quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

ETERNO MATRIMÔNIO


A nossa era desconhece o que Cristo fez ao matrimônio. Elevou-o a Sacramento, sobrenaturalizando esse contrato. Tornou-o indissolúvel, monogâmico e reflexo de Sua união com a Igreja.

A nossa era despreza o matrimônio, com suas leis e graças, relativizando o que é inviolável e colocando-o num patamar animal, onde o sexo é o centro da relação, sem concluir o fim para qual foi feito, a saber, a prole. O prazer existente na relação conjugal é como que um estímulo para as responsabilidades que dele nascem, os filhos e suas penas. Um casal que fica apenas com a gratificação (prazer) e não assume as penas (filhos, educação) atraiçoa a Deus.

A nossa era trata o Sacramento do matrimônio como se fosse um brinquedinho. Cansou dele, começou a dar os primeiros problemas, passou a fase da novidade e logo é colocado no lixo e se busca um novo. Acham que podem entrar com nulidade por qualquer futilidade, comprar bispos, ou assumir o status de "segunda união", desprezam o caráter indissolúvel e monogâmico dado por Jesus Cristo.

A nossa era usa do cônjuge como um objeto, aceitando o matrimônio apenas por formalidades, sem tomar pose das responsabilidades de fidelidade e amor mútuo que ele implica. Passam-se os anos, a beleza da primavera se vai, vem os conflitos, a rotina e o lar é maculado pela prostituta "traição", pelo divórcio, mentiras e brigas que fazem da vida dos filhos um inferno na terra.

Somos dessa era, mas não somos obrigados a sermos como ela. Somos batizados, filhos adotivos de Deus e cumpridores de Suas leis. Coremos nossa face diante de tantos insultos feitos ao Sacramento do Matrimônio, assumamos uma postura de cristãos autênticos como marido ou esposa. Tenhamos e eduquemos filhos para o Céu. Sejamos fiéis até à morte e jamais façamos de nosso lar um inferno para os filhos.

Somos desse mundo, estamos nele e temos a LUZ. Brilhemos, queridos, brilhemos a LUZ que é CRISTO, e não nos envergonhemos de perpetuar nosso matrimônio, honrando e santificando esse Sacramento.

Deus imperará nas famílias que não se envergonharem de Seu nome.

Letícia de Paula
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