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sexta-feira, 26 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - FINAL

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI. Encerro a transcrição desse belíssimo livro com essa emocionante história. Rogo a Nossa Senhora para que muitas sejam as almas infantis e juvenis agraciadas pela leitura dessa obra. Oxalá surjam santas vocações que amem e sirvam a DEUS com uma fé inquebrantável e com uma caridade desinteressada.

Indigna escrava do Crucificado e da SS. Virgem,
Letícia de Paula

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


História de uma vocação

103. — Jorge tinha doze anos quando foi obrigado a deixar a escola.

Acabava de passar com boas notas nos exames do último ano de sua escola. Com mais um ano de trabalho, havia de ser, segundo o parecer dos mestres, o moço mais instruído da cidadezinha onde nascera.

«— Porque o Snr. nos deixa tão cedo? lhe perguntou o Irmão que lhe dava aulas. O Snr. não gosta de nossa companhia? Não estaria contente de estudar ainda?»

Em lugar de resposta, Jorge abaixou timidamente a cabeça; grossas lágrimas lhe borbulhavam nos olhos. Estava com o coração muito apertado para proferir palavra alguma.

104. — Se gostava da escola!... Se estava contente de estudar!... Quem podia duvidar disto?

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 21

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


CONCLUSÃO

102. — Conheceis, jovem amigo, o que o Evangelho refere dos Magos do Oriente que vieram em Belém para adorar o Menino Jesus.

Uma estrela brilhou no céu. Ao redor deles talvez ninguém a reparasse. Reconheceram-na eles, porém, como o sinal do Deus e disseram uns aos outros: «É o sinal do grande rei: vamos oferecer-lhe nossos presentes.»— Com efeito, seguiram a estrela que os guiou até o presépio onde repousava o Menino Deus: «Ali, entraram em casa, prostraram-se aos pés de Jesus e Lhe ofereceram seus tesouros, ouro, incenso e mirra.»

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 20

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


Conservar a vontade

98. — A vontade é a sentinela que vigia na porta do espírito e do coração: tudo em vós estará em segurança, vossa vocação será preservada de qualquer perigo, se a vontade permanece fiel a seus deveres.

O que caracteriza uma vontade é a coragem que de nada se amedronta, é a energia que nada cansa, é a perseverança que nada faz parar, é a firme retidão que nada faz desviar. Um homem conserva sua vontade quando nunca cede debaixo do peso das dificuldades.

Já estais convencido que uma vontade forte vos é necessária, porque a vida é um longo caminho a percorrer, porque este caminho é áspero e montuoso, porque muitas causas se reúnem para esgotar as forças e suspender a marcha.

99. — Três causas principais contribuem para enfraquecer a vontade: o cansaço, o aborrecimento e o desânimo. Aprendei a combater estes três perigos.

domingo, 21 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 19

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


1.      Conservar o coração.

92. — O coração precisa ainda de mais vigilância do que o espírito. Encontram-se certas vocações que experimentam poucos assaltos do lado do espírito; mas não há nenhuma que não sofra grandes provações do lado do coração. Conservar o coração significa conservar a pureza. Quanto mais cara for a santa virtude para vós, tanto mais zeloso sereis para preservar vosso coração de toda mancha.

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 18

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


4.º O zelo apostólico.

87. — E para que trabalhar tanto? Para ser, na Igreja, um útil operário de Deus. É que, em resumo, queremos estabelecer o reino de Deus, e, por este meio, arrancar as almas ao império do mal e fazer-lhes ganhar o céu. O pensamento de um fim tão sublime deve dominar tudo em nossa vida. É para sermos mais úteis a Deus e aos homens que nos alistamos no exército da religião.

No começo, a vocação não vos aparecia claramente com esta orientação. A graça de Deus, com efeito, vos transformou pouco a pouco. No princípio atraia-vos pela beleza das cerimônias, pelos suaves encantos da vida religiosa. À medida que crescestes, alargou vosso coração e revelou vossas aspirações. Reconhecereis que ela se tornará todo poderosa em vós quando o zelo apostólico tomar posse de todo vosso ser.

sábado, 20 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 17

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


3.º A formação profissional.

83. — Este programa está muito acima dos esforços de um dia; mas não podereis realizá-lo senão com a condição de conhecê-lo e tratar de executá-lo desde os primeiros dias de vossa vocação.

Quando Deus vos chamou, não se propôs apenas encher-vos das alegrias da vida religiosa, colocar-vos mais seguramente no caminho da salvação eterna: designou-vos para uma missão especial, reservou para vós uma parte do trabalho que se faz na santa Igreja. As pessoas do mundo nada entendem nesta vocação ao trabalho; imaginam que não entramos na religião senão para evitar os incômodos dos negócios e os cansaços de um penoso ofício. Deus nos livre que assim aconteça! Temos que cumprir uma tarefa: no campo do trabalho, temos uma parte a cultivar.

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 16

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


2.º O caráter.

79. — A vida divina é uma força entregue em vossas mãos: vossa obrigação é tirar proveito dela. Seja qual for o que empreenderdes, não estareis sozinho a trabalhar: Deus mesmo tomará parte em tudo quanto fizerdes.

Ora, o objeto principal que deveis ter em vista, é a formação de vosso caráter. Em um sentido geral, a palavra caráter ou gênio designa aquilo pelo qual um homem é o que é. Nosso caráter se compõe, ao mesmo tempo, de nossos defeitos e nossas qualidades: por conseguinte a formação de nosso caráter consiste na correção de nossos defeitos e no desenvolvimento de nossas qualidades. É para ter bom êxito nesta empresa de suma importância, que imploramos o auxílio de Deus por meio da oração e dos sacramentos.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 15

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


A FORMAÇÃO

74. — Pela separação, ganhais a liberdade da qual usais para voar logo a Deus. Achais Deus, cuja voz vos atraia no Seminário ou na Congregação religiosa onde ides abrigar vossa juventude.

Mas ainda nem tudo acabou. Pelo contrário, estais apenas no início de uma vida nova, na entrada de uma carreira. Trata-se agora de trabalhar à vossa formação para que sejais digno de vossa vocação e adquirais a habi­lidade necessária para desempenhar utilmente todas suas obrigações.

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 14

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO III 
COMO CORRESPONDER À VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


2.º Separar-vos do mundo.

70. — Para evitar a morte do pecado, o melhor modo é subtrair-vos ao perigo. Ora, o grande perigo para as almas, é o contacto do mundo. «O mundo está inteiramente mergulhado no mal»: o ar que se respira nele é um veneno para a alma. Suas máximas alteram o espírito, seus exemplos corrompem o coração. Quantas vezes não se ouvem moços a dizerem: «Em tal cidade, parece que se respira o mal.»

Mas o mundo, este mundo amaldiçoado pelo Salvador, felizmente não está por toda a parte. Mesmo antes de entrar numa comunidade religiosa, podeis viver longe do mundo, preservar-vos da atmosfera pestilencial que suas emanações impuras criam. O mundo de que é preciso fugir, consiste nos companheiros perigosos, nas festas e nos prazeres mundanos, nas vaidades e bens da terra.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 13

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO III 
COMO CORRESPONDER À VOCAÇÃO

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


65. — Estareis com a alma em paz, jovem amigo, depois de receber o aviso de vosso diretor. A palavra dele, que vossa fé há de considerar como a própria palavra de Deus, acabará com toda a indecisão e vos fixará as idéias. Se ele vos dissesse: «Meu menino, procurai uma carreira no mundo, porque o estado religioso está acima de vossas forças;» não deveríeis hesitar um só instante em sacrificar vossas primeiras esperanças. Mas se ele vos respondeu: Tenho fé que Deus vos chama, meu menino: preparai-vos para segui-lO;» não hesiteis tão pouco e considerai esta decisão como um oráculo do céu. Então não tendes mais dúvida alguma; sereis sacerdote ou religioso; estais vendo o caminho que Deus vos abre. Novas obrigações vos aguardam agora. Uma vez conhecida a vocação devemos nos tornar dignos dela; quando se sabe claramente o desejo de Deus, é preciso corresponder a ele; quando o caminho está traçado, é preciso andar por ele. Tudo isso se chama corresponder à vocação.

Para corresponder à vossa vocação tendes três coisas a fazer: separar-vos, formar-vos, conservar-vos. É o que devo ainda explicar-vos com alguns pormenores.

I. A SEPARAÇÃO

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 12

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


Escolha de uma vocação particular

62. — Suponhamos que vosso diretor vos diga: «Meu menino, creio ver claramente que Deus vos chama a Seu serviço; deveis renunciar ao mundo e entrar em religião.» Estará acabado o estudo da questão? Fica ainda uma parte secundária a decidir, que tem bastante importância: Que lugar ocuparei na religião? Para os moços, a questão é a seguinte: «Hei de entrar no sacerdócio ou consagrar minha vida à educação da juventude em um Instituto de Irmãos?» No sacerdócio pode-se escolher o clero secular, que administra as paróquias, ou o clero regular, que vive em comunidade e se consagra ao serviço da educação e das missões. Se quiserdes entrar numa congregação, será ainda preciso ver que sociedade religiosa deveis preferir.

sexta-feira, 28 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 11

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


SINAIS DE PROVÁVEL IDONEIDADE         

Eis alguns sinais de provável idoneidade para a vida religiosa ou sacerdotal:

1.º Sentir inclinação para a vida religiosa ou sacerdotal, em geral, vagamente;

2.º Pensar frequentes vezes na necessidade de fugir do mundo a fim de salvar a alma;

3.º Uma suave inclinação para a virtude da castidade, embora acompanhada de tentações contrárias em vários casos, pois a história mostra inúmeros santos que alcançaram grandes vitórias somente depois de terríveis lutas;

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 10

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


A vocação segundo o Direito Canônico

58. — Doutrina de Roma sobre a vocação. — Em 1910, o cônego Lahitton, da diocese de Dax, na França, publicou um livro de alta importância sobre a vocação sacerdotal ou religiosa. Após certa polêmica, este livro foi examinado por Roma e aprovado com grande louvor. Baseando-se na Escritura e na tradição, o digno teólogo afirmou as três teses seguintes:

1.º Antes de ser o seminarista chamado pelo Bispo para receber a ordenação sacerdotal, nenhum direito tinha a ela, por mais que lhe dissessem os confessores ter ele vocação ab eterno;

sábado, 22 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 9

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


A aptidão

52. — Desejais a vida religiosa. Vosso atrativo é nítido, constante, sobrenatural, provado; numa palavra, tendes intenção reta: é um primeiro sinal de vocação. Para determinar-vos, um segundo sinal é necessário, a aptidão ou idoneidade. Por esta palavra de aptidão, entendem-se as disposições indispensáveis para desempenhar as obrigações da vida religiosa. Com efeito, entendereis sem custo que as comunidades, assim como o clero, não são asilos onde vão abrigar-se as pessoas incapazes de criar-se uma posição. São outras tantas legiões ou falanges, que formam, juntas, o grande exército católico e nas quais ninguém entra senão para ser valente soldado e ocupar um posto de honra nos combates. Antes de alistar-se nesta milícia, cada um deve examinar suas forças e sua coragem e verificar se é capaz de ser um bom soldado de Jesus Cristo.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 8

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


Sinais de vocação

45. — Deus marca as almas que escolheu para Seu serviço. Ao diretor espiritual encarregado de dar uma decisão, não faz nenhuma revelação direta: manda-lhe apenas que examine a alma que o interroga e veja se possui o sinal divino. Daí resulta para vós, jovem amigo, a necessidade de revelar inteiramente vosso coração e pôr vosso diretor espiritual a par de tudo quanto se passa em vós. Para vos facilitar aquele trabalho, vou percorrer convosco os mais ordinários sinais de vocação. O atrativo.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 7

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937


Necessidade de tomar conselho

38. — Em qualquer negócio é alta sabedoria o tomar conselho. Grandes temerários são aqueles que se metem, sem conselho de ninguém, em um negócio importante. A razão indica muito claramente que nossas luzes são limitadíssimas, que o campo alcançado por nossos olhares é estreitíssimo: quanto mais consultarmos, tanto mais aumentaremos nossos conhecimentos e tanto mais igualmente diminuiremos as possibilidades de erro. Se houver uma questão que exija prudência, onde a luz deve acrescentar-se à luz, em que sejamos obrigados a consultar os pareceres de pessoas prudentes e esclarecidas, é certamente a questão de nossa vocação. Perder o dinheiro é muito para lastimar; perder toda a consideração diante de nossos semelhantes é mais lasti­mável ainda; mas perder nossa vida, dirigindo-a para um caminho errado, seria para nós a maior das desgraças.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Conselhos sobre vocação (para meninos de 12 a 18 anos) - Parte 6

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CONSELHOS SOBRE A VOCAÇÃO

CAPÍTULO II 
ESTUDO DA VOCAÇÃO 

Padre J. Guibert
(Superior do Seminário do Instituto Católico de Paris)
edição de 1937

Disposições necessárias para estudar a vocação

33. — Estais para começar este importante estudo da vocação. Para fazê-lo com fruto, três disposições são necessárias: o espírito de oração, a indiferença e o ânimo da vontade.

34. — Por que motivo a oração? Todas as luzes nos vêm de cima. Portanto, em todas nossas dificuldades devemos procurar a luz do lado do céu. Enquanto Deus, como um sol divino, não se levanta acima do horizonte de nossa alma, ela permanece como que envolvida em espessas trevas. Em que negócio a luz de Deus poderia ser-nos mais necessária do que na escolha de um estado de vida?