sexta-feira, 29 de abril de 2016

CONCLUSÃO

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.


CONCLUSÃO 

Chegado ao termo desta obrazinha, ouso esperar, ó caros jovens, que vos não tenho sido de todo pesado ou enfadonho, e que conseguindo o seu escopo haja ajudado a fazer crescer em vós o amor para com os santos Anjos da guarda.
Prossegui, pois, a cultivar esta devoção, que a par de suave, justa, vantajosa, e também (conforme de início já indiquei) de modo especial adaptado aos tempos em que vivemos.
Caráter próprio do nosso século é a absorção do homem pela matéria, a ponto de só se ter em conta o que cai sob os sentidos e os pode lisonjear… Que pode haver de mais apta a sanar esta chaga que uma devoção que tem por objeto seres de todo independentes e desprendidos de tudo o que é material e terreno, e que levanta os ânimos a aspirar as coisas do céu?
Foi bem sob a influência dessa suave e celestial devoção que o grande homem que foi Sílvio Péllico, após se haver transviado, voltou ao caminho do céu… Em sinal de reconhecimento ao seu Anjo da Guarda, que o havia reconduzido ao bom caminho, compôs um poemeto intitulado “Os Anjos”, que sentimos não poder reproduzir aqui, e que é um testemunho, do mais alto valor, de quanto seja profícua a devoção dos santos Anjos.
Praza a Deus possas também tu, leitor que me lês, seres por mãos dos Anjos reconduzido, se acaso te transviastes, ou, na melhor das hipóteses, ajudado eficazmente a trilhar inflexivelmente o caminho do céu.
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