.
Retornando à batalha, aqui, nesse espaço.

Um forte abraço e confiantes de nossa união no Coração do crucificado.

Letícia de Paula

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017

COMO LIDAR COM O SOFRIMENTO


Escutei uma belíssima aula do padre Paulo Ricardo falando sobre o sofrimento. Ele faz a simbologia da noiva que tem que despedir um por um para unir-se — com recolhimento — ao esposo na noite de núpcias.

Assim a alma deve fazer nesta vida, nesse Vale de Lágrimas.

Quando ela se despede da beleza, da saúde... quando se depara com traições, mortes de pessoas queridas, doenças e infortúnios, ela está, como que se despedindo dos convidados, para, através desses sofrimentos, se recolher para as noites de nupcias. O CÉU.

Faz a simbologia também da mulher que ao parir, sofre horrores, mas que ao ter os filhos nos braços já não se lembra das dores de outrora. Um sofrimento que traz a VIDA.

Essa caricatura de "Cristianismo analgésico" é "diabólica" (palavras do próprio Padre citado). Somente uma sociedade burguesa e cômoda poderia propôr um Cristianismo sem sofrimentos, falso e maligno.

Recomendo vivamente a aula.

Letícia de Paula

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

DESIGUALDADE NO FÍSICO




O homem possui um corpo mais firme, forte e ampliado (para os trabalhos externos, como a caça). A mulher, por sua vez, traz maciez, tem o quadril mais largo, mais gordura abdominal, seios (características para a maternidade).

Nessas diferenças físicas há a atração física entre ambos, não apenas por instinto, mas também por um possuir o que o outro não tem, e também por perceberem que as suas características próprias completam o outro.

O homem é o que protege, traz força, masculinidade nos traços; a mulher com sua maciez e pequenez traz a necessidade de ser protegida.

Nisso está a beleza contida na Criação.

O que vemos nos dias atuais é uma destruição do que Deus quis e aplicou.

O homossexualismo, feminismo, a idolatria do corpo, que lhe faz perder suas características natas (aqui também entra o oposto, aqueles que se descuidam do corpo a ponto de deformá-lo); tudo isso é um atentado à beleza da Criação.

A desigualdade nos planos de Deus é o que traz equilíbrio no mundo, que possibilita a beleza através das diferenças que se completam.

Letícia de Paula

DESIGUALDADE NAS APTIDÕES




O homem possui características de quem será a Cabeça do lar, de quem exercerá uma liderança na sociedade ou ao seu redor. É mais racional, decidido (aqui vemos como a maioria dos homens estão corrompidos na sociedade atual), almeja galgar no intelecto e tem grande dificuldade com rotinas.

A mulher, por sua vez, é mais emotiva, detalhista, voltada para a beleza das coisas (pintura, música, e afins) e tem mais facilidade para lidar com a rotina. Características que lhe garante ser a Rainha de seu lar, atuar em profissões mais femininas e educar a prole passo a passo.

A busca por "direitos iguais" é o grito daqueles que buscam destruir essa desigualdade que traz a ordem.

Uma família sem os detalhes, emoção e convívio de uma mulher é um lar destruído. Um lar sem a voz ativa, decisão e firmeza do homem é um lar destruído.

Uma sociedade onde os papéis do homem e da mulher se igualam é uma sociedade destruída, pois, mesmo que não seja possível igualá-los, os papéis deixam de serem cumpridos e gera-se a anarquia.

A desigualdade querida e criada por Deus é um bem.

Letícia de Paula

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

MULHER E AS IGREJAS DE MINAS GERAIS


Uma mulher cristã deve ser como uma igreja de Minas Gerais. Explico-me.

Igreja com uma determinada beleza exterior, mas singela, simples e que desperte um bem estar sem ofuscar a glória de Deus. E ao mesmo tempo, por dentro, trazer uma riqueza, uma arquitetura baseada no belo, que eleve a Deus àquele que adentrar ao seu santuário.

Riqueza adquirida com muita luta e dignidade, para honrar a Deus e fazê-lO conhecer através de sua beleza.

Assim são as igrejas de Minas Gerais, e assim deve ser uma mulher cristã.

Letícia de Paula

DESIGUALDADE NA ESPIRITUALIDADE


A desigualdade existente entre o homem e mulher -- desigualdade querida por Deus -- reflete-se em todos os campos de suas vidas, inclusive no espiritual. A mulher é mais emotiva, mais propensa aos estudos espirituais; o homem é mais racional e visa assuntos mais ligados à filosofia, ética, política, e afins. Não que ele não seja religioso, não é isso, mas sua vida de espiritualidade se dá de forma distinta, mais viril.

A mulher é chamada às coisas interiores e o homem às exteriores. Ela será a "lareira" do lar, aquecê-lo-á com sua piedade, doçura e vigilância. As primeiras orações, a explicação de uma imagem, tudo isso se dará de forma mais intensa na voz daquela que é chamada a brilhar e a aquecer o lar, instruir os pequenos em todas as horas do dia.

A espiritualidade masculina está mais presente em sua missão bem cumprida nos trabalhos exteriores, onde, somente com uma vida interior alicerçada no cumprimento dos mandamentos e sacramentos poderá ser "rocha" na família.

A união da "rocha" e da "lareira" fará com que se tornem UM. Uma complementação espiritual que derramará suas graças nos filhos, na sociedade e enriquecerá a Igreja de Cristo.

Letícia de Paula

HOMOSSEXUALISMO E INFÂNCIA


Estou lendo um livro chamado Perspectiva sobre o homossexualismo. O livro é composto por dois estudos sobre o tema e, para a minha felicidade, afirma o que eu sempre pensei sobre o assunto, a saber: homossexualismo não é genético, sua existência é decorrente de transtornos psicológicos gerados especialmente na infância.

Uma família desestruturada, onde a criança não tem como exemplo o papel de pai (homem) e mãe (mulher) determinados em suas funções; um lar onde a criança não recebe carinho ou mesmo sofre violências (físicas ou morais); uma família onde os pais não possuem uma base psicológica estável; onde há brigas e excesso de cobranças ou superproteção... onde um filho é mais desejado e amado que o outro - entre muitos outros fatores - as chances dos filhos nascidos e criados nesse ambiente doentio terem problemas com relação a sua sexualidade é imensa, pois a criança não tem estrutura e maturidade para suportar essas cargas. Ela terá a concepção de que a figura masculina ou feminina é má, conforme a agressão (física, psíquica ou moral) que sofrer.

A mídia encobre todos os estudos feitos entre os terapeutas, onde os homossexuais foram curados de seus traumas e deixaram de ser homossexuais, muito pelo contrário, exalta estatísticas inviáveis e nada confiáveis sobre a chance do homossexualismo ser genético.

Família estruturada, criança saudável.
Homossexualismo tem solução.

Letícia de Paula

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

CONFIANÇA: CONTAR COM DEUS

Fonte: Blog do [Cultor]

Conta somentcom Deus



Firmeza inquebrantável é, pois, a primeira característica da confiança. A segunda qualidade dessa virtude é ainda mais perfeita. “Leva o homem a não contar com o auxílio de criaturas, quer se trate de um auxílio que venha de si mesmo, do seu espírito, da sua ciência, dos seus critérios, das suas aptidões, das suas próprias riquezas, créditos, amigos, parentes ou qualquer outra coisa sua; quer se trate do socorro que possa, talvez, esperar dos outros: reis, príncipes ou qualquer outra criatura; porque sente e conhece a fraqueza e vaidade de todo o amparo humano. Vê-os como o que realmente são. Como Santa Teresa tinha razão de chamá-los ramos secos de Gene­bra, que se rompem ao serem carregados”
Mas essa teoria, dirão alguns, não procederá de um falso misticismo? Não conduzirá ao fatalismo ou, pelo menos, a uma perigosa passividade? De que serve multiplicar esforços com a intenção de vencer as dificuldades, se todos os apoios hão de romper-se em nossas mãos? Cruzemos os braços, esperando pela intervenção divina!
Não, Deus não quer que nos entorpeçamos na inércia; Ele exige que O imitemos. Sua perfeita atividade não tem limites: Ele é o puro ato. Devemos, pois, agir; mas somente n’Ele devemos esperar a eficácia de nossa ação: “Ajuda-te a ti mesmo, que o Céu te ajudará”. Eis aqui a economia da Providência.
Preparemo-nos para a luta! Trabalhemos com afinco, mas com o espírito e o coração voltados para o alto. Em vão vos levantais antes de o sol nascer (Sl 126,2), diz a Escritura, se o Senhor não vos ajudar, nada conseguireis. De fato, nossa impotência é radical: Sem mim, nada podeis (Jo 15,5), diz o Salvador.
Na ordem sobrenatural, esta impotência é absoluta. Prestai atenção ao ensinamento dos teólogos. Sem a graça, o homem não consegue observar durante muito tempo e na sua totalidade os Mandamentos de Deus. Sem a graça, não pode resistir a todas as tentações, por vezes tão violentas, que o assaltam. Sem a graça, não podemos ter um só bom pensamento, e nem ao menos fazer a mais curta oração; sem ela, nem sequer podemos invocar piamente o nome de Jesus.

domingo, 29 de janeiro de 2017

PRONTO PARA AMAR


Saberá que estás pronto para amar quando, 
ao estar com a pessoa escolhida, 
conseguir olhar profundamente em teus olhos 
e ver tua alma como o mais importante a valorizar. 
Mais que um corpo, que tua carência, teus planos... 
uma doce e importante alma 
que te faz pisar sobre tua parte inferior, 
te faz violentar teus instintos 
e sobrenaturalizar um sentimento.

Letícia de Paula

sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

21. A EDUCAÇÃO DO BOM HUMOR

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


21. A EDUCAÇÃO DO BOM HUMOR

A fim de que as energias da criança não corram o risco de fraquejar, uma educação forte deve ser ao mesmo tempo uma educação alegre.

• Para transformar a vida em algo de belo, é preciso, com a graça de Deus:

1. Ser uma consciência.
2. Ser um caráter.

3. Possuir uma boa dose de otimismo que permitirá, em qualquer circunstância, encarar homens e coisas pelo seu lado bom.

• O otimismo, e bom-humor, o caráter alegre são expressões semelhantes — ressalvados certos matizes — de uma realidade preciosa que permite afrontar a vida com o máximo de possibilidades de êxito para si próprio, e de felicidade para os outros.

• Uma atitude positiva em face de uma situação difícil permite conservar a lucidez e o sangue frio necessários para encontrar as soluções mais vantajosas. A atitude negativa só pode aumentar os riscos do fracasso e do aniquilamento. 

• Desde os primeiros anos, é preciso habituar a criança a ter um sorriso para tudo: para os pais, sem dúvida, para os amigos, para as visitas; mas também para a vida com as suas contrariedades, suas dificuldades, seus obstáculos.

• Não é cerrando os punhos e batendo numa rocha que obstrui o caminho que conseguiremos afastá-la. Usamos inutilmente os nervos e os músculos. Olhar o obstáculo com um sorriso far-nos-á descobrir mais facilmente o meio de contorná-lo.

sábado, 21 de janeiro de 2017

20. A EDUCAÇÃO DA VONTADE - Segunda parte

Nota do blogue: Acompanhe esse especial AQUI.


• Evitemos educar as crianças numa “caixa de algodão”. É claro que podemos dar-lhes gulodices de quando em vez; faz parte da idade e o que contém açúcar lhes é útil. Mas, é preciso evitar todo excesso. Cumpre ensinar-lhes a que possam passar sem doces, deles se privando mesmo, voluntariamente, uma vez ou outra.

• Um dos melhores serviços a prestar às crianças é acostumá-las ao esforço e até mesmo levá-las a sofrer sem que se queixem.
Conheci uma mãe admirável. Quando solteira havia estudado os problemas da educação. Sabia como agir para despertar nos seus garotos o gosto e a prática do esforço, o senso do belo, o hábito da franqueza, da ordem, das orações regulares, do bom humor... Pedia aos filhos que se esforçassem até a vitória, determinando-lhes um objetivo elevado, prático, capaz de emocioná-los. Fazia cora que se interessassem pelos doentes, pelos padres do interior, pelos agonizantes que necessitassem de graças... por um retiro de almejado sucesso. Ela apaixonava os filhos com um “fim”. Depois, lhes dizia: “É preciso que ao chegar a noite vocês tenham feito sacrifícios”. As crianças sentiam-se estimuladas, vigiavam, lutavam. À noite, a mãe os fazia sentir as alegrias que gozamos quando praticamos o bem. As crianças prestavam atenção. Observavam que o mal torna a gente infeliz, que há, pelo contrário, alegrias sublimes no cumprimento do dever. Confiavam em si mesmas e faziam a própria conquista; sentiam-se orgulhosas com isto.[1]
• Um dos melhores meios de desenvolver a vontade da criança é o de proceder por afirmações que serão articuladas sempre que se oferecer a ocasião de um esforço a realizar: “Trabalho pesado! Isto me agrada. — Isto vai custar, mas vou fazer. — É difícil, tanto melhor!” Tornamo-nos fortes à custa de esforços.
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