quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

O Escapulário Azul da Imaculada Conceição


A modernidade, extremamente marcada pelo naturalismo, racionalismo e materialismo, esqueceu a prática tão salutar das Indulgências, em épocas mais cristãs tão valorizadas.

Reagindo contra esta tendência, nada melhor aos verdadeiros cristãos que lançar mão do famoso "agere contra", ensinado por Santo Inácio de Loyola, ou seja, fazer o contrário do que faz a modernidade, e utilizar o mais que se possa o Tesouro Espiritual da Igreja, lucrando cada um o maior número de Indulgências que conseguir.

Para tanto, propomos aqui o uso do mais indulgenciado de todos os Escapulários aprovados pela Igreja: o Escapulário Azul da Imaculada Conceição.

Um escapulário é um pequeno objeto, feito de dois pedaços de pano unidos por algum fio e usados de modo que uma parte caia sobre o peito e a outra nas costas. Geralmente se ligam a uma determinada Ordem religiosa e sempre expressam uma devoção da Igreja. Ao aprová-los a Igreja anexa-lhes indulgências e privilégios espirituais.

Vários são os escapulários aprovados pela Igreja: o do Carmo, o da Santíssima Trindade, o da Paixão de Cristo e dos Sagrados Corações, o das Dores de Nossa Senhora, o do Preciosíssimo Sangue, etc. Dentre estes, o mais célebre é, sem dúvida, o Escapulário do Carmo, em razão da promessa feita por Nossa Senhora a São Simão Stock de que não morreria em pecado mortal aquele que morresse usando esse escapulário. De modo algum pretendemos ferir aqui a importância do Escapulário do Carmo, que permanece sempre o mais útil, pois que escapar do inferno é, evidentemente, mais urgente do que lucrar qualquer indulgência. O uso de um escapulário, todavia, não impede o de outro, e a Igreja possui, inclusive, uma fórmula para a imposição conjunta dos cinco principais escapulários, tanto é o seu desejo de que os fiéis tenham acesso ao seu Tesouro Espiritual e dele tirem o máximo proveito, quer para si, quer para as Almas do Purgatório.

Dentre todos os escapulários, o mais enriquecido de indulgências e privilégios pela Igreja é, reconhecidamente, o Escapulário Azul da Imaculada Conceição.

Revelado em 1616 por Nossa Senhora à Venerável Úrsula Benincasa (cujas virtudes foram proclamadas heróicas pelo papa Pio VI, em 7 de agosto de 1793), o Escapulário Azul foi anexado à Ordem dos Teatinos e enriquecido de favores pelos papas Clemente IX, Clemente XI, Gregório XVI e, sobretudo, por Pio IX, o papa que definiu o dogma da Imaculada Conceição de Nossa Senhora.

A imposição solene do Escapulário Azul é reservada aos padres teatinos, mas a imposição privada é facultada a qualquer sacerdote. Para se lucrarem seus tesouros é preciso usá-lo constantemente (sendo, porém, permitido tirá-lo para banhar-se), e rezar cada dia qualquer prece pelas intenções do papa.

Compõem-se o esse escapulário de duas peças de pano de algodão, de cor azul clara, retangulares, unidas entre si por algum fio de qualquer espécie, e usadas de modo que uma caia sobre o peito e a outra sobre as costas. Pode ser confeccionado em casa mesmo.

A Ordem dos Teatinos, fundada no século XVI por São Caetano de Tiene e pelo bispo João Pedro Caraffa (depois papa Paulo IV), tinha como objetivo principal a reforma dos costumes e a conversão dos pecadores. Também a Venerável Benincasa tinha como devoção especial orar pelos pecadores. Por sua vez, aquele que recebe o Escapulário Azul - revelado à Venerável Benincasa e ligado à Ordem Teatina - deve impor-se, ou fazer-se impor por seu confessor, alguma oração pela conversão dos pecadores, a ser rezada quotidianamente. Todavia, o não cumprimento desta cláusula não significa pecado e nem impede que se ganhem as indulgências do Escapulário em questão.

Isso exposto, passamos agora à longa enumeração das indulgências e privilégios do Escapulário Azul da Imaculada Conceição da Bem-Aventurada Virgem Maria, começando pelo extraordinário privilégio da indulgência plenária quotidiana sem confissão nem comunhão.

I. Indulgências plenárias que se podem lucrar sem confissão nem comunhão:

- Ao fiel que usa o Escapulário Azul devidamente imposto, concede-se lucrar as mesmas indulgências plenárias que são concedidas àqueles que visitam as sete basílicas de Roma, a igreja da Porciúncula de Assis, a igreja de Santiago de Compostela e a Terra Santa, quotidianamente, a cada vez que rezarem 6 (seis) Pai-nossos, 6 Ave-Marias e 6 Glórias-ao-Pai, em honra da Santíssima Trindade e da Bem-Aventurada Virgem Maria concebida sem pecado, orando ao mesmo tempo pela exaltação da Santa Igreja Romana e pela extirpação das heresias. Para lucrarem-se estas indulgências não é necessário dizer outras orações, nem confessar-se e nem comungar, bastando estar em estado de graça (e este, em caso de pecado grave, pode ser recuperado por um ato de contrição unido ao propósito de confessar-se depois). Todas estas são aplicáveis aos defuntos. Este extraordinário privilégio foi reconhecido e confirmado pela Santa Sé em decreto de 31 de março de 1856, confirmado pelo papa Pio IX em 14 de abril do mesmo ano.

II. Indulgências plenárias nas condições de costume:

Ao fiel que usa o Escapulário Azul devidamente imposto, concede-se lucrar uma indulgência plenária a cada um dos dias abaixo, desde que nesse dia comungue, reze qualquer oração pelas intenções do Papa, tenha arrependimento e propósito de emenda até de seus pecados veniais, e tenha se confessado no dia ou semana anterior, sem ter de rezar outras preces. Remontam ao Decreto do papa Gregório XVI, de 12 de julho de 1846. São os seguintes dias:

- No dia da imposição do escapulário;
- Na hora da morte;
- Todo primeiro domingo do mês;
- Todo sábado da Quaresma;
- Na domingo e na sexta-feira da semana que antecede a Semana Santa;
- Na Quarta, Quinta e Sexta-Feira da Semana Santa;
- Em um dos dias das Quarenta Horas;
- No primeiro domingo de Julho;
- No primeiro e último domingo da novena de Natal;
- Nas festas do Natal, Páscoa, Ascensão, Pentecostes, Invenção e Exaltação da Santa Cruz;
- Nas festas da Imaculada Conceição, da Purificação, da Anunciação, da Assunção e da Natividade de Nossa Senhora;
- No dia 2 de agosto, festa da Porciúncula;
- Nas festas de São Miguel, Anjos da Guarda, São José, São João Batista, São Pedro e São Paulo, Santo Agostinho, Santa Teresa de Ávila e Todos os Santos.
- Uma vez durante qualquer retiro de ao menos 3 dias;
- Uma vez num dia qualquer do ano, à escolha da pessoa;
- Nas festas principais dos teatinos, a saber: 24 de março, 12 de abril, 17 de julho, 7 de agosto, 10 de novembro e 13 de dezembro.
- No dia da primeira missa, se o que usa o escapulário é sacerdote;
- Duas vezes no mês, em dia à escolha da pessoa;
- Pode-se, além disto, ganhar as mesmas indulgências das Estações de Roma, nos dias designados pelo missal, visitando-se nesses dias uma igreja dos teatinos ou, se não for possível, a própria paróquia. Os dias assim designados pelo missal são: Os domingos do Advento; os dias 26, 27 e 28 de dezembro; as festas da Circuncisão do Senhor e da Epifania; os domingos da Septuagésima, Sexagésima e Quinqüagésima; a quarta-feira de Cinzas e todos os dias que lhe seguem, até ao domingo de Pascoela inclusive; a festa de São Marcos (25 de abril) e os três dias das rogações; a festa da Ascensão; a vigília de Pentecostes e todos os dias da semana que lhe segue; os três dias das 4 Têmporas).

III. Indulgências parciais:

Ao fiel que usa o Escapulário Azul devidamente imposto, concede-se lucrar (bastando estar em estado de graça e ter a intenção geral de ganhar todas as indulgências que puder):

- 60 anos de indulgência pela prática da meditação diária por ao menos meia hora, a cada vez. 
- 20 anos a cada dia das oitavas das festas de Nosso Senhor e outras festas de diversas Ordens Religiosas; 
- 20 anos ao visitar os enfermos, ou, havendo impedimento para tanto, ao rezar 5 Pai-nossos e 5 Ave-Marias pelos enfermos; 
- 7 anos e 7 quarentenas em todas as festas de Nossa Senhora não mencionadas acima; 
- 7 anos e 7 quarentenas cada vez que se confessarem e comungarem; 
- 5 anos e 5 quarentenas cada vez que visitarem uma igreja dos teatinos ou a própria igreja, rezando aí 5 Pai-nossos, 5 Ave-Marias e 5 Glórias-ao-Pai em honra da Santíssima Trindade e da Bem-Aventurada Virgem Maria concebida sem pecado, orando ao mesmo tempo pela exaltação da Santa Igreja Romana e pela extirpação das heresias;
 - 300 dias em cada dia da oitava de Pentecostes; 
- 200 dias a cada vez que ouvir uma pregação; 
- 60 dias a cada vez que se fizer qualquer ato de piedade; 
- 50 dias a cada vez que se invocar devotamente os Nomes de Jesus e Maria; 
- 50 dias a cada vez que rezar um Pai-nosso e Ave-Maria pelos fiéis vivos e defuntos.

(Essas quantidades de tempo mencionadas significam que o fiel recebe, do Tesouro Espiritual da Igreja, uma remissão das penas temporais de seus pecados já perdoados equivalente àquela que receberia um penitente dos primeiros séculos da Igreja por tantos dias ou anos de penitência pública e canônica.)

IV. Altar Privilegiado:

- Todas as missas que se dizem em qualquer altar, por um defunto que em vida trazia o Escapulário Azul, desfrutam dos benefícios de Altar Privilegiado (altar em que cada missa lucra indulgência plenária em favor da alma pela qual se oferece a missa).

Fórmula de Imposição do Escapulário Azul da Bem-Aventurada Virgem Maria

- Benedictio et Impositio Scapularis Caerulei B. Mariae Virg. Immaculatae -

(Aquele que receberá o Escapulário ajoelha-se; o sacerdote, revestido se sobrepeliz e estola branca, diz:)

- Adiutórium nostrum in nómine Dómini.
- Qui fecit caelum et terram.

- Dóminus vobiscum.
- Et cum spíritu tuo.

Orémus:

Dómine Iesu Christe, qui tégumen nostrae mortalitátis induére dignatus es, tuae largitátis cleméntiam humíliter imploramus: ut hoc genus vestiménti, quod in honórem et memóriam Conceptiónis beátae Maríae Vírginis immaculátae, nec non ut illo indúti exórent in hóminum pravórum morum reformatiónem, institútum fuit, bene+dícere dignéris; ut hic fámulos tuus, qui eo usus fuérit (vel haec fámula tua, quae eo usa fúerit; vel hi fámuli tui, qui eo usi fúerint; vel hae fámulae tuae, quae eo usae fúerint), éadem beáta María Vírgine intercedénte, te quoque induére mereátur (vel mereántur): Qui vivis et regnas in sáecula saeculórum. Amen.

(Depois o sacerdote, sem nada dizer, asperge o Escapulário com água-benta, e o impõem ao fiel que deve recebê-lo, dizendo:)

Accipe, frater (vel soror), scapuláre Conceptiónis beátae Maríae Vírginis Immaculátae: ut, ea intercedénte, véterem hóminem exútus (a) et ab omni peccatórum inquinaménto mundátus (a), ipsum pérferas sine mácula, et ad vitam pervénias sempitérnam. Per Christum Dóminum nostrum. Amen.

(E, tendo já imposto o Escapulário, o sacerdote diz:)

Et ego, ex facultáte mihi concéssa, recípio te (vos) ad participatiónem bonórum ómnium spirituálium, quae in Clericórum Regulárium congregatióne ex grátia Dei fiunt, et quae per Sanctae Sedis Apostólicae privilégium concéssa sunt. In nómine Pátris, et Fílli, + et Spíritus Sancti. Amen.

(Depois o sacerdote reza em língua vulgar, junto com aquele que recebeu o Escapulário, a seguinte oração, fazendo o padre uma genuflexão a cada vez:)

Laudes ac grátiae sint omni moménto, sanctíssimo ac diviníssimo Sacraménto. Et benedícta sit sancta et immaculáta Concéptio beatíssimae Vírginis Maríae, Matris Dei.

(Agora o sacerdote pode fazer uma alocução elogiando as indulgências anexas ao Escapulário Azul: "Hortetur fideles ut haec elogia saepe saepius repetant ad Indulgentias iis adnexas consequendas" - Decr. Pii VII, die 30 iun. 1818; Breve Leonis XIII, die sept. 1878; Decr. Pii X, die 10 apr. 1913; S. Poenit. Ap., 8. nov. 1934 et 12 iul. 1941).

(Há outras fórmulas para impor o Escapulário Azul, mais breves ou mais extensas que esta, que foi retirada do final do Breviário Romano para uso dos seminaristas, páginas 171 e 172. A lista das indulgências foi retirada da obra Meditações Sacerdotais, do Padre Chaignon, S. J., Volume III, 2ª edição, Pôrto:1935, Edições do Apostolado da Imprensa, páginas 785 - 789).

PS.: Grifos meus. Agradeço a um amigo o envio do texto.

Glória a Deus

«Glória a Deus no mais alto dos céus! ... »


Para a véspera. - Não encontrarei ocasião mais favorável para avivar em mim o desejo da glória de Deus. Tal deve ser a aspiração de toda a alma, até da alma vulgar, sob pena de infidelidade ao dever essencial; e, quanto mais puro, ardente e ativo ele é numa alma piedosa, mais a eleva e engrandece. A glória de Deus, e o fim de todo o ser; é a finalidade do próprio Deus; e o Anjo revela-nos que é o primeiro efeito da Encarnação.

Terei compreendido suficientemente esta verdade?  Exercerá ela a sua alta influência sobre os meus pensamentos e sobre a minha vida?  Viver a gente para procurar a glória de Deus é unir-se a Ele com todo o seu ser; é, pois, divinizar-se.

Meditação

Primeiro ponto - A Glória de Deus, fim de Jesus

Uma glória como Deus nunca recebeu igual, uma glória absoluta e perfeita: é essa a obra que vem realizar o Menino do Natal. Procuro com os olhos o templo donde se devem elevar essas homenagens; não vejo aqui vastas naves de colunatas imponentes, não ouço vibrar em instrumentos sonoros as grandes harmonias dos mestres, e o incenso não se eleva para o céu em espirais triunfantes... Mas que vejo? Um pardieiro abandonado, que Se oculta entre rochedos sombrios, e, na manjedoura desse estábulo, um menino dum dia, que parece estranho a tudo que se passa em torno... E eis tudo, sim, tudo na aparência... Nesse pequeno corpo humano, agita-se uma alma maior que o mundo, mais bela que o próprio céu: a alma dum Deus. Poderá encontrar-se templo mais admirável? Dali eleva-se constantemente um concerto magnífico de adoração, de ação de graças, de expiação poderosa, de apelos ardentes à misericórdia. E tudo isto no meio do incenso perfumado do amor divino.

Este contraste entre a aparência e a realidade é uma assombrosa revelação. Deus parece querer mostrar-nos, com esse desdém por tudo o que vem da terra, o valor único da Encarnação; com efeito, embora em toda a criação nenhum ser houvesse louvado a Deus, embora Ele não tivesse de encontrar, na seqüência dos tempos, um único adorador, Deus recebeu já a Sua adoração completa: um Deus feito homem louvou, adorou, amou um Deus infinito, e isso com uma dignidade igual à Sua... Desde o primeiro instante, um leve sopro saído do peito dum menino dá a Deus uma glória suprema! E esse leve sopro, que mal se percebe no ar calmo da estreita gruta, faz-se sentir até as extremidades do vasto universo que ele enche. E é por isso que os louvores, as adorações, as oferendas de todos os homens em conjunto, e os seus amores, mesmo os mais ardentes, só terão valor unindo-se a esse pequeno desconhecido...

Será essa a única voz que Deus ouvirá, e o Seu coração há-de ser tão grande que todas as almas se Lhe reunirão para formar com Ele apenas um grande corpo místico, último termo da obra divina! Não devo esquecê-la nunca, foi principalmente por causa de Deus que Jesus Se fez homem. A glória de Seu Pai é o Seu primeiro fim; não poderia subordiná-lo a qualquer outro. O motivo é bem claro; devendo todo o ser inteligente dirigir cada um dos seus atos para o fim mais elevado, o Ser perfeito tem por dever reconduzir a Si mesmo todas as coisas.

Se me assombra esta conclusão, e se a palavra - egoísmo de alguma forma roça pelo meu espírito, é porque eu confundo os direitos do Ser que é tudo com os direitos do ser que é nada.

Para este último, para cada homem, para mim, fazer convergir tudo para si mesmo não é somente uma injustiça, é também a causa dos maiores males. Pelo contrário, esse movimento de Deus para Si mesmo é não só duma justiça absoluta e duma suprema beleza, mas é também duma bondade admirável, porque, reconduzindo-nos para Ele, une-nos à Sua própria ação e eleva-nos ao Seu destino... Proceder divinamente, que nobreza! E já neste mundo, que segurança! ...

Segundo ponto. - A Glória de Deus nosso fim

Gozar de Deus no Céu, que admirável perspectiva! ... E maravilhava-me quando esse pensamento se punha claramente diante de mim! ... E, no decorrer da minha vida, só por acaso de tempos a tempos eu repetia essa fórmula sabida: ó meu Deus, tudo para Vossa maior glória! ... Hoje compreendo melhor o seu sentido, e é com novo e vivo júbilo que junto a minha voz à dos Anjos, ou melhor, à voz do divinal Menino para cantar: «Glória a Deus no mais alto dos céus! ... »

Esquecendo as vulgaridades da vida e as preocupações contínuas, elevando-me acima de mim mesmo, quero neste momento viver dum só desejo:

«Oh meu Deus, sede glorificado... Sede glorificado pelos Vossos sacerdotes e pelas almas piedosas, pelas suas virtudes e pelos seus sofrimentos! ... Sede glorificado pelo conjunto dos cristãos, pelo seu espírito de fé e pela edificação dos seus exemplos! ... Sede glorificado pelas criancinhas e pelas suas Comunhões cada vez mais freqüentes!.. ».

Ó Jesus, dirigindo a Deus estas preces, colaboro nos Vossos desígnios; ainda mais, entro na Vossa própria Pessoa; aproprio-me dos Vossos sentimentos e da Vossa voz; é o que Vós sentis; é o que intimamente exprimis sob a aparente inércia do Vosso pequenino ser dum dia. Que importam a minha miséria e a minha indignidade? Graças à nossa união, ó Jesus, a minha oração eleva-se muito acima de mim; toma os Vossos assentos divinos; e, tornando-se digna de Deus, é também criadora de graças.

Resoluções

São Paulo diz a todos os fiéis, mesmo aos imperfeitos: «Fazei tudo pela glória de Deus». Esse motivo eminentemente sobrenatural, não tem necessidade de ser sensível, basta que seja sincero; lá está a graça para fazê-lo brotar e para lhe servir de sustentáculo.

Quero familiarizar-me com este pensamento e empregar com freqüência este motivo: «Sim, faço isto pela glória de Deus!» Deus não se esquece daqueles que se esquecem de si mesmos por causa dEle.

(Meditações Afetivas e Práticas pelo Cônego Beaudenom, Tomo I, 1936)

PS.: Grifos meus.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Pensamento da noite de 06/12/2011


"Quem sabe se, perante Deus, esses anos deplorados não se tornarão mais belos,
mais florescentes, mais preciosos pela penitência do que o teriam sido 
pela inocência? Não se poderia lastimar-vos de terdes pecado como
Madalena, se como ela chorardes. Se no passado atraiçoastes o amor,
sentireis uma necessidade premente de amar mais no futuro."
(Monsenhor Gay)

Adornada e vestida - Revelação de Nossa Senhora a Santa Brígida

Palavras da Gloriosa Virgem Maria a Sua Filha sobre a forma de se vestir
e o tipo de roupas e ornamentos com que a Filha 
deveria ser adornada e vestida. 
(Revelações a Santa Brígida - Livro 1, capítulo 7)


Eu sou Maria, Aquela que deu à luz o Filho de Deus, que é verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Eu sou a Rainha dos Anjos. Meu Filho ama você com todo o Seu coração. Assim, ame-O também! Minha Filha, você deve adornar-te com roupas muito honestas e Eu mostrarei como e que tipo de roupas deve usar. Como antes, tinha uma anágua e outras sobrepostas como os sapatos, um manto e um broche sobre seu peito, agora suas roupas devem ser espirituais. 

Sua anágua devem ser a sua contrição, assim como essa peça de seu vestuário está bem unida ao corpo, a contrição deve estar bem unida a você, e como é a primeira a se colocar, assim também a contrição e a confissão são as primeiras formas de conversão para Deus. Através disso, a mente, que uma vez encontrou gozo no pecado, é purificada e a carne impura passa a ser controlada

Já os sapatos são duas disposições: a intenção de emendar-se em relação as transgressões passadas e o firme propósito de fazer o bem conservando-se longe do mal. Depois disso, as vestes que cobrem a sua nudez é a esperança em Deus. Igual a uma blusa que tem duas mangas, assim também são a veste espiritual, as mangas de justiça e de misericórdia, as quais estão ligadas a sua esperança. Desta forma, você esperará na misericórdia de Deus porque não negligenciou sua justiça. 

Pense em Sua justiça e em Seu juízo de forma a não esquecer de Sua misericórdia, porque Ele não aplica Sua justiça sem misericórdia e nem a misericórdia sem justiça. 

O manto é a fé que, da mesma forma que cobre tudo e tudo é envolto por ele, na natureza humana pode-se entender tudo e, assim, atingir tudo através da fé. Esse manto deve ser ornado com as marcas do amor do seu Esposo, a marca de como Ele a criou, de como Ele a redimiu, de como Ele a alimentou e a trouxe para o âmago de seu Espírito, abrindo, assim, seus olhos espirituais. 

O broche é o sinete de Sua Paixão e, afixado firmemente em seu peito, lhe traz ao pensamento os atos de escárnio e flagelo que sofreu, a cruel forma como Ele foi levantado vivo na cruz, ensangüentado e pregado a ela, o como Seu corpo todo padeceu mortalmente pela aguda dor da Paixão e Suas palavras ao encomendar Seu espírito nas mãos de Seu Pai. Esse broche precisa sempre estar sobre seu peito! Sobre sua cabeça, permita que haja uma coroa, a coroa da castidade que a ajudará a suportar os açoites que, de longe, podem manchá-la. Seja modesta e digna! Não pense em nada, deseja apenas seu Deus e Criador. Quando O tem, tem tudo. Adornada desta forma, espere por seu Esposo.

PS.: Grifos meus.

“Jovem, Eu te ordeno, levanta-te”

Santo Ambrósio (c. 340-397), bispo de Milão e doutor da Igreja 
Tratado sobre o Evangelho de S. Lucas, 5, 89, 91-92 

“Jovem, Eu te ordeno, levanta-te”


"Mesmo que os sintomas da morte tenham afastado por completo a esperança de vida, mesmo que os corpos dos defuntos jazam perto do túmulo, ainda assim, à voz de Deus, os cadáveres preparados para a decomposição voltam a erguer-se, recuperam a fala; o filho é devolvido a sua mãe, é chamado do túmulo, é arrancado ao túmulo. Que túmulo é o teu? Os teus maus hábitos, a tua falta de fé. É deste túmulo que Cristo te liberta, é deste túmulo que ressuscitarás, se ouvires a Palavra de Deus. Ainda que o teu pecado seja tão grave, que não consigas lavar-te a ti mesmo pelas lágrimas do arrependimento, a Igreja tua Mãe chorará por ti, Ela que intervém a favor de todos os seus filhos, qual mãe viúva por seu único filho. Porque se compadece, por uma espécie de dor espiritual que lhe é natural, ao ver os seus filhos serem conduzidos à morte por pecados fatais. […]

Que Ela chore, pois, esta Mãe piedosa, e que a multidão a acompanhe; que não seja apenas uma multidão, mas uma multidão considerável, a compadecer-se desta Mãe terna. Então ressuscitarás do túmulo, dele serás libertado; os carregadores deter-se-ão, começarás a falar como um vivo e todos ficarão estupefactos. O exemplo de um só servirá para corrigir muitos, que louvarão a Deus por nos ter concedido tais remédios para evitar a morte."

PS.: Grifos meus.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Pensamento da noite de 05/12/2011


"Para tudo há um tempo, para cada coisa há um momento debaixo dos céus: 
tempo para nascer, e tempo para morrer; 
tempo para plantar, e tempo para arrancar o que foi plantado; 
tempo para matar, e tempo para sanar; 
tempo para demolir, e tempo para construir; 
tempo para chorar, e tempo para rir; 
tempo para gemer, e tempo para dançar; 
tempo para atirar pedras, e tempo para ajuntá-las; 
tempo para dar abraços, e tempo para apartar-se. 
Tempo para procurar, e tempo para perder; 
tempo para guardar, e tempo para jogar fora; 
tempo para rasgar, e tempo para costurar; 
tempo para calar, e tempo para falar; 
tempo para amar, e tempo para odiar; 
tempo para a guerra, e tempo para a paz.

(Eclesiastes 3, 1-8)

Santa Teresa e o Menino Jesus


Santa Teresa de Ávila estava certo dia caminhando 
pelos corredores de seu mosteiro quando, 
de repente, viu um Menino de encantadora beleza. 
Dirigiu-se a Ele então (sem saber Quem era):
- Como foi que você entrou aqui?
Ele disse: 
- E você, quem é? 
- Ora, eu sou Teresa de Jesus. 
Então Ele, sorrindo, disse:
- E Eu, Eu sou Jesus de Teresa.
E desapareceu...

"...Contigo louvamos o Filho,
Que ao Pai do Céu nos conduz. 
Ele é Jesus de Teresa, 
Tu, Teresa de Jesus".

domingo, 4 de dezembro de 2011

Pensamento da noite de 04/12/2011


"O exemplo de São João Batista, enviando seus discípulos a Jesus, deve servir de regra aos pais e a todos que instruem ou dirigem almas. Ai dos pais e a todos que instruem ou dirigem almas. Ai dos que, por interesse mercenário ou para obedecer a um impulso do amor próprio, trouxerem presas em suas malhas as almas que deviam formar para Jesus Cristo! Jesus é o Esposo, o Deus zeloso, o único Senhor e Mestre, o foco único para onde deve convergir todo o amor. Colocar outro em Seu lugar é adorar a criatura, renovar as prevaricações da idolatria, é destruir a ordem da criação. Por conseguinte, o amor filial, bem como o amor fraterno, só é legítimo, salutar e sagrado, quanto tem por princípio e por fim: Jesus Cristo, o Deus do amor. É em Jesus Cristo que os laços de amizade se purificam, consolidam e se perpetuam na eternidade. 

Meditemos a conduta de São João e a dos seus discípulos. Estes não violam os direitos de Jesus Cristo pelo amor que dedicam ao santo Precursor; João não usurpa os títulos de Jesus Cristo pelo amor que o une aos próprios discípulos. O mútuo amor que se dedicam só tem por fim Jesus Cristo."

(Migalhas Evangélicas pelo Padre Teodoro Ratisbonne, 1941)

PS.: Grifos meus.

sábado, 3 de dezembro de 2011

Acerca do respeito humano


I. Quem te impede, ó Minha filha, de fazer o bem e viver retirada, modesta, piedosa, obediente, tal, numa palavra, como uma donzela verdadeiramente cristã?

Uma palavra picante, um murmúrio, um zombaria, o que se dirá, o respeito humano, é por tão vãos motivos que tu concorres as danças, aos festins e teatro, que entreténs amizades profanas, que escutas discursos pouco discretos, maledicências, críticas e calúnias mesmo que prejudicam o próximo. Deixas-te cair freqüentes vezes nessas culpas, mau grado teu e contra a tua consciência. E por quê? com o medo de seres chamada beata ou escrupulosa, e a fim de pareceres tão livre tão viva, tão mundana como as outras. Aonde está, pois, minha filha, a tua fé, o temor de Deus e o amor da tua salvação eterna, e o teu zelo em salvar a tua alma?

Quando assim te conduzes, como podem ser sinceros os protestos que tens feito tão freqüentes vezes de querer perder tudo, até mesmo a vida antes que ofender a Deus pelo pecado? Mentirosa, poderia Eu dizer-te com razão; se visses brilhar sobre a tua cabeça uma espada cortante, estarias disposta a perder a vida para conservares a fé? Como suportarias tu as prisões, as tenazes, as rodas, os cavaletes e as fogueiras, como Santa Inés, Santa Catarina, Santa Filomena, Santa Águeda, e muitas milhares de virgens cristãs, se não podes sofrer uma palavra frívola e vencer o respeito humano? ai! quantas cristãs desgraçadas, e tu com elas, demonstram pelas suas ações que renegariam a fé, o céu e Deus, se o tempo das perseguições voltasse. Oh! piedade para a tua alma.

II. Se crês, Minha filha, fechar todas as bocas, impedir toda a crítica e toda a zombaria de te atingir, aplicando-te a viver como louca, assim como fazem as jovens mundanas, enganas-te estranhamente. O mundo deixaria de ser tão mau como na realidade é, se cessasse de ridicularizar, de censurar, de desprezar aquele que cumpre o seu dever. Chamar-te-á grosseira, triste, cheia de preconceitos, se vives bem; apodar-te-á de extravagante, libertina e descarada se vives mal; de toda a maneira serás o objeto das suas maldades. Considera as pessoas mais perfeitas que têm vivido no mundo e acharás que todas, sem exceção, têm sofrido esta experiência. O próprio Meu divino Filho foi despedaçado pela língua dos escribas e fariseus, que, não podendo encontrar nEle defeitos reais, caluniaram a Sua doutrina e mesmo os Seus milagres.

Tu tornaste semelhante aos mundanos para que eles não zombem de ti para não seres olhada como uma donzela cheia de escrupuloso. Insensata que és! não temes, pois as justas censuras de pessoas virtuosas que não poderão aprovar a tua conduta? Se fazes o bem, será escarnecida e injuriada, mas injustamente, se praticas o mal, serás censurada, e com muita justiça, pelos bons cristãos. Nesta alternativa não é uma loucura preferir o pior partido? Pratica, pois a virtude por necessidade; cumpre os teus deveres de cristã, e deixa falar os maus. As suas criticas e zombarias serão outros tantos testemunhos á tua virtuosa conduta. Serão eles próprios por fim obrigados a admirar a tua constância e estimar-te, apesar de tudo quanto tiverem dito de ti a suas bocas mordazes. Em todo o caso não podes servir dois senhores, o mundo e Deus, e deves necessariamente desagradar a um dos dois, e não deves incorrer na cólera de Deus para te tornares agradável ao mundo

III. Demais, Deus nos tratará como nós O tivermos tratado. Aquele que cora diante de Mim e diante dos homens, disse o Meu divino Filho, far-Me-á corar de si diante do Meu Pai celeste e dos Meus anjos. Ah! Minha filha, era preciso que visses que figura fazem esses insultadores da virtude e das boas obras perante o tribunal terrível do soberano Juiz. De que arrependimento, ou antes, de que desespero eles são tomados nesse momento!

Insensatos que nós eramos, gritam eles: olhávamos a vida dos justos como uma loucura, críamos que a morte não era seguida de glória alguma, tratávamo-los de néscios, de ignorantes, mas eis que os vemos no número dos filhos de Deus e a ventura dos santos é a sua partilha. Ó cegos, ó insensatos que nós éramos!”

Com que boa vontade eles voltariam ao mundo para sofrer, sem se inquietarem com os vãos julgamentos dos homens! Como esses desprezos com que têm atacado os justos durante a sua vida lhes seriam queridos! Mas então todo o arrependimento é inútil. O tempo passou, já não há remédio; uma desonra e um desprezo eterno os segue para o inferno. E tu escolherias uma sorte igual para não seres neste mundo criticada pelos maus? Oh! deixa falar os mundanos e despreza com coragem suas críticas; as suas maldades acabarão bem cedo, e tanto elas se tornarão em sua confusão, quanto servirão para a tua honra e glória.

Afetos. Ó Maria, Minha terna Mãe, quanto me envergonho da minha conduta passada. Ai! o respeito humano não tem feito mais que impedir-me de trabalhar para o bem da minha alma. Uma palavra, uma zombaria, um sorriso, um murmúrio, tem-me feito desprezar mais que uma vez aquilo que reconheço por um dever imperioso, não obstante as censuras da minha consciência. Não somente o respeito humano me tem impedido de praticar o bem, mas, ó meu Deus! quantas vezes me tem impelido até a fazer mal. Desgraçada! como resistirei aos tormentos e á morte se não sei sofrer uma zombaria mundana! Vós censurais-me com razão, ó querida Mãe! Quão terríveis serão os juízes da minha fraqueza no tribunal de Deus, esses magnânimos e intrépidos heróis que nunca poderam ser movidos por tudo quanto a barbaridade humana tem inventado de mais cruel. Como a invencível constância e a inalterável paciência que ostentaram no meio dos mais atrozes tormentos fará envergonhar a minha covardia!

Mãe de Deus, alcançai-me o dom da força e constância, afim de que não mais me torne escrava do respeito humano, e que ele me não impeça mais de praticar o bem, de cumprir todos os deveres a que me obrigam o meu estado e profissão. Fazei que eu tema muito mais aquilo que Deus diria de mim, que todo o mal que o mundo corrupto possa dizer.

(Maria falando ao coração das Donzelas, por Abade A. Bayle, 1917)

PS.: Grifos meus.

Ofício da Imaculada Conceição da Virgem Maria


Deus Vos salve, Virgem, Filha de Deus Pai! 
Deus Vos salve, Virgem, Mãe de Deus Filho! 
Deus Vos salve, Virgem, Esposa do Espírito Santo! 
Deus Vos salve, Virgem, Templo e Sacrário da Santíssima Trindade! 

Matinas 


Agora, lábios meus, 
dizei e anunciai 
os grandes louvores 
da Virgem Mãe de Deus. 

Sede em meu favor, 
Virgem soberana, 
livrai-me do inimigo 
com Vosso valor. 

Glória seja ao Pai 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus 
em Pessoas três 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, 
Virgem, Senhora do mundo, 
Rainha dos Céus 
e das Virgens, Virgem. 

Estrela da manhã, 
Deus Vos salve, cheia 
de Graça divina, 
formosa e louçã. 

Dai pressa, Senhora, 
em favor do mundo, 
pois Vos reconhece 
como defensora. 

Deus Vos nomeou 
desde a eternidade 
para Mãe do Verbo 
com O qual criou

Terra, mar e céus 
e Vos escolheu, 
quando Adão pecou, 
por Esposa de Deus. 

Deus A escolheu 
e já muito d’antes, 
em Seu Tabernáculo, 
morada Lhe deu. 

Ouvi, Mãe de Deus, 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais,
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, Vossa santa e Imaculada Conceição, 
mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, 
por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo,
Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo, 
vive e reina para sempre. Amém. 

Prima 


Sede em meu favor, 
Virgem soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, mesa 
para Deus ornada, 
coluna sagrada 
de grande firmeza. 

Casa dedicada 
a Deus sempiterno, 
sempre preservada 
Virgem, do pecado. 

Antes que nascida, 
fostes, Virgem, Santa, 
no ventre ditoso 
de Ana concebida. 

Sois Mãe criadora 
dos mortais viventes, 
sois dos Santos porta, 
dos Anjos Senhora. 

Sois forte esquadrão 
contra o inimigo, 
estrela de Jacó, 
refúgio do cristão. 

A Virgem, A criou 
Deus no Espírito Santo, 
e todas as Suas obras, 
com Ela as ornou. 

Ouví, Mãe de Deus 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais,
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, Vossa santa e Imaculada Conceição,
mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, 
por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo, 
Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo, vive e reina para sempre. Amém. 

Terça 


Sede em meu favor 
Virgem Soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, trono 
do grão Salomão, 
arca do concerto, 
velo de Gedeão. 

Íris do céu clara, 
sarça da visão, 
favo de Sansão, 
florescente vara. 

A qual escolheu 
para ser Mãe Sua 
e de Vós nasceu, 
o Filho de Deus. 

Assim Vos livrou 
da culpa original, 
de nenhum pecado 
há em Vós sinal. 

Vós que habitais 
lá nessas alturas, 
e tendes Vosso trono 
sobre as nuvens puras. 

Ouví, Mãe de Deus 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais, 
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, 
Vossa santa e Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar 
o prêmio da bem-aventurança, por mercê de Vosso benditíssimo Filho, 
Jesus Cristo, Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo, 
vive e reina para sempre. Amém. 

Sexta 


Sede em meu favor, 
Virgem Soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus vos salve, Virgem, 
da Trindade templo, 
alegria dos Anjos, 
da pureza exemplo. 

Que alegrais os tristes 
com Vossa clemência, 
horto de deleites, 
palma de paciência. 

Sois terra bendita 
e sacerdotal, 
sois da castidade 
símbolo real. 

Cidade do Altíssimo, 
porta oriental, 
sois a mesma graça, 
Virgem singular. 

Qual lírio cheiroso 
entre espinhas duras, 
tal sois Vós, Senhora, 
entre as criaturas. 

Ouví, Mãe de Deus, 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais,
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, Vossa santa e Imaculada Conceição,
mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, 
por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo, 
Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo,
vive e reina para sempre. Amém. 

Noa 


Sede em meu favor, 
Virgem Soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, cidade 
de torres guarnecida, 
de Davi, com armas, 
bem fortalecida. 

De suma caridade, 
sempre abrasada, 
do dragão a força, 
foi por Vós prostrada. 

Ó mulher tão forte! 
Ó invícta Judite! 
Que Vós alentastes 
o sumo Davi! 

Do Egito o curador 
de Raquel nasceu, 
do mundo o Salvador, 
Maria no-lO deu. 

Toda é formosa 
minha companheira, 
nEla não há mácula 
da culpa primeira. 

Ouví, Mãe de Deus, 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais, 
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, Vossa santa e Imaculada Conceição,
mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, 
por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo, Nosso Senhor, 
que com o Pai e o Espírito Santo, vive e reina para sempre. Amém. 

Vésperas 


Sede em meu favor, 
Virgem Soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, relógio, 
que andando atrasado, 
serviu de sinal 
ao Verbo Encarnado. 

Para que o homem suba 
às sumas alturas, 
desce Deus dos Céus 
para as criaturas. 

Com os raios claros 
do Sol da Justiça, 
resplandece a Virgem, 
dando ao sol cobiça. 

Sois lírio formoso 
que cheiro respira, 
entre os espinhos, 
da serpente a ira. 

Vós a quebrantais 
com Vosso poder; 
os cegos errados, 
os alumiais. 

Fizestes nascer 
Sol tão fecundo, 
e como com nuvens, 
cobristes o mundo. 

Ouví, Mãe de Deus, 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais, 
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, Vossa santa e Imaculada Conceição, 
mereça na outra vida alcançar o prêmio da bem-aventurança, 
por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo,
Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo, 
vive e reina para sempre. Amém. 

Completas 


Rogai a Deus, Vós, 
Virgem, nos converta, 
que a Sua ira 
se aparte de nós. 

Sede em meu favor, 
Virgem Soberana, 
livrai-me do inimigo 
com o Vosso valor. 

Glória seja ao Pai, 
ao Filho e ao Amor também, 
que é um só Deus, 
em Pessoas três, 
agora e sempre e sem fim. 
Amém. 

Hino 

Deus Vos salve, Virgem, 
Mãe imaculada, 
Rainha de clemência, 
de estrelas coroada. 

Vós, sobre os Anjos, 
sois purificada, 
de Deus à mão direita, 
estais de ouro ornada. 

Por Vós, Mãe de Graça, 
mereçamos ver 
a Deus nas alturas, 
com todo o prazer. 

Pois sois esperança 
dos pobres errantes 
e seguro porto 
aos navegantes. 

Estrela do mar 
e saúde certa, 
e porta que estais, 
para o Céu aberta. 

É óleo derramado, 
Virgem, Vosso Nome, 
e os Vossos servos 
Vos hão sempre amado. 

Ouví, Mãe de Deus, 
minha oração, 
toquem em Vosso peito 
os clamores meus. 

Oração 

Santa Maria, Rainha dos Céus, Mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, 
Senhora do mundo, que a nenhum pecador desamparais nem desprezais, 
ponde, Senhora, em mim, os olhos de Vossa piedade, 
e alcançai-me de Vosso amado Filho o perdão de todos os meus pecados, 
para que eu que agora venero, com devoção, 
Vossa santa e Imaculada Conceição, mereça na outra vida alcançar o prêmio 
da bem-aventurança, por mercê de Vosso benditíssimo Filho, Jesus Cristo,
Nosso Senhor, que com o Pai e o Espírito Santo, 
vive e reina para sempre. Amém. 

Oferecimento 

Humildes oferecemos 
a Vós, Virgem pia, 
estas orações, 
por que, em nossa guia, 
vades Vós adiante 
e, na agonia, 
Vós nos animeis, 
ó doce Maria. Amém. 

(Indulgência parcial - Oração retirada do livro 
"Adoremus: Manual de Orações e Exercícios Piedosos", 
de Dom Eduardo Herberhold, OFM, 1926, 15ª edição)

TIEMPO DE ADVIENTO

Nota do blogue: Fonte blogue ¡Ven, Señor Jesús!


El primer domingo de Adviento es el primer día del año eclesiástico, y el principio de un tiempo privilegiado que precede a la fiesta de Navidad, y que en la intención de la Iglesia no es otra cosa que una preparación para esta gran fiesta. Algunos creyeron que el Adviento era de institución apostólica, pero por lo menos es tan antiguo en la Iglesia como la fiesta de Navidad. Desde que se ha celebrado el día del nacimiento del Salvador, ha exhortado la Iglesia a los fieles a que se preparen para la celebración de este día venturoso, y ella misma les ha dado ejemplo por las oraciones que ha multiplicado en este santo tiempo y por los ejercicios de penitencia que les ha dictado.

San Perpetuo
Como el Adviento no es otra cosa, según el espíritu de la Iglesia, que un tiempo destinado antes de la fiesta de Navidad para prepararse por medio de la oración, el ayuno y los ejercicios de piedad a celebrar y hacerse favorable el advenimiento, esto es, la venida de Jesucristo, designada por la palabra Adviento; no hay prácticas de penitencia y devoción que los fieles no hayan puesto en uso durante este santo tiempo. San Perpetuo, obispo de Tours, que vivía hacia la mitad del siglo V, viendo que el fervor de sus diocesanos se resfriaba de día en día en los ejercicios piadosos de este santo tiempo, y sobre todo que se habían relajado mucho en cuanto al ayuno, ordenó que se ayunase por lo menos tres días en la semana durante el Adviento, que era entonces de seis semanas como la Cuaresma. El primer concilio de Macon, celebrado el año de 581, ordenó lo mismo, y añadió que se celebrase la misa y el oficio divino según el orden y la regla que se observaba en la Cuaresma.

Este canon del concilio de Macon, que dispone que durante el Adviento se celebre la misa como en Cuaresma, nos da bastante a conocer que el Adviento se ha mirado siempre como la Cuaresma de Navidad; esto es, que así como la Cuaresma de cuarten días había sido instituida en la Iglesia para que sirviese de preparación a la fiesta de Pascua, del mismo modo fue establecido el Adviento para disponernos a la celebración de la de Navidad. Los ayunos del Adviento tenían bastante relación con los de Cuaresma en las iglesias donde se ayunaba todos los días desde el siguiente a la fiesta de san Martín; y esto es lo que dio ocasión a los regocijos que se han acostumbrado en esta festividad, igualmente que se hacía en la víspera de Cuaresma, en cuyo día era permitido comer carne, no comenzándose hasta el otro día la abstinencia y el ayuno. En algunas iglesias el Adviento comenzaba en el mes de septiembre; pero como no se ayunaba más que tres veces en la semana, resultaban siempre solos cuarenta días de ayuno hasta Navidad.

El segundo concilio de Tours, año de 567, obligaba a todos los religiosos a ayunar solamente tres días en la semana durante los meses de septiembre, octubre y noviembre; pero el mes de diciembre debían ayunarle todo hasta Navidad. Todo esto manifiesta que el Adviento no ha sido en todas partes igual en cuanto al número de días; ha sido más largo ó más corto, más seguido ó más interrumpido, en tiempos y lugares diferentes; esta diferencia de tiempos y de costumbre se halla en los antiguos Sacramentarios: la práctica de observar un Adviento de cuarenta días ó de seis semanas subsistía aun en el siglo XIII, al menos en algunas iglesias y entre los monjes; y aun después que la Iglesia ha reducido el tiempo de Adviento a cuatro semanas, la abstinencia y el ayuno son de regla indispensable en muchas Órdenes religiosas.

San Pedro Damiano
Los Capitulares de Carlomagno hacen el Adviento de cuarenta días, dándole también el nombre de Cuaresma. Este pasaje de los Capitulares atribuye solo a la costumbre los ejercicios piadosos del Adviento; sin embargo, no deja de declarar que es un tiempo de oración, de ayuno y de penitencia. Y aunque todos los días del año -añadieron- deben ser días de oración y penitencia, los días del Adviento deben ser singularmente consagrados a estos santos ejercicios de religión. San Pedro Damiano da también al Adviento el nombre de Cuaresma. El papa Nicolao I, exponiendo a los búlgaros recién convertidos a la fe las costumbres de la Iglesia católica, no olvida la cuaresma del Adviento como muy antigua en la Iglesia romana. Rodulfo, dean de Tongrés, dice que el Adviento era de seis semanas en Milán y en Roma, y que en Roma se ayunaba todavía entero en su tiempo. El papa Bonifacio VIII en la bula de la canonización de san Luis declara que este gran Príncipe pasaba en ayunos y oraciones los cuarenta días antes de la fiesta de Navidad. San Carlos no hacía más que renovar los antiguos cánones de la Iglesia cuando quería que se exhortase vivamente a todos los fieles a que comulgasen por lo menos todos los domingos del Adviento, mandando a los curas que inclinasen sus parroquianos a observar religiosamente el antiguo estatuto del papa Silverio, que dice, que aquellos que no comulguen muy a menudo, comulguen al menos los domingos de Adviento y de Cuaresma. Estas palabras son muy notables: Ut qui sæpius non communicant, singulis saltem dominicis diebus in Quadragesima corpus Domini sumant, ac præterea diebus dominicis Adventus.

San Carlos Borromeo
Dirigió además san Carlos a sus diocesanos una carta pastoral en lengua vulgar, en la que les enseña, que si el Adviento era de seis semanas en la iglesia de Milán, era para prepararse a recibir el Hijo de Dios, que del seno de su Padre viene a la tierra para conversar con nosotros; que era por tanto necesario en todos los días del Adviento quitar algún tiempo a las demás ocupaciones para meditar en secreto quien es el que viene, de dónde viene, cómo viene, quiénes son los hombres por quien viene, y por fin, cuáles son los motivos y cuál debe ser el fruto de su venida: añade que era necesario prepararse a recibirle, deseando su venida tan ardientemente como la han deseado los Profetas y los justos del Antiguo Testamento, purificándose por la confesión, por los ayuno es y por la comunión sacramental. Les dice que en otro tiempo se había ayunado todo el Adviento, como si todo este tiempo no hubiese sido más que la vigilia de Navidad; la excelencia, la santidad y la celebridad de esta fiesta piden con razón, les dice, una preparación tan grande, y una vigilia tan larga; les exhorta a que ayunen algún día de la semana durante el Adviento, ó muchos días según la devoción de cada uno, y a distribuir con abundancia socorros y limosnas entre los pobres; en este tiempo, dice, en que la caridad del Padre eterno nos dio y nos da aun todos los años su propio Hijo, como un tesoro infinito de todos los bienes, y como una fuente de gracias y de misericordias; que era precisos aplicarse más que nunca a las buenas obras, y a la lectura de los libros de piedad; en fin, que era necesario disponerse de tal manera para este primer advenimiento del Hijo de Dios, que pudiésemos esperar su segundo advenimiento, no solo sin temor, sino con aquella confianza y aquella alegría que acompaña siempre a la buena conciencia. He aquí el resumen de aquella admirable instrucción de san Carlos, por la que, instruyendo a los pueblos tanto por su ejemplo como por sus palabras, había obligado a todos los eclesiásticos de su casa a comer al menos de pescado durante el Adviento, conforme a la costumbre antigua de los adscritos a la Iglesia, dicen las actas de la iglesia de Milán.

Tal ha sido en todo tiempo la persuasión de que el Adviento era un tiempo de penitencia, de oración y de recogimiento, que los obispos de Francia se tomaron la libertad de representar al rey Carlos el Calvo, en 846, que no era conveniente que los obispos permaneciesen en la corte en el santo tiempo del Adviento, ni en la Cuaresma, bajo cualquier pretexto que fuese, y que por lo tanto suplicaban a S.M. les permitiese retirarse a sus diócesis para instruir los pueblos, y prepararlos para las fiestas de Pascua y de Navidad.

He aquí la idea que en todo tiempo ha formado la Iglesia del santo tiempo del Adviento, al cual ha mirado siempre casi al par con el santo tiempo de Cuaresma. Y si todos los domingos del año, como se ha dicho, deben santificarse con tanta religión, ¿con qué ejercicios de devoción, y con qué pureza no deben santificarse todos los domingos del Adviento, tan privilegiados sobre todos los demás del año? El oficio empezaba antiguamente con este invitatorio: Ecce venit Rex, ocurramus obviam Salvatori nostro: He aquí nuestro Rey que viene, salgamos al encuentro a nuestro Salvador. En otras partes se decía también, como se dice hoy: Regem venturum Dominum: venite, adoremus. Venid, hermanos míos, adoremos a nuestro divino Señor, nuestro soberano Rey que debe venir de aquí a pocos días. En algunas iglesias, como en Auxerre, se decía por invitatorio: Ecce lux vera: He aquí que viene la verdadera luz; y durante este tiempo venía un niño desde detrás del altar hasta la silla de los cantores con un cirio encendido. 

En Marsella durante el Adviento, después de Maitines, y antes de comenzar Laudes, se interrumpía por algún tiempo el oficio para suspirar por la venida del Salvador, y la expectación de la salud: se arrodillaba todo el coro, y se cantaba solemnemente: Emitte Agnum Domine, Dominatorem terræ: Enviad, Señor, el Cordero divino, Señor de toda la tierra; lo cual se continuaba hasta la vigilia de Navidad. De aquí aparece que en todo tiempo nada se ha omitido para reanimar durante el Adviento la religión y la devoción de los fieles.

Fuente: P. Jean Croisset, "Año Cristiano ó Ejercicios devotos para todos los Domingos, días de Cuaresma y Fiestas Móviles" TOMO I. Librería Religiosa, Barcelona 1863.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Pensamento da noite de 02/12/2011


"Labuta, sofrimento, sacrifício, não recueis diante de nada; nada é demais;
o crucifixo dá a tentação de dizer que nada é bastante.
Não se trata de amar de boca, nem de palavras, nem de sentimento,
mas de 'amar em obra e em verdade'. Que coisa é um foco que
não aquece mais? uma fonte que não corre? 
uma caridade que não se torna dedicação?
A graça ou é fecunda ou morre; a fé ou age ou cessa de viver;
o amor ou deita chamas ou se extingue. 
Tudo o que vive deve manifestar-se."
(Monsenhor Gay)