segunda-feira, 23 de novembro de 2015

AO BENÉVOLO LEITOR

Nota do blogue: Acompanhe esse Especial AQUI.

A GRANDE GUERRA 
(LE COMBAT DE LA PURETÉ)

PELO
PE. J. HOORNAERT, S.J.


AO BENÉVOLO LEITOR 
Minha atitude deveria ser a de absoluto silêncio, e o é de fato quanto à apreciação do livro do R. Pe. Hoornaert.
Nada há mais a dizer-se, quando um Pe. Vermeersch — o grande moralista da atualidade, e um Pe. Luiz Gonzaga Cabral, ilustrado quanto Vermeersch, dedicado amigo dos jovens como Hoornaert, analisam, pesam e não regateiam encômios ao belo livro “Le combat de la Pureté”, a que, relevem-me a ousadia, para o vernáculo dei por título: “A GRANDE GUERRA”.
Para a apresentação do admirável livro do Pe. Hoornaert, em português, nenhum com maior competência, inteira justiça e mais elevado critério poderia fazê-lo como o R. Pe. Cabral que, no Brasil, especialmente nesta legendária Metrópole do Salvador, é o abnegado apóstolo, o amigo sincero, o grande propulsor dos nobres entusiasmos desta nossa bela, generosa e forte mocidade.
Não teve outro intuito o meu diminuto esforço senão o de fazer bem aos nossos jovens heróis, dar-lhes o pábulo de uma leitura sadia, pura, reconfortadora e doutrinal nessa quadra difícil — a de 20 anos, e de lhes proporcionar armas seguras e bem escolhidas para a luta, gloriosa e necessária, de todos e de todo instante.

Alimento a esperança de que este utilíssimo livro seja portador de imenso bem à juventude brasileira e também à portuguesa, e dar-me-ei por bem pago se meu trabalhinho fizesse com que ao menos um só jovem, perseverasse no heroísmo de sua generosidade ou que um só voltasse à casa paterna, arrependido e curado.
O grande benefício que o livro do Pe. Hoornaert vai produzindo na Bélgica e França já se estende à Itália e à Espanha, para cujas línguas foi magistralmente traduzido.
Esta nossa tradução, sem ser servil, foi quanto possível fiel, pois no livro de Hoornaert nada há a acrescentar-se, nada que se possa alterar ou suprimir; é sobretudo um livro casto, coisa aliás difícil ao tratar-se de tal matéria.
Se me não desempenhei devidamente da tarefa, não se atribua isto à má vontade mas só à pouca capacidade do tradutor.
Quero aqui consignar meus agradecimentos ao R. Pe. Cabral pela sua generosa palavra de animação e ao velho lutador R. Pe. Martins pela sua caridosa cooperação em rever as provas; a ambos os lustres, esforçados e incansáveis filhos do glorioso Santo Inácio, meu coração agradecido.
Festa da Imaculada Conceição da Virgem Maria Senhora Nossa:
8 de Dezembro de 1923.
Pe. José Joaquim de Sant’Anna
(Salesiano)

Tendo examinado o excelente livro do Rev. P. J. Hoornaert, S.J. “Le combat de la Pureté”, autorizamos o Rev. P. José Joaquim de Sant’Anna, da nossa Sociedade, passá-lo para o vernáculo.
S. Paulo, 15 de Agosto de 1923.
P. Pedro Rota
Inspetor Salesiano.
O Em. Cardeal Mercier, escreve: “Sinto imenso prazer em declarar que neste livro tudo, a mim me parece, sabiamente meditado, tratado com a necessária franqueza e ao mesmo tempo com escrupulosa delicadeza; tudo nele aparece como inspirado por um coração sacerdotal ardentemente sacrificado pelos jovens.
Tal livro há de produzir certamente muito bem”.
O Reitor Magnífico da Universidade Católica de Louvaina, Mons. Ladenze, escreve ao Autor: “Associo-me cordialmente aos elogios que o rev. P. Vermeersch faz do vosso livro. De absoluta sinceridade são estes meus cumprimentos, bem como os bons votos que, formulo para que este vosso livro seja lido por todos os nossos jovens”.


DECLARAÇÃO
O ilustre Autor deste livro, reservando seus legítimos direitos, autorizou-me esta versão para o português e esta SEGUNDA EDIÇÃO.
P. José Joaquim de Sant’Anna
(Salesiano)
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