terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

HOMOSSEXUALISMO E INFÂNCIA


Estou lendo um livro chamado Perspectiva sobre o homossexualismo. O livro é composto por dois estudos sobre o tema e, para a minha felicidade, afirma o que eu sempre pensei sobre o assunto, a saber: homossexualismo não é genético, sua existência é decorrente de transtornos psicológicos gerados especialmente na infância.

Uma família desestruturada, onde a criança não tem como exemplo o papel de pai (homem) e mãe (mulher) determinados em suas funções; um lar onde a criança não recebe carinho ou mesmo sofre violências (físicas ou morais); uma família onde os pais não possuem uma base psicológica estável; onde há brigas e excesso de cobranças ou superproteção... onde um filho é mais desejado e amado que o outro - entre muitos outros fatores - as chances dos filhos nascidos e criados nesse ambiente doentio terem problemas com relação a sua sexualidade é imensa, pois a criança não tem estrutura e maturidade para suportar essas cargas. Ela terá a concepção de que a figura masculina ou feminina é má, conforme a agressão (física, psíquica ou moral) que sofrer.

A mídia encobre todos os estudos feitos entre os terapeutas, onde os homossexuais foram curados de seus traumas e deixaram de ser homossexuais, muito pelo contrário, exalta estatísticas inviáveis e nada confiáveis sobre a chance do homossexualismo ser genético.

Família estruturada, criança saudável.
Homossexualismo tem solução.

Letícia de Paula
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