quarta-feira, 8 de junho de 2016

11.ª Arma: o exercício da presença de Deus

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)
PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.



11.ª Arma: o exercício da presença de Deus

Concretiza esta ideia: “Deus me vê”.
Já provamos o influxo benéfico desse olhar de que nossa alma sente o contato: olhar penetrante, agudo, cheio de animação ou de censura, olhar profundamente carregado ou simpático…
Se um sincero amigo aqui estivesse perto de mim, muito perto e me fitasse de tal modo  …
Se meu pai, minha mãe aqui estivessem perto de mim, muito perto e não arredassem de mim seus olhares…
Pois bem! Deus está aqui, não está distante, retirado na profundeza do seu firmamento, mas mui perto de mim!…
“Não está longe de nós”, dizia S. Paulo no Areópago.
Ele te vê.
E enquanto Ele assim te observa, será, possível que te entregues à luxúria?

“Os malvados disseram: Jeová não nos vê:
O Deus de Jacó não presta atenção.
Compreendei enfim, ridículos filhos do povo!…
Insensatos, quando então tereis inteligência?
O que fez os olhos, não há de ver?
Jeová conhece os pensamentos dos homens”.
(S. 93)

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